Órfãos do trânsito: a realidade por trás das estatísticas


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Segunda-feira, 2 de abril de 2018, Jardim Ângela Rosa. Era mais um início de semana de trabalho e estudos. Como de costume, Milena Fernandes Águida, de 31 anos, se levantou da cama por volta de 5h30. Preparou café da manhã para os três filhos, Larissa Fernandes Chinaglia, de 14 anos, Victor Hugo Fernandes Chinaglia, 10, e Danielly Fernandes Campos, 4, se arrumou e rapidamente organizou as crianças para que, assim, começassem seu dia. 

Ela se despediu do garoto, que estuda perto de casa, e foi deixar a primogênita na escola “João Marciano”. Tudo isso antes das 7 horas. Depois, voltou para casa e buscou a caçula, que estuda em uma creche do Recanto Elimar.
 
Dali, a mãe seguiu para a Unifran. Era ali que estudava e lutava por uma nova carreira. Cursava o 2º ano de Direito. Inspirou-se na história da própria mãe, que começou a mesma faculdade e precisou parar. Dizia que se formaria, seria uma ótima advogada e daria uma vida melhor à família, superando todos os obstáculos que aparecessem. Após as aulas, Milena saiu da faculdade e, por volta de 12h40, pegou a avenida Distrito Federal para seguir até a escola da filha mais velha. Iriam para casa almoçar e, depois, a mãe trabalharia na banca de pesponto de casa. Foi ali que a vida da família tomou um trágico destino. (Leia mais). 

 

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