Atraídos pelo amor de Deus


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Quem nos separará do amor de Cristo?’
(Romanos, 8.35)

 
Jamais, nessa vida, seremos capazes de dimensionar como o Senhor tem nos amado desde a eternidade. Como poderíamos entender isso? Entender que num tempo, quando nem o tempo havia, Ele assim o resolveu, de maneira que até hoje não existem palavras para expressar a magnitude desse Amor? O próprio Jesus disse que seu Pai, simplesmente, ‘amou de tal maneira que deu seu Filho para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna’. 
 
Lá estava o Altíssimo amando, graciosamente e providenciando os laços que nos uniriam a si pelo seu filho, Cristo Jesus. É preciso lembrar que Deus se humanizou através de Jesus, veio a este mundo, nasceu de uma mulher, desenvolveu seu ministério, e assim que cumpriu sua missão terrena, entregou gratuitamente sua vida na cruz do calvário, para que nós pudéssemos voltar a nos relacionar com o Pai.
 
Quando nós, filhos e filhas, achamos um tempo na agitação da vida para pensar sobre isso, percebemos que esse amor tem nos alcançado por todos os lados. O Senhor nos tem amado unicamente porque estamos em Cristo Jesus; porque Ele interveio na eternidade e supriu definitivamente todas as nossas necessidades espirituais. O sentimento de culpa que, pelo Espírito Santo a nós foi revelado, não nos perturba mais, pois o seu amor o levou a cancelar toda e qualquer condenação que sobre nós havia. 
 
O pecado que nos conduzia à morte está sob os pés Cristo Jesus, e até a chave da morte e do inferno ele passou a controlar. O amor do nosso Pai jamais pode ser afetado, nem mesmo pelas mais extremas mudanças nas nossas condições humanas — ‘nem morte, nem vida’ não nos é retirado nem pela ação de seres de outra ordem — ‘nem anjos, nem principados, nem poderes’ que são forças presentes em toda criação. 
 
Esse Amor está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Veja que, se estivermos a Ele unidos em amor por uma fé viva, sempre seremos mais que vencedores. 
 
Para entendermos melhor este amor, precisamos nos envolver com ele de forma que tudo que fizermos para ele seja feito com a mesma intensidade de amor. Fazendo assim, no final, os grandes beneficiários seremos nós mesmos. Aliás, o texto de Romanos 8.31 diz que não seremos apenas vitoriosos, mas tiraremos proveito das mesmas coisas que antes tentava nos derrotar — tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada (v. 35). 
 
Nenhum tipo de amor que conhecemos sequer se aproxima do Amor divino, nem mesmo o amor de mãe. Assim disse o Senhor: ‘acaso poderá uma mãe esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não me esquecerei de ti’ (Isaías 49.15). 
 
É justamente por isso que precisamos valorizar nossa relação com Deus. Há muitas pessoas que acabam questionando o amor de Deus em função das grandes tragédias que acontecem no mundo. Mas é preciso lembrar que é a própria atitude do homem — muitas vezes divorciadas da vontade de Deus — que tem provocado tantos males. Diz a Bíblia: ‘Do que se queixa, pois, o homem vivente? Queixa-se de seus próprios pecados’ (Lamentações, 3.39). 
 
Que o amado leitor tenha a grande satisfação de dar graças a Deus por nos haver amado tão intensamente, e desta forma, agradecer pela garantia de que nada poderá nos separar desse amor. Então, vamos lutar por ele, viver por ele, e acima de tudo valorizar o seu grande e inefável amor revelado por Deus, através de Jesus, Nosso Senhor. Deus vos abençoe.
 
 
Pastor Isaac Ribeiro
presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Franca - Ministério Missão
 

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