Deus ama os necessitados


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A pobreza sempre foi o caminho que Jesus percorreu para tornar rico o homem sofrido. Deus sempre está conosco.
 
Primeira Leitura: Sofonias 2: Lendo o Antigo Testamento percebe-se de imediato, que o ideal de um israelitas é a riqueza, não a pobreza. Lentamente, porém, a mentalidade muda. Principalmente após a pregação dos profetas começa-se a entender que a riqueza, mais do que uma bênção de Deus, frequentemente é fruto de enganos, de trapaças, de exploração dos operários, de opressões, de manobras excusas, de injustiças.
 
Sofonias vive alguns anos antes da destruição de Jerusalém. Na leitura de hoje, o profeta esclarece: “Procurai o Senhor, como todos os homens humildes da nação, procurai a justiça, procurai a humildade”. Converter-se, portanto, queria dizer: ser como os “humildes”, como os “pobres”.
 
Segunda Leitura: 1ª Carta aos Coríntios: Continua a carta aos cristãos de Corinto que começamos a ler dois domingos atrás. Como é que Deus julga! A leitura nos revela quais são as suas “preferências”; ele não escolhe os ricos, mas os pobres, os marginalizados, aqueles considerados sem valor por todos. Por exemplo, continua Paulo, na comunidade de Corinto não há nobres, não há ricos, chefes políticos, homens de elevada cultura e de muita erudição.
 
Pelo contrário todos são pobres, às vezes até miseráveis. Sim, porque este é o procedimento de Deus: ele escolhe os pequenos, os que não valem nada, para enriquecê-los com seus dons.
 

 

Evangelho: Mateus 5: Os capítulos 5-7 do Evangelho de Mateus contêm um discurso muito longo de Jesus. Nele são apresentadas as exigências fundamentais da sua mensagem. Os biblistas o denominam como o Sermão da Montanha, porque, como nos diz o Evangelho de hoje, foi pronunciado numa montanha. Trata-se com certeza de um resumo compilado por Mateus, de muitos ensinamentos ministrados por Jesus em épocas e lugares diferentes. Por que Mateus localiza este discurso numa montanha? O motivo é este: no Antigo Testamento Moisés, para ensinar a lei de Deus ao seu povo, subiu numa montanha. Jesus, que aos olhos de Mateus é o novo Moisés, deve, naturalmente, subir numa montanha, para dar uma nova lei ao novo povo de Deus.
 
Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Igreja Santo Antônio, vigário geral da Diocese
segantin@comerciodafranca.com.br 

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