E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará’
(Mateus 24.12)
Tentar compreender o amor de Deus, humanamente falando, é uma missão quase impossível. Quando paramos para entender a forma como Deus se manifestou ao homem, ficamos simplesmente extasiados. Tanto amor assim, nunca se viu ou ouviu falar. Nenhum mortal poderá jamais medir um grama do amor de Deus, justamente porque um ser condicionado por tudo que é humano e limitado, compreender o que é incondicional, não é tão simples assim.
A maior expressão do amor está no fato de Jesus ter descido da sua glória em dádiva, por um pobre povo como nós, desprovidos de qualquer sentimento de gratidão, reconhecimento e amor; uma multidão de almas imersas em ganância, desamor e individualismo. Mas foi justamente por este povo que o rejeitaria, trairia e por fim o mataria, que o amado do Pai tomou forma humana para enfrentar tudo que está registrado pelos evangelistas nos evangelhos.
Porém, se é impossível dimensionar tão vasto amor, resta-nos, então, nos prostrar diante de tão grande amor, e a partir daí, trilharmos um novo caminho, baseados no forte exemplo que Ele nos deixou. Sinceramente, penso que o maior desafio do homem moderno, é reaquecer o amor.
Precisamos tirá-lo da geladeira. No versículo destacado acima, esus nos advertiu para esta possibilidade. No entanto, alguém pode perguntar: ‘Mas pastor, não é uma profecia predita por Jesus que terá que ter seu cumprimento’? Sim, isto é um fato, porém, isto não significa que ela tenha que cumprir na minha e na sua vida.
Vejam que Jesus disse que a prática do pecado é que esfria o amor. Então, o antídoto contra o congelamento do amor é nos mantermos afastados do pecado. Fala-se muito em amor, todavia, a prática nos mostra claramente que, só amamos quando nos é conveniente.
Temos a péssima tendência de condicionarmos o amor, dentro dos nossos próprios interesses, e assim como num toque de mágica, descartamos aquelas pessoas que não são interessantes em nossas relações.
O apóstolo Paulo, contagiado pelo amor de Cristo, nos ensinou o seguinte: ‘Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro, assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações, e sede agradecidos’ (Col. 3.12-14).
Portanto caro leitor, que o autor da vida aqueça nossos corações de tal forma que as pedras de gelo se derretam, e levadas ao fogo da santidade de Cristo, possa aquecer o mais nobre de todos os sentimentos: o amor.
Concluindo, gostaria de transcrever o conselho da Bíblia para todos nós: ‘Que Cristo habite, pela fé, no vosso coração; a fim de estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.
Ora, aquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera a esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém!’ (Efésios 3.14-21). Deus vos abençoe.
Pastor Isaac Ribeiro
presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Franca – Ministério Missão.
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