O poder da língua


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A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.
Provérbios 18.21
 
Um dos maiores desafios do homem é conseguir dominar sua própria língua. Todas as vezes que abrimos nossa boca para falarmos, precisamos ter a consciência de que temos um instrumento que pode estimular a vida ou a própria morte. Ao ler Tiago três, percebemos que este problema não é atual. Já naquela época, os homens possuíam dificuldades semelhantes às nossas: “A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno”. (Tg. 3.6). Vejam que reclamações contendas, murmurações, e outros problemas eram notados entre eles, tanto é verdade que Tiago escreve este capítulo com o objetivo de advertir os cristãos a não cometerem tais erros. Ele não afirma que todas as pessoas usavam mal a língua. Veja a expressão: “todos tropeçam e muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão capaz de refrear também todo o seu corpo”.
 
Fazendo uma análise de nós mesmos, percebemos quantas vezes falhamos, visto que, com a mesma língua que bendizemos a Deus e sua criação, em outros momentos amaldiçoamos.  A advertência da Bíblia é: “Porventura, deita alguma fonte de uma mesmo manancial água doce e água amargosa? Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Assim, tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce”. (Tiago 3.11,12). Ou somos benção ou somos maldição. Não podemos adotar dois tipos de comportamento. Deus não aceita  este tipo de comportamento. 
 
Se tudo isto é verdade, o que fazer então para evitarmos problemas desta natureza? Certo pensador disse algo muito interessante: “Se você pensar duas vezes antes de falar uma vez, falará duas vezes melhor”. Precisamos de mais vigilância ao nos expressarmos. Pedir auxílio de Deus, para ajudar a domar a nossa língua, é uma das melhores saídas. Assim orou o salmista: “Põe, ó Senhor, um guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios”. (Salmos. 141.3). Esta não é uma tarefa fácil. A natureza do pecado, presente na vida do homem, é voltada para atitudes pecaminosas. Por isto mesmo, o conselho de Jesus através de Tiago é: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai o vosso coração” (Tiago. 4.7,8). Somente nos aproximando de Deus, é que podemos conseguir domar nossa língua. 
 
Pastor Isaac Ribeiro
Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Franca - Ministério Missão –pr.isaac@uol.com.br
 
 
 
 

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