A graça de Deus sempre nos acompanha e fortalece nossa vida. Um dos meios que Ele tem para cumprir este desejo é por meio da sua Palavra: ela é viva e eficaz. Vamos meditar sobre isso.
Primeira Leitura: Isaias 55: Quanto vale a palavra do homem? A palavra de Deus será confiável tão pouco assim? O profeta responde com uma analogia. A palavra de Deus, diz, é como a chuva e como a neve: caem do céu e não voltam sem antes ter produzido o efeito para o qual foram enviadas. A água fecunda a terra, faz germinar o trigo e a erva e faz crescer todas as espécies de plantas. Também a palavra de Deus realiza infalivelmente aquilo que promete. Não há empecilhos, não há obstáculos capazes de impedir a sua realização.
Segunda Leitura: Romanos 8: É muito bonito o trecho da Carta aos Romanos que nos é proposto hoje: de um lado descreve a triste situação do mundo e do outro oferece o motivo pelo qual devemos manter a serenidade e a esperança. Esta interpretação do grito da criação, nos diz Paulo na carta de hoje, não é cristã, porque destituída de esperança e, para ser mais claro, traz o exemplo da mulher que está para dar à luz um filho.
Com esta analogia Paulo convoca os cristãos para a esperança. É verdade que no mundo ainda existe muito sofrimento. Os cristãos devem estar atentos a estes gritos. Entretanto não perdem a esperança e têm certeza de que, não obstante as aparências em contrário, logo surgirá a nova criação.
Evangelho: Mateus 13: Durante três domingos consecutivos nos será proposto um trecho do capítulo 13 do Evangelho de Mateus. Nele estão reunidas as sete parábolas do Reino. Hoje lemos a primeira: a do semeador. No tempo de Jesus a semeadura não era feita depois que a lavoura estivesse preparada, mas antes. O agricultor não começava lavrando, carpindo ou arrancando as ervas daninhas, mas antes semeava e somente depois passava o arado.
Através desta parábola Jesus queria dar uma resposta aos discípulos desanimados, que lhe perguntavam a respeito da utilidade do trabalho apostólico que ele estava desenvolvendo. Não obstante todas as contradições e obstáculos, a sua palavra daria frutos abundantes, porque tem em si uma força de vida irresistível.
Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Igreja de Santo Antônio e vigário geral da Diocese -segantin@comerciodafranca.com.br
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.