‘Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito’
(I Timóteo. 2.1-2.)
Vivemos dias de muitos problemas e cercados de crises de todas as espécies, das mais graves até as mais simples. Destacamos, a exemplo, o rompimento do lar, e sabemos ser esse o mais triste dos problemas, pois a família é o projeto principal de nosso Deus. Destacamos ainda, a crise financeira, as doenças de todas as espécies, muitas delas sem solução para a medicina. Porque não falar da corrupção nos mais variados segmentos do governo e da sociedade de modo geral, que tem sufocado o povo, especialmente os menos favorecidos. Tantos são os problemas que chegamos a pensar que o dia final se aproxima.
Dentro desse contexto, o que fazer para amenizar e suportar tantas adversidades, onde encontrar solução para estes problemas em nossa sociedade? É claro que não temos nem uma receita mágica, mais existe uma determinação divina para momentos como este.
Deus nos deixou a mais graciosa das armas, a oração. Precisamos nos colocar como filhos de Deus diante Dele como verdadeiros intercessores. Se orássemos mais, teríamos menos problemas. O apóstolo São Paulo, no versículo que abre este texto, ensina-nos que devemos orar pelas autoridades constituídas que estão em eminência, para que tenhamos vida quieta e sossegada. Na maioria das vezes, achamos mais fácil criticar que fazer aquilo que a Bíblia nos ensina.
Nosso adorado Mestre, nos dias de seu ministério terreno, deixou o belíssimo exemplo da oração. Todas as suas atividades eram desenvolvidas em meio a muita oração. Não tomava decisão sem antes consultar o Pai, através da oração.
Foi por esta razão que ele nos deixou uma preciosa promessa no evangelho de Mateus, que deve ser encarada com muita responsabilidade: ‘Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, ao que bate se abre’ (Mateus. 7.7-8.) Há muitas pessoas que pouco valorizam esta busca de Deus através da oração. Somente quando o desespero aumenta, quando estão no fundo do poço é que recorrem à ajuda de Jesus. Esta não deve ser a postura de quem diz que serve a Deus.
Precisamos fazer da oração um hábito, reservar na agenda agitada de nossas vidas, um tempo especial para a meditação e oração. Gastamos muito tempo com coisas secundárias e nos esquecemos daquilo que prioritário. Igualmente, devemos nos conscientizar que a oração não é um monólogo, e sim diálogo.
É preciso parar para ouvir a voz de Deus. Só ouvem sua voz aqueles que se tornam sensíveis à sua presença, aqueles que veem a oração não como um duro sacrifício de ser praticado, mas como uma oportunidade para estar a sós com o criador. É neste momento que crescemos, é nesta hora que Deus renova nossas forças físicas, emocionais e espirituais, preparando-nos para a vitória.
Foi por esta razão que Deus, um dia, disse a Salomão acerca da oração: ‘e se o meu povo, que chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra’ (Crônicas 7.14) Portanto, o melhor a fazer é aprendermos a buscar ao Senhor, para que nossos problemas sejam viabilizados. Deus vos abençoe.
Pastor Isaac Ribeiro
Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Franca - Ministério Missão
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