Toda alma esteja sujeita as autoridades superiores, porque não há autoridade que não venha de Deus, e as autoridades que há, foram ordenadas por Deus’.
(Romanos 13.1)
A despeito de ser cidadão do céu, o cristão também é cidadão da terra, isto é, da pátria que lhe serviu de berço e o viu nascer, no nosso caso o Brasil. Assim sendo, é de inestimável valor que o cristão tenha o melhor conhecimento possível a respeito da sua pátria, assim como dos seus direitos e deveres legitimamente constituídos dentro de um governo democrático.
Por esta razão, é que estaremos mostrando alguns princípios que precisam ser observados por nós cristãos. Autoridades civis são todas as pessoas que exercem funções, sejam executivas, legislativas, ou judiciárias por escolha do povo através do voto popular, ou através de nomeação por parte de autoridades superiores democraticamente eleitas, ou por concurso público.
Aqui, queremos comentar acerca dos cargos políticos, como os de presidente da República, os de governadores dos Estados, os de prefeitos dos municípios, assim como, senadores, e os de deputados federais, estaduais e os vereadores.
No que diz respeito ao cristão e a política, artigo da Constituição Federal afirma que: ‘Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei’. Assim sendo, o cristão, como cidadão civil, é absolutamente livre para fazer aquilo que prescreve a lei, inclusive seguir carreira política, podendo votar em quem quiser ou ser votado pela legenda do partido a que filiar. Neste caso, nem a igreja, nem o ministério da igreja terão como impedir a ação do cristão.
No entanto, o cristão deve ter o cuidado em conhecer antecipadamente qual a ideologia e a doutrina que prega o partido político ao qual está filiado. Também, observar se o mesmo é um partido democrático, não só na teoria, mas também na prática. É bom lembrar que o cristão deve ser exemplo quanto ao cumprimento de seus deveres para com o estado por parte dos seus cidadãos.
A prática da ética cristã é, na verdade, o caminho que pode salvar a família do caos a que campeia. De tudo isto que escrevemos podemos concluir o seguinte: se não podemos mudar o mundo num todo, pelos menos é nosso dever, enquanto cidadãos, lutar para que a nossa família seja uma célula sadia dentre muitas estragadas, e desta forma, estaremos contribuindo e muito com a sociedade, e acima de tudo com o reino de Deus.
Por fim, descrevemos a seguir, o mapeamento feito junto a duas famílias americanas. A primeira não se preocupou em viver sobre os princípios estabelecidos por Deus. A segunda, ao contrário, viveu para Deus, segundo os ensinamentos da Bíblia. Veja como conclusão, a diferença entre uma família doente e uma família sadia: Família de Max Jukes, 1026 descendentes. Desses, 300 morreram prematuramente, 100 foram para penitenciárias, 190 ingressaram no meretrício, 100 se tornaram alcoólatras. Essa família custou ao governo americano, milhares de dólares. Família de Jônatas Edwards, 729 descendentes. Entre esses, 300 se tornaram notáveis pregadores do evangelho, 65 professores de escolas secundárias, 13 presidentes de universidades, 60 autores de bons livros, 3 se tornaram membros do Congresso Americano e 1 foi vice-presidente daquele país.
Saibam todos que educação secular deve andar junto com educação cristã. Só assim formaremos não apenas cidadãos, mas homens e mulheres de Deus que podem dar bons frutos no presente e, naturalmente, deixarem um grande legado à descendência. Deus ajude o nosso Brasil.
Pastor Isaac Ribeiro
presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Franca – Ministério Missão
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