Barra de ferro em escola atravessa perna de aluno de quatro anos


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Mais seguro com a vitória no primeiro turno, Alexandre Ferrreira se saiu bem na sabatina promovida pelo GCN na última terça-feira
Mais seguro com a vitória no primeiro turno, Alexandre Ferrreira se saiu bem na sabatina promovida pelo GCN na última terça-feira

O GCN Comunicação retomou na semana passada o projeto de sabatinas com os dois candidatos que disputam o segundo turno das eleições para a Prefeitura de Franca, Alexandre Ferreira (PSDB) e Graciela Ambrósio (PP). Um sorteio realizado definiu que Graciela seria a primeira a ser entrevistada na última terça-feira, mas, por conta de um acidente com o filho dela, a candidata solicitou a troca de datas com Alexandre Ferreira, que aceitou.

Na sabatina, o tucano se mostrou seguro. Debateu sobre algumas de suas propostas para a cidade, disse ser contra a instalação de novos núcleos do Programa Saúde da Família e a revisão do contrato com a São José. Também defendeu uma fiscalização educativa para o trânsito. Acompanhe abaixo um resumo da sabatina realizada na última terça-feira.

1º BLOCO

Comércio - Durante o 1º turno, quase todos os seus programas no horário eleitoral, o prefeito Sidnei Rocha teve uma participação maior que a sua. Não há uma inversão perigosa nisso?
Alexandre -
Feliz o candidato que tem o Sidnei Rocha à frente de uma campanha eleitoral. O Sidnei Rocha aparece apresentando um candidato que ninguém conhecia e por que que ninguém conhecia? Porque esse candidato nunca se preocupou em fazer campanha política; nunca se preocupou em fazer marketing de seu trabalho. O Sidnei é uma pessoa que hoje goza de um carisma muito grande na cidade, que tem uma aprovação de mais de 90% e nada mais natural de que ele, nesta condição, apresente o candidato dele. Agora é claro que o andar da carruagem vai mostrar que o candidato tem qualidade, tem consciência, sabe administrar, tem condição de gestão e conhece muito bem a prefeitura.

Comércio - Mas prefeito não usa o espaço do programa para apresentá-lo, ele usa para comemorar as virtudes do seu próprio governo e reduz sua participação na medida em que ele diz apenas que o senhor vai continuar o que ele fez. Já que era para usar um apresentador de luxo não seria mais justo com o eleitor que ele não apenas referendasse seu nome mas que dissesse o que o senhor vai fazer?
Alexandre -
Sim.

Comércio - Então por que não é feito isso?
Alexandre -
Hoje já é feito, a partir de sábado passado (retrassado). Nós mudamos completamente o programa.

Comércio - Foi neste programa que ele chamou a adversária de desequilibrada.
Alexandre -
Hoje não usamos mais o prefeito falando tanto tempo. Hoje sou eu que abro o programa, eu converso, eu falo, eu mostro as propostas que nós vamos fazer e como nós vamos fazer. Existia um planejamento de campanha que foi cumprido e esse planejamento nos trouxe ao segundo turno.

Comércio - O senhor concorda com a afirmação do prefeito Sidnei Rocha de que a candidata Graciela é desequilibrada?
Alexandre -
Na realidade, o prefeito não disse que ela é desequilibrada.

Comércio - Disse que está desequilibrada.
Alexandre -
Não disse que ela é desequilibrada, ele disse que ela agiu com desequilíbrio.

Comércio - O senhor concorda com essa afirmação?
Alexandre -
Quando você está esperando um resultado nas urnas e ele não vem, você tem que ter equilíbrio suficiente.

Comércio - O senhor acha que faltou equilíbrio à candidata?
Alexandre -
Eu acho que ela deveria ter apresentado a sua gratidão aos eleitores, coisa que ela não fez. Ela se limitou a atacar a gente sem ter necessidade.

2º BLOCO

Comércio - Na sua campanha o senhor costuma dizer que vai continuar com os programas da atual administração que estão deram certo e avançar no que não está funcionando. Na opinião do senhor, o que não está funcionando e como você pretende resolver essa situação?
Alexandre -
Olha, o que a gente tem que ver é que a administração, o governo hoje fez uma administração muito boa, tanto que tem mais de 90% de aprovação. Agora tem algumas coisas que realmente precisam ser organizadas, por exemplo, nós precisamos de um sistema de gestão da secretaria de educação um pouco mais rápido. Um sistema de gestão online em que há uma rede interligada. Isso é uma condição importante para os pais poderem acompanhar o que o seu filho está fazendo na escola.

Comércio - Sinceramente o senhor acredita que esse é o grande problema a ser combatido? O senhor não acha que combater as filas eletivas mereça a atenção imediata do candidato eleito?
Alexandre -
Não, quando a pergunta foi feita, o que que você acha que tem que ser feito? Uma delas é melhorar isso. Agora claro que cirurgia eletiva, a gente tem que dar um jeito de fazer a cirurgia eletiva.

Comércio - O senhor tem sido bastante econômico nas propostas. Até agora o que a população vê, basicamente é um mantra sendo repetido ‘Vou continuar o que deu certo’. Isso não é o mesmo que pedir ao eleitor um cheque em branco?
Alexandre -
Na realidade a campanha eleitoral ela é feita por várias maneiras. No site da campanha, tem todas as propostas detalhadas. Agora, o fato de a gente ter optado por, na televisão, apresentar um tipo de programa, não quer dizer que não tenhamos projeto de governo. As propostas estão sendo colocadas, nós temos elas todas no site esmiuçadas . Não pode ser levado em consideração só o programa eleitoral para dizer que nós não estamos mostrando proposta nenhuma.

Comércio - Durante o debate no GCN com os candidatos a prefeito de Franca, o senhor afirmou que é contra a ampliação da rede de Núcleos Saúde da Família. Apesar da sua afirmação, esse é um dos programas mais defendidos pelos especialistas em medicina e tem funcionado bem em todo o país. Se o senhor vencer, vai manter a posição de não ampliar os PSFs?
Alexandre -
Os PSFs têm dois momentos diferentes. Um é a visita casa a casa, a busca ativa do paciente que precisa ser cuidado, esse é um ponto. Segundo ponto é aquilo que ele pode oferecer de recurso para o paciente. Quando você analisa o recurso que o PSF, o nível de trabalho que ele oferece para o paciente é mínimo e hoje a população não quer mais esse nível de atendimento. Mas o PSF tem uma coisa que é muito boa, que é visita casa a casa dos agentes comunitários. O Ministério da Saúde criou recentemente a equipe de atenção básica, onde prevê esse serviço na Unidade Básica de Saúde que tem um nível de complexidade, uma qualidade dos serviços muito melhor.

Comércio - Não ficou claro para o eleitor. O senhor mantém a posição de não ampliar os núcleos de PSF?
Alexandre -
Mantenho a posição de não aumentar os núcleos, mas temos uma posição clara de que as UBSs precisam incorporar os agentes comunitários de saúde. E essa é a nossa proposta.

Comércio - O senhor afirma que as condições de atendimento na área de saúde pública em Franca são muito boas, mas o fato é que essa é a área em que há maior número de queixas. Se a situação é tão boa, como o senhor explica essas reclamações constantes?
Alexandre -
As reclamações são uma maneira de a gente medir qualidade de serviço. Quando a gente fala que no Pronto-socorro, atende mos 1400 pessoas por dia e temos um nível de cinco, seis reclamações não é muito. Claro que gostaríamos que elas não existissem. Gostaríamos que o serviço fosse perfeito, só que a gente nunca vai conseguir perfeição no serviço.

Comércio - O senhor não cogita a hipótese de que talvez o atendimento não seja bom, talvez a explicação mais simples seja de que o atendimento deixe a desejar e não que seja uma explicação pelo volume de reclamação versus número de atendimento?
Alexandre -
Nós trabalhamos sobre indicadores. E os indicadores nos dizem isso, que o volume de reclamação é muito baixo.

Comércio - Mas mais de 55% da população também diz, num indicador diferente que é a pesquisa de opinião, que saúde é um problema.
Alexandre -
A gente não consegue ser perfeito. Agora o nível de reclamação reclamação pontual é muito pequeno.

3º BLOCO
Comércio - Uma das poucas propostas detalhadas pelo senhor durante o horário eleitoral é a criação de motovias como alternativa para aliviar o trânsito e evitar acidentes. Em que ruas essas motovias seriam implantadas e como elas funcionariam?
Alexandre -
Essa é uma proposta organizada que a gente fez com a ideia de facilitar o trânsito de motos e diminuir os acidentes. Eu vou exemplificar: a avenida que dá acesso ao Distrito Industrial tem um fluxo bem definido do seu lado direito pela manhã e um fluxo muito bem definido no retorno, às 17 horas. Então nada mais natural que a gente possa, nesse intervalo de tempo, criar uma faixa específica de motovias, para que as motos possam transitar ali e sem precisar ficar cortando os carros. A mesma coisa acontece na Moacir Vieira Coelho.

Comércio - Em seu plano de governo o senhor não fala nada sobre a instalação de novos radares para o controle de velocidade na cidade. O senhor é contra o uso deste tipo de equipamento?
Alexandre -
Olha, eu sou a favor de uma fiscalização educativa, forte.

Comércio - Com multa ou sem?
Alexandre -
Eventualmente, você precisa utilizara multa. Agora essas ações educativas para o trânsito surtem mais efeito do que você receber na sua casa uma multa por falta do cinto de segurança, sem saber como foi, quando foi, se você estava ou não errado. As ações educativas no trânsito são muito mais importantes do que sair multando.

Comércio - Mas o senhor acha que o motorista habilitado, que passou dos 18 anos não sabe que tem que usar cinto, que não pode cruzar o sinal vermelho.
Alexandre -
Ele sabe. É claro que ele sabe.

Comércio - - Então...
Alexandre -
Eu não acredito que a multa resolva todos os problemas. É claro que você vai ter que lançar mão de uma multa eventualmente, mas eu não acredito que multa resolva. Acredito mais num policiamento, numa fiscalização.

Comércio - Na sabatina do GGN, ao ser questionado sobre o atual valor da tarifa de ônibus, o senhor afirmou que considera esse valor justo. O senhor é a favor da manutenção do contrato com a São José semqualquer alteração?
Alexandre -
Primeiro que nós não podemos ir mudando o contrato porque se a gente mudar o contrato nós temos que pagar multa. Agora eu acho que quanto maior o esforço que fizermos para diminuir o custo para o trabalhador, melhor vai ser a qualidade de vida das pessoas. Agora, a gente tem que ver que a lei diz que nós não podemos fazer um contrato com uma empresa que leve essa empresa à falência. Nós temos que fazer todos os esforços pra manter a passagem de ônibus, daqui em diante, dentro de um patamar que seja aceitável, mesmo que a gente tenha inúmeras leis de gratuidade na cidade.

Comércio - O senhor não pensa em apresentar nenhuma lei para rever isso?
Alexandre -
Não, e já vou avisando: a gente não tem intenção de rever as gratuidades.

Comércio - O atual governo tentou - sem êxito - criar a taxa da iluminação pública e também criar a taxa de publicidade, bem como pretendia alterar o índice utilizado para a correção dos tributos municipais através de projetos de lei enviados à Câmara Municipal. O senhor pretende insistir com projeto de aumento de tributos da atual administração?
Alexandre
-Nós temos que fazer um governo enxuto, transparente, gastando o dinheiro que nós temos. Nós não podemos sair a esmo aumentando tributo.

4º BLOCO
Comércio - Tatiane Soares da Silva pergunta ao senhor sobre a coleta de lixo. Ela diz que a coleta deixa muito a desejar, que os problemas continuam. E pergunta o que o senhor vai fazer para resolver esse problema.
Alexandre -
Temos visto que realmente precisam ser feitos alguns ajustes em relação à coleta de lixo em termos de horário, de frequência de recolhimento de lixo. A prefeitura concede à empresa a oportunidade de fazer esse serviço e a remunera por isso. Nós temos que fiscalizar e cobra isso.

Comércio - Pergunta de Antônio Flávio do Nascimento. Ele diz que o Museu Histórico Municipal encontra-se em um prédio que precisa de reformas e pergunta o que o senhor pretende fazer para preservar a memória cultural da cidade?
Alexandre -
Temos um apreço muito grande pelo museu. A memória da cidade é uma coisa que nós temos que conservar. Além disso, precisamos fazer os nossos alunos visitar o museu para que eles possam conhecer a história da cidade.

Comércio - Bruna Fernandes pergunta: por que nesta semana não havia médico ortopedista no NGA para atender os pacientes com consultas marcadas e o pronto-socorro estava sem médico no final de semana retrasado? O que o senhor pretende fazer?
Alexandre -
Bruna, primeiro eu não sei o que aconteceu no NGA, eu não sou mais secretário de Saúde. Lá tem ortopedista contratado para atender as pessoas, deve ter acontecido alguma coisa que o médico não foi trabalhar. Nós temos alguns problemas pontuais na saúde que buscamos soluções a todo instante. E é essa nossa função, melhorar a qualidade de atendimento, melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Comércio - Ismar Batista gostaria de perguntar se o senhor pretende fazer a municipalização do ensino até o nono ano.
Alexandre -
Não, a gente não pretende fazer isso. A nossa proposta é melhorar cada vez mais o ensino que é de responsabilidade do município e o atendimento das crianças em idade pré-escolar. Construir mais creches, abrir mais vagas, nem que a gente tenha que comprar vaga de unidades particulares.

Comércio - Essa vem de Artur Alves. Ele faz várias considerações sobre rodeios e quer saber se o senhor tem algum tipo de projeto para incentivar eventos dessa diretriz, é o termo que ele usa, na nossa cidade.
Alexandre -
Olha, Artur, hoje, existia uma proibição na cidade da realização de rodeio que, salvo melhor juízo, através de uma lei do vereador Evaldo Ismael de Oliveira, ela foi considerada , vamos dizer assim, ela fez uma lei excluindo a anterior e portanto hoje pode fazer rodeio em Franca sem problema algum. As pessoas devem fazer essa comunicação. Eu não sou contra a realização de rodeio, o que eu sou contra é fazer animal passar condições precárias ou estar em condições precárias. E nesta linha, o rodeio hoje é uma linha de lazer, que traz dinheiro pra cidade, que faz com que os hotéis fiquem ocupados, que faz com que as pessoas tenham horas agradáveis, lazer, enfim. Agora é importante, não depende muito da prefeitura pra realizar empreendimentos particulares, não depende da prefeitura fazer as festas, depende sim dos empresários quererem fazer a festa e não propriamente da prefeitura.


5º BLOCO

Comércio - Uma área em que a administração Sidnei Rocha é criticada é habitação. O município possui hoje um déficit habitacional de 11 mil moradias. Sobre esse assunto, o seu plano de governo cita apenas uma única linha: a criação do Programa Municipal da Habitação. Do que se trata esse programa?
Alexandre -
O fato é o seguinte, temos que fazer mais casas pra pessoas que ganham de um a três salários mínimos. Nós conseguimos várias, na realidade em torno de 1200 casa São Gabriel, Bom Sucesso, ali no Santa Efigênia tem alguma coisa , no Santa Bárbara também, mas ainda falta muita coisa. Por outro lado, aquelas residências de três, pra pessoas que tem o Minha Casa Minha Vida a mesma coisa, que ganham de quatro a seis salários mínimos, nós construímos, nós construímos não né, a cidade construiu e ofereceu isso à população, mais de cinco mil unidades, por exemplo aqui do lado, nós temos aqui do outro lado da avenida, 1424 se não me engano apartamentos dentro do Minha Casa Minha Vida, que ta dentro do plano do governo, financiado pela Caixa também, que são oferecidos para as pessoas. Então nós temos um volume muito grande de oferta de moradia. Agora, precisamos atacar especificamente de um a três salários mínimos, fazer casa pra essas pessoas.

Comércio - Recentemente a administração Sidnei Rocha conseguiu a aprovação da Câmara para compra do prédio conhecido como esqueleto por R$ 10 milhões. A ideia é reformar o local para instalação da Secretaria de Educação. Qual a opinião do senhor a respeito?
Alexandre -
Uma das coisas que faz a cidade crescer é não desfazer o que o outro governo fez. Nós não temos esta proposta de acabar ou parar o processo. Na realidade era um prédio que estava abandonado servindo para usuários dependentes químicos, para crimes e nós vamos resolver um problema crônico na cidade transformando a Secretaria de Educação num prédio bonito, bem estruturado e que dê conforto para a pessoas. Além da Secretaria de Educação ir pra lá, nos poderemos nos espaço do Champagnat aumentar as vagas de ensino técnico, porque nos temos a Etec, a Universidades Aberta do Brasil dentro do Champagnat e vai ser um grande ganho para a cidade, já que o que a gente busca hoje é capacitar a mão de obra para ser absorvida pelas empresa que vem pra Franca ou pelas empresas que já estão aqui.

GENTILEZA
Durante sua sabatina, na última terça-feira, Alexandre Ferreira foi gentil ao comentar o acidente sofrido pelo filho de sua adversária Graciela Ambrósio (PP). Ele disse que aceitou trocar as datas da entrevista porque entendia o que a candidata passava. “Eu também sou muito família, também priorizo meus filhos. Não podia deixar de atender ao pedido dela”.

SEM MULHER
Companhia constante de Alexandre Ferreira nesta campanha eleitoral, sua mulher, a advogada Cynthia Ferreira, não compareceu à sabatina. Ao ser questionado a respeito, Alexandre brincou: “Ela está trabalhando, afinal de contas, alguém tem que trabalhar nesta família”.

BOM HUMOR
Diferente do que se viu no primeiro turno, Alexandre Ferreira estava muito bem humorado na manhã de terça-feira, durante a sabatina. Brincou com os profissionais do GCN, contou piadinhas e divertiu a plateia. Os mais de 64 mil votos no primeiro turno parecem ter feito bem ao candidato.

TORTURA
Em um dos intervalos da sabatina, Alexandre contou aos repórteres que não consegue permanecer muito tempo parado em uma mesma posição. “Tenho uma dificuldade absurda em ficar quieto. Preciso sempre me mexer. Para mim, ficar sentado nesta sabatina é uma tortura”, disse aos pulos.

BIPOLAR
O candidato do PSDB também contou que não gosta de uma das bebidas mais populares do Brasil. Alexandre Ferreira não toma cerveja. “Quando fazemos churrasco com os amigos, sempre levo refrigerante. E como ainda assim sou bem animado, todo mundo brinca que pareço bipolar”.

TAL PAI TAL FILHO
O ex-deputado Milton Baldochi (PMDB) tem sido presença constante ao lado de seu filho Fernando Baldochi, vice de Alexandre Ferreira. Na sabatina do GCN, mais uma vez, ele esteve presente. Acompanhou tudo do lado do filho e a cada resposta segura de Alexandre elogiava.

SEM ASSESSOR
Durante a entrevista de mais de uma hora concedida na última terça-feira, Alexandre Ferreira estava tão seguro de seu posicionamento que dispensou a ajuda de seu assessor de comunicação Marcelo Facuri. Facuri até tentou ajudar em algumas dicas durante os intervalos, mas Alexandre disse que não precisava. “Marcelinho, nem precisa falar nada. Sei o que estou dizendo”.

INCOMODADO
A única afirmação que parece ter deixado Alexandre Ferreira incomodado durante a sabatina do GCN foi quando os jornalistas afirmaram que o candidato apresentou poucas propostas de governo durante os programas eleitorais do primeiro turno. A todo momento, Alexandre tentava desmentir a afirmação. Só parou depois que foi confrontado com o número de projetos apresentados: menos de dez.  

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