Graciela defende administração mais humana durante a sabatina


| Tempo de leitura: 16 min
Graciela não quis comentar a declaração de Sidnei Rocha que a chamou de desequilibrada
Graciela não quis comentar a declaração de Sidnei Rocha que a chamou de desequilibrada

Na última quarta-feira, foi a vez de Graciela Ambrósio (PP) ser sabatinada pelo GCN Comunicação. Ela, que havia suspendido todas as atividades de campanha por causa de um acidente com seu filho que foi operado em Ribeirão Preto, veio à Franca especialmente para a entrevista.

Na sabatina, respondeu a todas as perguntas e falou sobre suas propostas para as áreas de Educação, Saúde, Segurança etc. Também respondeu as perguntas feitas pelos leitores. Só pareceu desconfortável ao ser questionada sobre sua opinião a respeito da personalidade de Sidnei Rocha. Veja abaixo os principais trechos da sabatina.

1º BLOCO
Comércio da Franca - A senhora começou a campanha eleitoral em julho com 36,7% das intenções de votos. Passados três meses terminou o primeiro turno na segunda colocação, com cerca de 29%. Como a senhora vê essa queda e o que deu errado?
Graciela Ambrósio -
Olha, eu não vejo como queda, porque as primeiras pesquisas foram feitas sem termos todos os candidatos. Assim que foram lançando os candidatos, aí as intenções foram sendo manifestadas. Mas você percebe que eu sempre mantive essa porcentagem, que é de 28%, 30%. Esse pessoal que sempre votou em mim sempre permaneceu. Então não teve queda, não teve nenhuma alteração nesse sentido.

Comércio - O Alexandre Ferreira, seu adversário neste segundo turno, saiu de 7,5% para 38%. O que a senhora vai fazer pra conseguir evitar esse crescimento e chegar na frente?
Graciela -
Houve uma propaganda na TV muito forte sobre a administração do Sidnei Rocha. O prefeito que falou, o prefeito que mostrou a sua administração. O candidato Alexandre quase não apareceu, ele aparecia no final. Então agora nós temos que mostrar para a população que o Sidnei está indo embora, que quem está se apresentando é outro candidato, é o Alexandre, que foi secretário de Saúde e que deixou essa saúde como nós estamos vendo aí.

Comércio - Para este segundo turno, a senhora conquistou o apoio do PT, partido cujo índice de rejeição é muito alto em Franca. A senhora não teme que o legado do PT mais atrapalhe do que ajude a sua eleição?
Graciela -
Não. Todos que querem ajudar Franca, não só o PT como outras siglas, acho importante que estejam conosco. O PT tem projetos importantes, tem um canal aberto com o governo federal.

Comércio - O PT pode ter as portas abertas com o governo federal e até bons projetos, mas voto não tem. A senhora acha que neste instante o apoio do PT mais ajuda que atrapalha?
Graciela -
Eu acho que as pessoas que votaram no PT não votam no PSDB. Isso é claro.

Comércio - A senhora sempre se incomoda quando os seus críticos dizem que, como vereadora, fez oposição sistemática ao governo Sidnei Rocha. Mas o fato é que em muitos projetos defendidos pelo prefeito a senhora votou ou se posicionou contra. Todos os projetos do prefeito são mesmo ruins ou têm falhas que impedem que a senhora os aprove?
Graciela -
Não, eu aprovei grande parte dos projetos do prefeito, aqueles que eram bons para o povo. Eu não sou oposição sistemática, de forma alguma, a minha atuação é independente e ética. Votei contra os projetos que previam coisas absurdas como comprar um prédio no centro por R$ 6 milhões para abrigar uma creche para 200 crianças. Com esse dinheiro, a gente construiria umas 4, 5 creches na periferia.

Comércio - A senhora disse que não fez oposição sistemática, que votou nos projetos bons e que foi contra os projetos absurdos. Quais são os bons projetos do prefeito? Na questão do viaduto da Major Nicácio, especificamente, a senhora foi contra depois votou a favor. Se era para acabar aprovando por que na primeira fase votou contra? Se votou contra, não era mais coerente manter essa posição até o final?
Graciela -
É, nós achamos que, de repente, a gente impedindo uma obra nesse momento em que as prioridades são maiores, seria melhor. Então têm muitas coisas que, no meu ponto de vista, são prioridades, que é a vida, as pessoas. Então eu acho que tudo pode se fazer, mas primeiro tem que ver as necessidades mais urgentes.

Comércio - A senhora foi uma das mais ferrenhas críticas da decisão da atual prefeitura de investir R$ 10,7 milhões na compra do prédio abandonado que ficou conhecido como esqueleto para transformá-lo na sede da Secretaria Municipal de Educação. O fato é que o projeto foi aprovado pela Câmara, mas ainda não saiu do papel. Se a senhora for eleita, qual será a sua posição a respeito?
Graciela -
Veja bem. Nós temos R$ 18 milhões que seriam para a reforma desse esqueleto. No meu governo, ele vai esperar e nós vamos ver o que fazer com aquilo ali. Primeiro, eu vou dar atenção à saúde, às creches, eu vou priorizar aquilo que o povo precisa.

Comércio - Desde o final de 2010, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual da Educação, vem tentando forçar a municipalização do Ensino em Franca. Já até anunciou que iria fechar algumas escolas e acabou voltando atrás. Qual a opinião da senhora a respeito?
Graciela -
É, a municipalização é uma coisa que tem que ser discutida, né. Acho que temos que ouvir todas as áreas, os setores.

Comércio - O candidato Alexandre Ferreira disse ontem que é contra, ele não fará a municipalização. A senhora não sabe ainda o que fazer?
Graciela -
Não, eu acho ainda que temos que ouvir os setores envolvidos. Nesse momento, obviamente, não há como fazer isso. Nós temos que estudar.

2º BLOCO
Comércio - Na área da habitação, uma das suas propostas é a construção de casas no sistema de mutirão. Tivemos uma experiência desse tipo no Jardim Santa Bárbara que não deu certo, a prefeitura e a CDHU tiveram que intervir para que os imóveis pudessem ser acabados, já que as famílias beneficiadas não conseguiram terminar as obras. Ainda assim a senhora acredita que este modelo seja o mais viável?
Graciela -
O que faltou foi um apoio da prefeitura, porque não deram respaldo. Como é que aquelas pessoas poderiam ter sucesso nisso sem um respaldo técnico, um apoio da prefeitura para auxiliar nessas construções? Nós vamos dar apoio para que as pessoas possam fazer esse tipo de projeto.

Comércio - A senhora também fala em construir novos conjuntos habitacionais com a doação de terreno por parte da prefeitura. O atual governo, governo Sidnei Rocha, diz que não tem área pública disponível no perímetro urbano. Como resolver essa questão?
Graciela -
Nós temos uma reportagem recente, até é do Comércio da Franca, que tem 16 vazios urbanos. Então acho que tem muitas áreas que poderiam ser doadas para as pessoas que precisam. É claro que a gente tem que ver, verificar, olhar essas áreas que estão vazias.

Comércio - A senhora pretende usar a Guarda Municipal pra fazer a ronda escolar, mas o fato é que os guardas municipais não receberam treinamento para lidar com crianças e adolescentes; também não estarão armados e não terão o poder de prender ninguém. Que tipo de ronda será essa que eles deverão fazer e como ela deverá funcionar?
Graciela -
A Guarda Civil ela vai ser devidamente treinada e fazer rondas nas escolas. O que que aconteceu com a Guarda Civil? Abandonaram, queriam desativar, o prefeito municipal queria desativar. Nós não. Nós vamos reestruturar, ela vai dar o respaldo aí nas escolas municipais, nós vamos montar um sistema para que ela realmente seja atuante.

Comércio - Mas e quando ele chegar em um lugar qualquer e se deparar com uma situação de violência, o que fará diante de uma situação de violência, desarmado? Ele vai ligar para a polícia. Qual o sentido disso? Qual o sentido do guarda municipal chegar e não poder fazer nenhum tipo de intervenção porque ele não está equipado para isso, nem tem autorização?
Graciela -
É, qualquer do povo pode abordar, qualquer do povo pode prender. Hoje isso é constitucional.

Comércio - Sim, mas o bandido não vai respeitar alguém que não seja policial.
Graciela -
O guarda vai estar interligado com a Polícia Militar. É a mesma coisa que uma viatura da Polícia Militar com dois integrantes vendo uma situação em que só os dois não dão conta. Eles chamam reforço, isso é normal. Nós vamos preparar e a Guarda vai ser atuante.

Comércio - Nos programas do horário eleitoral, uma das suas promessas é zerar o déficit de vagas em creches hoje estimado em mais de cinco mil crianças. A senhora afirma que, se eleita, não vai deixar crianças na fila de espera. Como pretende fazer isso?
Graciela -
Vou zerar essa fila de creches, vou zerar. Nós vamos buscar recursos junto ao governo federal para a construção de creches. Vamos usar os R$ 18 milhões parados que eles querem empregar num prédio velh. Nós vamos largar esse esqueleto quieto lá e vamos construir creches para o povo. Eu digo, num ano, eu zero essa fila.

Comércio - A senhora compra vaga em creche ou a senhora constrói essas creches todas?
Graciela -
Vou comprar. Vou fazer tudo que for necessário. Nós não vamos é permitir que as crianças fiquem fora de creches.

Comércio - Outra promessa que a senhora fez foi diminuir o preço da tarifa de ônibus. Mas o fato é que a prefeitura tem um contrato assinado com a empresa São José que precisa ser respeitado. Como a senhora fará para abaixar o preço da passagem?
Graciela -
Obviamente, o contrato tem que ser respeitado, mas nós temos que rever esse contrato. Nós sabemos que tem várias cláusulas que não estão sendo cumpridas; nós temos que fazer uma aviação nessa tabela de preços, fazer toda uma revisão e ver se esse preço cobrado está adequado. Nós vamos arrumar uma forma de verificar o porquê desse preço tão alto.

Comércio - A senhora vê alguma medida de combate às gratuidades? Muitas categorias têm descontos no preço da tarifa, o que faz com que quem paga a tarifa cheia pague bem mais do que deveria pagar em função daqueles que têm desconto. A senhora prevê alguma medida pra acabar com as gratuidades?
Graciela -
As gratuidades já são lei, tem que ser respeitadas. A empresa quando aceitou a contratação sabia dessas gratuidades. Então isso não justifica esses abusos das tarifas.

3º BLOCO
Comércio - Pergunta enviada por Maraísa Silva. Ela diz o seguinte: “Olá,sou professora da Rede Municipal de Franca e gostaria que a candidata falasse sobre seus projetos para a educação na cidade dando prioridade ao Ensino Fundamental”
Graciela -
Toda a qualidade do ensino passa também pela valorização do professor. Eu quero dizer para o professor que hoje 60% apenas do Fundeb é utilizado. Nós vamos usar 100% do Fundeb para a valorização do professor. Com relação ao Ensino Fundamental, nós precisamos melhorar a qualidade. Nós vamos ter um planejamento ouvindo cada bairro. Nós não podemos fazer um projeto só e único e impor para todas as escolas. Queremos um projeto de educação baseado nas necessidades e especificidades de cada bairro, porque é isso que os professores reclamam.

Comércio - Eliseu Carvalho pergunta pra senhora, ele se identifica como Eliseu do sofrido Leporace. ‘Dr. Graciela, o seu partido tem as chaves do CDHU, porém o deputado Silvio Torres, que é o presidente, não moveu uma vírgula para evitar a tragédia da derrubada das garagens e cômodos comerciais aqui do Leporace. A senhora acredita que tem potencial e capacidade de interferir nesse assunto tão importante?
Graciela -
Nós vamos cobrar atitude, porque nós não somos a favor da derrubada, nós queremos que o povo trabalhe. E o que eu puder fazer usando o poder de prefeito, o meu partido, eu vou fazer. Eu não vou lavar as minhas mãos.

Comércio - Sônia Noronha ela quer saber. ‘No primeiro turno, a senhora disse que ninguém manda na senhora. Quando disse isso estava se referindo a que? A sua decisão é sempre a que vai prevalecer?’
Graciela -
Foi com relação à Câmara, onde o prefeito mandava o projeto e todos os vereadores, sem lerem, sem fiscalizarem votavam, porque mandavam. Eu disse que ninguém me manda, claro, ele não me manda votar. Eu voto naquilo que eu acho que é correto. E repito, ninguém me manda. Agora, uma boa conversa, troca de ideias, participação do povo, participação da sociedade vão fazer parte do meu governo.

Comércio - Antônio Flavio do Nascimento pergunta: ‘a senhora acha que o prefeito Sidnei Rocha é arrogante e prepotente?’
Graciela -
Olha, ele é o prefeito, todo mundo sabe, as atitudes dele, conhece bem, não é?

Comércio - Ele é arrogante ou não?
Graciela -
Bom, eu acho que é arrogante. Eu entendo que a gente tem que ter sensibilidade, humildade. Porque se a gente não tem a humildade de ouvir o povo, acho que você não governa bem. Essa é a atitude dele, é a forma dele reagir, é o jeito dele chutar cone, agredir as pessoas na rodoviária. Eu não acho que isso deva ser a atitude de um prefeito, mas quem tem que avaliar é o povo.

4º BLOCO
Comércio - Na reabertura do horário eleitoral, o prefeito Sidnei Rocha disse que a senhora é desequilibrada. Como é que a senhora avalia a declaração do prefeito Sidnei Rocha?
Graciela -
De forma alguma isto existiu. Esse tipo de agressão é típico dele, todo mundo sabe, né. Mas nem vou falar nada com ele, na verdade, o meu adversário é o candidato Alexandre. Então eu não vou perder meu tempo comentando esse tipo de colocação. Meu adversário não é Sidnei Franco da Rocha, o meu adversário chama-se Alexandre Ferreira que foi secretário de Saúde e deixou essa saúde nessa situação que está. Então nem vou perder meu tempo com o prefeito.

Comércio - Recentemente um dos homens fortes do governo Sidnei Rocha decidiu se demitir. O ex-secretário municipal de finanças, Sebastião Ananias, deixou a administração. Acusou o candidato do PSDB de estelionato eleitoral e declarou apoio a sua candidatura. Como a senhora viu esse episódio?
Graciela -
Foi uma manifestação importante do secretário de finanças que, cansado de toda a situação, disse que não confiava mais, não admirava mais o prefeito, que não concordava com a candidatura do Alexandre Ferreira porque ele viu que quem estava fazendo toda a campanha era o prefeito. Então, entendeu e deixou claro para a população que estava havendo esse estelionato eleitoral, quer dizer, a população confundindo a candidatura do Alexandre Ferreira com o prefeito.

Comércio - Muitos insinuam que a demissão de Ananias só aconteceu após um pacto firmado com a senhora que garantiria a Ananias a posição de secretário na sua futura gestão. Houve esse acordo?
Graciela -
O Ananias manifestou várias vezes que ele não estava concordando, porque tudo que foi feito nessa cidade estava sendo atribuído a duas pessoas ao prefeito e o Alexandre Ferreira. Então havia um descontentamento do Sebastião Ananias.

Comércio - Houve o convite?
Graciela -
Eu teria o maior prazer que ele participasse do meu governo. Se ele quiser, as portas estão abertas.

Comércio - A senhora prometeu acabar com a fila de espera para as cirurgias eletivas, mas não pretende, a princípio, reaver a gestão do sistema público de saúde, o que manterá a Secretaria Estadual de Saúde no controle das guias de internação. Como pretende fazer pra zerar as filas se as cirurgias ainda terão que ser autorizadas pelo Governo do Estado?
Graciela -
Nós vamos zerar essa fila de cirurgias eletivas. Nós vamos comprar procedimento, nós vamos buscar recurso junto ao Governo Federal. Como disse o próprio Ministro da Saúde, o Alexandre Padilha, disse que só não terminaram com a, não zeraram essa fila de cirurgias eletivas porque o prefeito não foi buscar recursos, já era pra ter zerado. Então nós vamos atrás, nós vamos dar um jeito de acabar com essa espera.

Comércio - Em seu programa de governo para a área de trânsito, a senhora defende a criação de agentes de trânsito que teriam como função principal a fiscalização. Outro item que consta em seu plano de governo é a volta dos radares de velocidade. A senhora acredita que a fiscalização é o melhor caminho pra diminuir as mortes e os acidentes de trânsito em Franca?
Graciela -
Nós vamos colocar agentes de trânsito preparados para que eles orientem, encaminhem e fiscalizem. Nós temos que fiscalizar, nós temos que orientar, nós temos que educar, fazer campanha.

Comércio - Mas com multa? A senhora defende a aplicação de multas nesse processo de fiscalização?
Graciela -
Não, a fiscalização já é automática, quem infringe o trânsito tem multa.

Comércio - O seu adversário ontem propôs uma fiscalização educativa, onde é para parar o sujeito, mas não aplicar uma multa. Ele disse que ele para, orienta e educa. A senhora acredita que tem que multar ou que não tem que multar?
Graciela -
Olha, esses agentes de trânsito vão ser preparados para orientar, agora aquele que transgredir o trânsito tem que multar, é automático. Mas primeiro vai ter a orientação, vai ter advertência e não automaticamente ser multado não. Agora, é obvio que a fiscalização também inclui a pessoa que transgride o trânsito ser multada isso é automático, ela sabe que pode haver multa, pode ter perda de pontuação na carteira. Isso é normal, isso já faz parte da lei.

ATRASADA
A candidata Graciela Ambrósio (PP) chegou cerca de 11 minutos atrasada à sabatina do GCN na última quarta-feira. O motivo foi a cirurgia realizada por seu filho no mesmo dia em um hospital de Ribeirão Preto. A candidata fez questão de acompanhar e só depois vir para Franca.

ABATIDA
Visivelmente abatida com o problema de saúde do filho, Graciela, muitas vezes, se perdia em seu raciocínio durante a entrevista. Foi comum ela fazer pausas para encontrar as palavras corretas para explicar seus projetos e posicionamentos.

AJUDA
Para socorrê-la nestes momentos, a assessora de campanha Denise Silva tentava soprar as palavras sentada na plateia. Nos intervalos, também conversava com Graciela para que ela mantivesse a calma.

PENSANDO
Durante o bloco de perguntas dos ouvintes e leitores do GCN Comunicação, uma questão deixou Graciela visivelmente sem graça. Foi a que se referia ao comportamento do prefeito Sidnei Rocha. A candidata pensou muito antes de responder se considerava ou não o prefeito arrogante. Chegou até a arrancar risadas da plateia pela demora.

QUIETO
O candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Graciela, Gilson de Souza Filho, esteve presente no auditório do GCN, mas não se manifestou durante a entrevista de sua companheira política. Nem mesmo nos intervalos. Gilson assistiu a tudo atento, mas sem comentários.

VAIDADE FEMININA
Como veio direto do hospital para a sabatina, Graciela comentou com os jornalistas que estava se sentindo incomodada com sua falta de arrumação. “Queria ter mudado de roupa e arrumado o cabelo, mas, na correria, não consegui fazer nada. Espero que minha imagem no vídeo esteja boa”.

SEM AGENDA
Por conta do acidente do filho, a candidata Graciela cancelou todos os seus compromissos de campanha na quarta-feira. Só fez questão de comparecer à sabatina. “Não podia deixar de vir porque sei que muitos eleitores esperam esse evento para conhecer melhor nossas propostas e não quis decepcioná-los”.

DISCRETO
Ao contrário de Alexandre Ferreira, que abriu sua sabatina comentando o acidente do filho de Graciela e lamentando o ocorrido, Graciela deixou para agradecer o adversário por ter aceito a troca de datas da sabatina em suas considerações finais. O agradecimento foi curto e discreto. “Queria ainda agradecer ao Alexandre por ter aceito trocar o dia comigo”.

SEM CLAREZA
Durante a sabatina, foram muitos os pontos em que Graciela não deixou claro seu posicionamento. Entre eles, a municipalização do ensino e a aplicação de multas como uma das políticas de trânsito. No primeiro, a candidata deve solicitar um estudo. No segundo, defendeu uma fiscalização educativa e a aplicação de multas.
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários