O caminho traçado por Jesus é, sem dúvida, difícil. Nós somos livres, podemos fazer nossas escolhas e nos tornamos responsáveis, pela nossa vida. É necessário ter a “sabedoria” de Deus.
Primeira Leitura: Eclesiástico 15: A leitura de hoje nos ensina que o homem se encontra como que numa encruzilhada: um caminho conduz à vida, outro à morte. Ele deve escolher entre os dois caminhos. O caminho da vida é sinalizado pelos mandamentos de Deus; o caminho da morte está marcado pelos vícios, pelas paixões, pela corrupção.
Segunda Leitura: 1ª Carta aos Corintios 2:Domingo passado Paulo disse aos cristãos de Corinto que ele não se apresentou na cidade deles com uma sabedoria humana. Hoje ele continua dizendo que, também entre os cristãos, existe “uma sabedoria que não é deste mundo”. Pertence ao mundo de Deus e pode ser entendida somente pelos “perfeitos”, isto é, pelos cristãos adultos.
Esta sabedoria de Deus agora foi revelada porque Deus realizou o seu projeto. A sua obra admirável continua progredindo e, no fim do mundo, todos poderão contemplá-la, porque então estará completa.
Evangelho: Mateus 5: A primeira parte do Evangelho de hoje nos diz que Jesus não veio para destruir o Antigo Testamento: não julgueis que eu tenha vindo para destruir a Lei e os profetas”. Se ele fala desta maneira é porque alguém teve a impressão de que, com suas palavras e com suas atitudes, ele começou a destruir as expectativas e as esperanças anunciadas no Antigo Testamento.
A segunda parte do Evangelho apresenta quatro exemplos desta interpretação desconcertante apresentada por Jesus sobre o Antigo Testamento. Não matar. O homem não tem poder sobre a vida de um outro, mesmo quando este é um criminoso.
Jesus passa ao problema do adultério. Os judeus pensavam que a Lei proibia somente as ações más. Para Jesus, ao contrário, as exigências deste mandamento são muito mais profundas. Há certas amizades, sofrimentos, relações, que já constituem adultérios. O terceiro caso é o do divórcio. Jesus afirma com toda a clareza que marido e mulher não podem se separar. O plano de Deus entende que o matrimônio é indissolúvel. O quarto caso é o do julgamento. Entre os discípulos a única regra deve ser a da sinceridade.
Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Catedral, vigário geral
segantin@comerciodafranca.com.br
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