<b>CATÓLICA
S. AELREDO</b>
<i>1109-1166 abade "Aelredo" sugere a ideia de "conselheiro"</i>
O abade cisterciense S. Aelredo ou Etelredo nasceu na Inglaterra e ficou famoso pela integridade de vida, pela dedicação aos pobres e por suas pregações e escritos até hoje conservados. De família nobre, alcançou grande reputação e estima junto a Davi, rei da Escócia, filho de S. Margarida. Sabia ouvir com paciência e caridade não apenas os reclamos de quem se sentia desorientado e injustiçado, mas também as críticas contra sua pessoa.
Atraído à vida monástica, aos 24 anos deixou tudo: amizades, posição social, honrarias, riquezas e privilégios e ingressou, em 1134, na Ordem Cisterciense. Em 1142, foi eleito abade do mosteiro de Revesby e logo assumiu também a direção da abadia de Rieval, em que vivia cerca de 300 monges. Sabia por experiência o significado e o valor da amizade sincera, chegando a afirmar que a via necessária para chegar a Deus é a do amor concreto e gratuito entre as pessoas. E que não era pequena consolação ter alguém a quem amar, unindo-se em íntima afeição e, assim, abraçar o amor total; alguém em que o nosso espírito possa descansar; alguém a quem abrir o coração para compartilhar alegrias e tristezas...A seu respeito disse o abade Gilberto de Oilândia:
"...Quem terá sido mais circunspecto no falar? Era frágil no corpo, mas forte, vigoroso na alma...Jamais se encolerizava; suas palavras e ações traziam o cunho da unção e da paz da alma".
Deixou numerosos escritos, como Descrição da guerra do estandarte; Genealogia dos reis da Inglaterra; A vida de S. Eduardo; Vida de S. Margarida; rainha da Escócia; Sermões do tempo e dos santos; Espelho da caridade; Amizade espiritual. Era tão comedido que "mais parecia um ser espiritual do que um ser humano". Nos últimos anos de vida, suportou com heróica paciência o sofrimento causado por uma sucessão de enfermidades.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
<i>1109-1166 abade "Aelredo" sugere a ideia de "conselheiro"</i>
O abade cisterciense S. Aelredo ou Etelredo nasceu na Inglaterra e ficou famoso pela integridade de vida, pela dedicação aos pobres e por suas pregações e escritos até hoje conservados. De família nobre, alcançou grande reputação e estima junto a Davi, rei da Escócia, filho de S. Margarida. Sabia ouvir com paciência e caridade não apenas os reclamos de quem se sentia desorientado e injustiçado, mas também as críticas contra sua pessoa.
Atraído à vida monástica, aos 24 anos deixou tudo: amizades, posição social, honrarias, riquezas e privilégios e ingressou, em 1134, na Ordem Cisterciense. Em 1142, foi eleito abade do mosteiro de Revesby e logo assumiu também a direção da abadia de Rieval, em que vivia cerca de 300 monges. Sabia por experiência o significado e o valor da amizade sincera, chegando a afirmar que a via necessária para chegar a Deus é a do amor concreto e gratuito entre as pessoas. E que não era pequena consolação ter alguém a quem amar, unindo-se em íntima afeição e, assim, abraçar o amor total; alguém em que o nosso espírito possa descansar; alguém a quem abrir o coração para compartilhar alegrias e tristezas...A seu respeito disse o abade Gilberto de Oilândia:
"...Quem terá sido mais circunspecto no falar? Era frágil no corpo, mas forte, vigoroso na alma...Jamais se encolerizava; suas palavras e ações traziam o cunho da unção e da paz da alma".
Deixou numerosos escritos, como Descrição da guerra do estandarte; Genealogia dos reis da Inglaterra; A vida de S. Eduardo; Vida de S. Margarida; rainha da Escócia; Sermões do tempo e dos santos; Espelho da caridade; Amizade espiritual. Era tão comedido que "mais parecia um ser espiritual do que um ser humano". Nos últimos anos de vida, suportou com heróica paciência o sofrimento causado por uma sucessão de enfermidades.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
<b>ESPÍRITA
TRANSFORMAÇÃO</b>
<i>"Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados." Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:51).</i>
Refere-se o apóstolo dos gentios a uma das mais belas realidades da vida espiritual.
Nos problemas da morte, as escolas cristãs, trabalhadas pelas cogitações teológicas de todos os tempos, erigiram teorias diversas, definindo a situação da criatura, após o desprendimento carnal. É justo que semelhante situação seja a mais diversificada possível. Ninguém penetra o círculo da vida terrena em processo absolutamente uniforme, como não existem fenômenos de desencarnação com analogia integral. Cada alma possui a sua porta de "entrada" e "saída", conforme as conquistas próprias.
Fala-se demasiadamente em zonas purgatoriais, em trevas exteriores, em regiões de sono psíquico.
Tudo isso efetivamente existe em plano grandioso e sublime que, por enquanto, transcende o limitado entendimento humano.
Todos os que se abeberam nas fontes puras da verdade, com o Cristo, devem guardar sempre o otimismo e a confiança.
"Nem todos dormiremos" diz Paulo. Isto significa que nem todas as criaturas caminharão às tontas, nas regiões mentais da semi-inconsciência, nem todas serão arrebatadas a esferas purgatoriais e, ainda que tais ocorrências sucedessem, ouçamos, ainda, o abnegado amigo do Evangelho, quando nos assevera "mas todos seremos transformados".
Paulo não promete sofrimento inesgotável nem repouso sem-fim. Promete transformação.
Ninguém parte ao chamado da Vida Eterna senão para transformar-se.
Morte do corpo é crescimento espiritual.
O túmulo numa esfera é berço em outra.
E, como a função da vida é renovar para a perfeição, transformemo-nos para o bem, desde hoje.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
<i>"Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados." Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:51).</i>
Refere-se o apóstolo dos gentios a uma das mais belas realidades da vida espiritual.
Nos problemas da morte, as escolas cristãs, trabalhadas pelas cogitações teológicas de todos os tempos, erigiram teorias diversas, definindo a situação da criatura, após o desprendimento carnal. É justo que semelhante situação seja a mais diversificada possível. Ninguém penetra o círculo da vida terrena em processo absolutamente uniforme, como não existem fenômenos de desencarnação com analogia integral. Cada alma possui a sua porta de "entrada" e "saída", conforme as conquistas próprias.
Fala-se demasiadamente em zonas purgatoriais, em trevas exteriores, em regiões de sono psíquico.
Tudo isso efetivamente existe em plano grandioso e sublime que, por enquanto, transcende o limitado entendimento humano.
Todos os que se abeberam nas fontes puras da verdade, com o Cristo, devem guardar sempre o otimismo e a confiança.
"Nem todos dormiremos" diz Paulo. Isto significa que nem todas as criaturas caminharão às tontas, nas regiões mentais da semi-inconsciência, nem todas serão arrebatadas a esferas purgatoriais e, ainda que tais ocorrências sucedessem, ouçamos, ainda, o abnegado amigo do Evangelho, quando nos assevera "mas todos seremos transformados".
Paulo não promete sofrimento inesgotável nem repouso sem-fim. Promete transformação.
Ninguém parte ao chamado da Vida Eterna senão para transformar-se.
Morte do corpo é crescimento espiritual.
O túmulo numa esfera é berço em outra.
E, como a função da vida é renovar para a perfeição, transformemo-nos para o bem, desde hoje.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
<b>ALIMENTO DIÁRIO
O DESENVOLVIMENTO DA FÉ</b>
Em 2 Pedro 1:1 lemos:'Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo'. Neste versículo, o apóstolo Pedro nos apresenta a fé igualmente preciosa. A fé não vem das nossas obras, nem dos nossos esforços; Deus nos concedeu fé igualmente preciosa. É difícil dizer o que é fé e entendê-la de maneira plena. Há dois aspectos a respeito da fé: o objetivo e o subjetivo. Objetivamente, fé é aquilo em que cremos. Subjetivamente, fé é o nosso ato de crer. Portanto, fé é tanto objetiva como, subjetiva.
Inicialmente a fé é algo que está fora de nós, portanto é objetiva. Pelo ato de crer, nós a trazemos para o nosso interior e ela se torna nossa fé subjetiva. Por meio dessa fé que foi concedida a nós, a natureza divina tem seu ponto de partida para ser acrescentada a nós. À medida que desenvolvemos a fé, mais da natureza divina é acrescentada a nós, e, como resultado disso, nossa participação nessa natureza aumenta dia após dia. Precisamos, pois reunir toda a nossa diligência para que, a partir da fé preciosa, algo aconteça.
Em 2 Pedro 1:5 lemos: 'Por isso mesmo, vós reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento'. A palavra 'associai' nesse versículo também pode significar 'desenvolver'. A fé é uma semente divina plantada em nós. Quando a semente cresce, primeiro desenvolve o caule, depois os galhos, as folhas, e, por fim, o fruto. Devemos desenvolver sete itens: na fé desenvolver a virtude, na virtude, o conhecimento, no conhecimento, o domínio próprio, a perseverança, na perseverança, a piedade, o amor fraternal e no amor fraternal, o amor de Deus.
Todas as coisas que conduzem à vida e a piedade foram dadas a nós como a semente da fé. Deus também nos deu todas as Suas preciosas e mui grandes promessas. Isso mostra que Ele nos deu tudo. Então, com base no que Deus deu, Pedro diz que devemos cooperar com Ele, reunindo toda a nossa diligência. Reunir toda a nossa diligência significa ter responsabilidade por algo, tomá-lo com muito encargo, com muita presteza. Assim, Pedro nos exorta a desenvolver algo da semente que já temos. Essa fé não é estática, antes ela precisa ser desenvolvida, precisa avançar e crescer em nós.
Em 2 Pe 1:4 lemos: 'Pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina por meio do Espírito nós desenvolvemos virtude, conhecimento, domínio, perseverança, piedade, amor fraternal e amor de Deus. Quanto mais desfrutamos e participamos da natureza divina, mais crescemos na vida de Deus e desenvolvemos a natureza de Deus.
Igreja em Franca. R. Carmem Irene Batista
Em 2 Pedro 1:1 lemos:'Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo'. Neste versículo, o apóstolo Pedro nos apresenta a fé igualmente preciosa. A fé não vem das nossas obras, nem dos nossos esforços; Deus nos concedeu fé igualmente preciosa. É difícil dizer o que é fé e entendê-la de maneira plena. Há dois aspectos a respeito da fé: o objetivo e o subjetivo. Objetivamente, fé é aquilo em que cremos. Subjetivamente, fé é o nosso ato de crer. Portanto, fé é tanto objetiva como, subjetiva.
Inicialmente a fé é algo que está fora de nós, portanto é objetiva. Pelo ato de crer, nós a trazemos para o nosso interior e ela se torna nossa fé subjetiva. Por meio dessa fé que foi concedida a nós, a natureza divina tem seu ponto de partida para ser acrescentada a nós. À medida que desenvolvemos a fé, mais da natureza divina é acrescentada a nós, e, como resultado disso, nossa participação nessa natureza aumenta dia após dia. Precisamos, pois reunir toda a nossa diligência para que, a partir da fé preciosa, algo aconteça.
Em 2 Pedro 1:5 lemos: 'Por isso mesmo, vós reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento'. A palavra 'associai' nesse versículo também pode significar 'desenvolver'. A fé é uma semente divina plantada em nós. Quando a semente cresce, primeiro desenvolve o caule, depois os galhos, as folhas, e, por fim, o fruto. Devemos desenvolver sete itens: na fé desenvolver a virtude, na virtude, o conhecimento, no conhecimento, o domínio próprio, a perseverança, na perseverança, a piedade, o amor fraternal e no amor fraternal, o amor de Deus.
Todas as coisas que conduzem à vida e a piedade foram dadas a nós como a semente da fé. Deus também nos deu todas as Suas preciosas e mui grandes promessas. Isso mostra que Ele nos deu tudo. Então, com base no que Deus deu, Pedro diz que devemos cooperar com Ele, reunindo toda a nossa diligência. Reunir toda a nossa diligência significa ter responsabilidade por algo, tomá-lo com muito encargo, com muita presteza. Assim, Pedro nos exorta a desenvolver algo da semente que já temos. Essa fé não é estática, antes ela precisa ser desenvolvida, precisa avançar e crescer em nós.
Em 2 Pe 1:4 lemos: 'Pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina por meio do Espírito nós desenvolvemos virtude, conhecimento, domínio, perseverança, piedade, amor fraternal e amor de Deus. Quanto mais desfrutamos e participamos da natureza divina, mais crescemos na vida de Deus e desenvolvemos a natureza de Deus.
Igreja em Franca. R. Carmem Irene Batista
<b>ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
RENDIÇÃO E AUTOCRÍTICA</b>
Minha estabilidade proveio de tentar dar, não de exigir que me dessem.
É assim que eu penso que pode funcionar com a sobriedade emocional. Se olharmos cada distúrbio que temos, grande ou pequeno, encontraremos em sua raiz uma dependência doentia. Que possamos, com a ajuda de Deus, entregar continuamente essas exigências aleijantes. Então nos poderá ser dada a liberdade para viver e amar; poderemos então fazer um Décimo Segundo Passo para nós mesmos e para os outros, em direção à sobriedade emocional.
<b>A linguagem do coração, p. 238</b>
Anos de dependência do álcool, como um alterador químico de meu humor, tiraram-me a capacidade de interagir emocionalmente com meus companheiros. Pensava que tinha de ser autossuficiente, autoconfiante e automotivado num mundo de pessoas não confiáveis. No final perdi minha dignidade e fiquei dependente, sem qualquer capacidade para confiar em mim mesmo ou acreditar em qualquer outra coisa. Rendição e autoexame, enquanto compartilho com os que chegam, ajudam-me a pedir humildemente por socorro.
Extraído do livro Reflexões Diárias
Anos de dependência do álcool, como um alterador químico de meu humor, tiraram-me a capacidade de interagir emocionalmente com meus companheiros. Pensava que tinha de ser autossuficiente, autoconfiante e automotivado num mundo de pessoas não confiáveis. No final perdi minha dignidade e fiquei dependente, sem qualquer capacidade para confiar em mim mesmo ou acreditar em qualquer outra coisa. Rendição e autoexame, enquanto compartilho com os que chegam, ajudam-me a pedir humildemente por socorro.
Extraído do livro Reflexões Diárias
<b>SEICHO-NO-IE
Por que surgem desgraças neste mundo?</b>
Se você abrigar em sua mente o pensamento, ainda que íntimo, de que existe outra força além de Deus, que é o Bem, nascerá no seu íntimo algum tipo de temor. E esse temor, através da lei 'Tudo que se tem,vem', fará com que se projete neste mundo a coisa temida por você. Somente Deus é a existência real, e somente Deus é a origem de todas as coisas existentes. O que parece ser um 'mal' é a ilusão que criamos na mente, tomando o inexistente por 'existente'. A ilusão é como sonho: enquanto experiência mental, é sentida como 'existente', mas, na realidade, não existe. A doença, a desgraça, a pobreza, a calamidade, tudo é projeção das imagens que a mente delineou. Essas imagens também se projetam obedecendo e uma sequência, tal como as imagens de um filme cinematográfico.
Masaharu Taniguchi.
Se você abrigar em sua mente o pensamento, ainda que íntimo, de que existe outra força além de Deus, que é o Bem, nascerá no seu íntimo algum tipo de temor. E esse temor, através da lei 'Tudo que se tem,vem', fará com que se projete neste mundo a coisa temida por você. Somente Deus é a existência real, e somente Deus é a origem de todas as coisas existentes. O que parece ser um 'mal' é a ilusão que criamos na mente, tomando o inexistente por 'existente'. A ilusão é como sonho: enquanto experiência mental, é sentida como 'existente', mas, na realidade, não existe. A doença, a desgraça, a pobreza, a calamidade, tudo é projeção das imagens que a mente delineou. Essas imagens também se projetam obedecendo e uma sequência, tal como as imagens de um filme cinematográfico.
Masaharu Taniguchi.
<b>AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA DE 7º DIA</b>
A família de
<b>MARIA DE LOURDES NAZARETH</b>
agradecida pelas demonstrações de cari nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada hoje, dia 13 de janeiro de 2010, às 19 horas, na Catedral Nossa Senhora da Conceição (Matriz). Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
<b>MARIA DE LOURDES NAZARETH</b>
agradecida pelas demonstrações de cari nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada hoje, dia 13 de janeiro de 2010, às 19 horas, na Catedral Nossa Senhora da Conceição (Matriz). Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
<b>CONVITE DE MISSA DE 1 ANO</b>
A família de
<b>THEREZINHA D’ELIA BITTAR</b>
convida para a missa em sua memória, dia 13 de janeiro de 2010, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora da Conceição (Catedral). Pelo comparecimento, agradece.
<b>THEREZINHA D’ELIA BITTAR</b>
convida para a missa em sua memória, dia 13 de janeiro de 2010, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora da Conceição (Catedral). Pelo comparecimento, agradece.
<b>CONVITE DE MISSA DE 30 DIAS</b>
A família de
<b>ANTONIO DA SILVA (DA LUA)</b>
convida para a missa em sua memória, HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora das Graças. Pelo comparecimento, agradece.
<b>ANTONIO DA SILVA (DA LUA)</b>
convida para a missa em sua memória, HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora das Graças. Pelo comparecimento, agradece.
<b>PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO </b>
A família de
<b>HELENA MARIS DE JESUS</b>
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 12/01/2010. O sepultamento se dará às 14 horas, HOJE, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no velório Municipal do Leporace.
<b>HELENA MARIS DE JESUS</b>
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 12/01/2010. O sepultamento se dará às 14 horas, HOJE, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no velório Municipal do Leporace.
<b>NOTA DE FALECIMENTO E AGRADECIMENTO</b>
A família de
<b>SEBASTIÃO MATEUS DA SILVA</b>
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 12 de janeiro de 2010 e o sepultamento se dará no dia 13 de janeiro, às 15 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no Velório Municipal do Leporace.
<b>SEBASTIÃO MATEUS DA SILVA</b>
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 12 de janeiro de 2010 e o sepultamento se dará no dia 13 de janeiro, às 15 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no Velório Municipal do Leporace.
<b>NOTA DE FALECIMENTO E AGRADECIMENTO</b>
A família de
<b>MARGARIDA VELASCO BORGES</b>
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 12 de janeiro de 2010 e o sepultamento se dará no dia 13 de janeiro, às 14 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 7.
<b>MARGARIDA VELASCO BORGES</b>
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 12 de janeiro de 2010 e o sepultamento se dará no dia 13 de janeiro, às 14 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 7.
<b>PRECE MILAGROSA PARA PROSPERIDADE</b>
Oh! Criador do Mundo. Tu que disseste: Peça que receberás, embora esteja nas alturas, em Vossa Divina Glória, inclinai os seus ouvidos a esta humanidade criatura, para satisfazer-me o desejo. Ouve a minha prece. Oh! Pai Amado, fazei que por vossa vontade eu obtenha a graça que tanto almejo (fazer o pedido). Deus supre agora todas as minhas necessidades, segundo as minhas riquezas em Glória e serei grato por suas riquezas sempre ativas, presentes, imutáveis, abundantes em minha vida. E que seja feito pelo Poder e Nome do Vosso adorado Filho Jesus. (Citar esta prece pela manhã 7 vezes, juntamente com o salmo 23 e um Pai Nosso). Mande publicar no 3º dia e observe o que acontecerá no 4º dia.
(M.M.L.)
(M.M.L.)
<b>SIMPATIA PARA PARAR DE BEBER</b>
Pegar 1/2 copo de cachaça colocar em um lugar que ninguém veja. Oferecer para as almas benditas e dizer: assim como este cheiro vai sumir, o vício de fulano vai acabar. No outro dia pega-se o copo com a cachaça e joga-se em um lugar qualquer, com o copo e tudo, depois publicar em jornal esta simpatia por 3 dias.
(V.C)
(V.C)
Fale com o GCN/Sampi!
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