EM FRANCA

Galpões do Amazonas seguem interditados; produção continua

Por Pedro Dartibale | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Lais Bachur/GCN
Estado do galpão após desabamento devido à tempestade
Estado do galpão após desabamento devido à tempestade

Onze dias após o desabamento do teto no complexo da antiga fábrica Amazonas, na Vila Santos Dumont, em Franca, os galpões atingidos permanecem totalmente interditados e sem previsão de reabertura. As empresas que funcionam no local aguardam agora os laudos periciais e o posicionamento das seguradoras para definir se as estruturas serão reformadas ou demolidas.

A Defesa Civil, que realizou vistoria junto com engenheiros da Prefeitura, determinou que a área só será liberada após a apresentação de novos laudos técnicos e um plano de trabalho seguro.

Produção normal

O complexo atualmente abriga duas empresas distintas. O galpão que desabou é alugado pelo Palácio das Ferramentas. Já a empresa Amazonas, que atua com mineração e borracha, teve um de seus galpões danificado pelo temporal, mas não parou.

A direção informou que a linha de produção não foi afetada e os trabalhos seguem normalmente em outros setores do complexo, onde atuam mais de 300 funcionários.

Relembre o caso

O acidente ocorreu na tarde de segunda-feira, 29 de dezembro, quando uma forte ventania arrancou a estrutura do telhado. Cerca de 10 funcionários estavam no local no momento do colapso. Equipes de resgate, incluindo Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), foram mobilizadas para socorrer as vítimas, sendo que ao menos duas pessoas ficaram feridas e presas entre os escombros, e um trabalhador morreu.

Leia mais: Mateus Pereira é a vítima do desabamento de galpão em Franca

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