Segundo a mitologia grega, os titãs eram doze e nasceram da união entre Urano, que representava o Céu, e Gaia, que seria a Terra. “Os titãs eram seres híbridos, nenhum era humano por completo e todos tinham o poder de se transformar em animais”, afirma a historiadora Renata Cardoso Beleboni, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), especialista em mitologia.
No filme, os titãs são outros, mas sua energia é parecida com a dos originais. Robin, também conhecido como o assistente do Batman, tem a sua própria turma que luta contra o mal: Ciborgue, Estelar, Ravena e Mutano. Apesar de bem intencionados, não são levados a sério pelos outros heróis, como o próprio Homem-Morcego, o Super-Homem e o Lanterna Verde. Em busca de reconhecimento, ficam obcecados pela ideia da fama. Também querem estrelar um filme, quando percebem que os principais super-heróis que existem por aí estão todos nas telas dos cinemas– quer dizer, todos, menos eles!
O líder Robin está determinado a resolver a situação e ser visto como um protagonista, ao invés de um auxiliar. Ele procura então ser notado por um famoso diretor de Hollywood... Com algumas ideias malucas e uma música no coração, chama os jovens companheiros e todos partem para Tinsel Tow. Os Jovens Titãs estão determinados a realizar seu sonho. Mas quando tudo dá errado e o grupo é enganado por um supervilão, a amizade e o espírito guerreiro da equipe são abalados, colocando em risco o destino do grupo.
Os Jovens Titãs em Ação! continua a ser exibido em Franca nesta semana; público de crianças, jovens e pais têm curtido na telona personagens retirados do desenho animado.
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