NOSSAS LETRAS

Mãe Terra

Por Zelita Verzola | Especial para o GCN
| Tempo de leitura: 1 min

Deveria ser cuidada e reverenciada, mas está constantemente abalada pela ignorância e alienação humanas.

A COP – Conferência das Partes – criada pelas Nações Unidas, tenta todo ano, desde seu embrião em 1992 no Rio de Janeiro (exceção em 2020 devido à pandemia) falar com os filhos de Gaia. Poucos ouvem. A sociedade civil se empolga sempre um pouco mais. Estudos, demonstrações, discursos, propostas. Resultados? Sim, há. Sempre menores do que os almejados, porém.

Alguns alertas são contundentes, como os de Ailton Krenak na COP 26 na Escócia. Lembremos dois deles: “Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.” E outro: “ Tomara que esses encontros criativos que ainda estamos tendo a oportunidade de manter animem a nossa prática, a nossa ação, e nos deem coragem para sair de uma atitude de negação da vida para um compromisso com a vida.”

A COP de 2022, no Egito, foi um esforço renovado dos que nos veem com mais lucidez, para que todos nos enxerguemos como parte indissociável da Terra Mater.

Que possamos colaborar para que o planeta azul continue azul, de infinitos matizes azulados representativos de todos os seres que o compõem.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários