<b>CATÓLICA
S. Paulo de Tebaida</b>
<i>"Paulo" significa "pequeno"</i>
Paulo de Tebaida é considerado o eremita precursor do estilo de vida solitário, retirado do mundo, habitando cavernas e lugares ermos, longe de qualquer burburinho humano, na mais completa solidão. Era homem muito rico e de educação esmerada que, na perseguição do imperador Décio, refugiou-se na casa da irmã. Temendo, então, que o cunhado o denunciasse para ficar com a herança, fugiu para as montanhas desertas e afeiçoou-se à vida de solidão. Descobriu uma caverna, uma fonte e uma velha palmeira, e ali passou o resto da vida. Conta a tradição que tal era seu isolamento que, ao ser visitado por S. Antão, o pai dos monges, quis saber: "Dizei-me, como vai o gênero humano? Ainda se fazem novas casas nas velhas cidades? Sob que império está o mundo?" Aos 113 anos, sentindo que Deus o chamava, pediu ao amigo Antão fosse buscar o manto de S. Atanásio, para envolver-lhe o corpo, querendo dizer com isso que morria em comunhão com a Igreja.
<b>S. Marcelo I</b>
<i>"Marcelo" quer dizer "pequeno martelo"</i>
Marcelo foi o sucessor de Marcelino nos primeiros anos do século IV. De origem romana, sua família exerceu grande influência na cidade de Roma. O imperador romano Diocleciano, responsável pela sangrenta perseguição aos cristãos em 303, abdicou em 305, prenunciando um tempo de relativa paz, favorável ao cristianismo. De fato, em 313, promulgou-se o Edito de Milão, em que se reconhecia solenemente "a liberdade de consciência e a igualdade perante a lei de todos os cultos no mundo romano". Coube ao pontífice Marcelo reorganizar a vida da Igreja e acompanhar a restituição dos bens eclesiásticos (cemitérios, templos, etc.) que haviam sido confiscados pelo Estado. Esse período de transição de uma fé vivida na clandestinidade para uma fé reconhecida pelo Estado e celebrada publicamente foi marcado por intrigas e desavenças. S. Marcelo foi exilado pelo imperador Maximiano e, no exílio, condenado a viver numa estrebaria e a cuidar de cavalos. Por esse motivo é tido como protetor dos palafreneiros ou cavalariços.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
<i>"Paulo" significa "pequeno"</i>
Paulo de Tebaida é considerado o eremita precursor do estilo de vida solitário, retirado do mundo, habitando cavernas e lugares ermos, longe de qualquer burburinho humano, na mais completa solidão. Era homem muito rico e de educação esmerada que, na perseguição do imperador Décio, refugiou-se na casa da irmã. Temendo, então, que o cunhado o denunciasse para ficar com a herança, fugiu para as montanhas desertas e afeiçoou-se à vida de solidão. Descobriu uma caverna, uma fonte e uma velha palmeira, e ali passou o resto da vida. Conta a tradição que tal era seu isolamento que, ao ser visitado por S. Antão, o pai dos monges, quis saber: "Dizei-me, como vai o gênero humano? Ainda se fazem novas casas nas velhas cidades? Sob que império está o mundo?" Aos 113 anos, sentindo que Deus o chamava, pediu ao amigo Antão fosse buscar o manto de S. Atanásio, para envolver-lhe o corpo, querendo dizer com isso que morria em comunhão com a Igreja.
<b>S. Marcelo I</b>
<i>"Marcelo" quer dizer "pequeno martelo"</i>
Marcelo foi o sucessor de Marcelino nos primeiros anos do século IV. De origem romana, sua família exerceu grande influência na cidade de Roma. O imperador romano Diocleciano, responsável pela sangrenta perseguição aos cristãos em 303, abdicou em 305, prenunciando um tempo de relativa paz, favorável ao cristianismo. De fato, em 313, promulgou-se o Edito de Milão, em que se reconhecia solenemente "a liberdade de consciência e a igualdade perante a lei de todos os cultos no mundo romano". Coube ao pontífice Marcelo reorganizar a vida da Igreja e acompanhar a restituição dos bens eclesiásticos (cemitérios, templos, etc.) que haviam sido confiscados pelo Estado. Esse período de transição de uma fé vivida na clandestinidade para uma fé reconhecida pelo Estado e celebrada publicamente foi marcado por intrigas e desavenças. S. Marcelo foi exilado pelo imperador Maximiano e, no exílio, condenado a viver numa estrebaria e a cuidar de cavalos. Por esse motivo é tido como protetor dos palafreneiros ou cavalariços.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
<b>ESPÍRITA
FORTALEZA</b>
<i>'Sabendo que a tribulação produz fortaleza.' - Paulo. (Romanos, 5:3.)</i>
Quereis fortaleza? Não vos esquiveis à tempestade.
Muita gente pretende robustecer-se ao preço de rogativas para evitar o serviço áspero. Chegada a preciosa oportunidade de testemunhar a fé, internam-se os crentes, de maneira geral, pelos caminhos largos da fuga, acreditando-se em segurança. Entretanto, mais dia menos dia, surge a ocasião dolorosa em que abrem falência de si mesmos.
Julgam-se, então, perseguidos e abandonados.
Semelhantes impressões, todavia, nascem da ausência de preparo interno.
Esquecem-se os imprevidentes de que a tempestade possui certas funções regeneradoras e educativas, que é imprescindível não menosprezar.
A tribulação é a tormenta das almas. Ninguém deveria olvidar-lhe os benefícios.
Quando a verdade brilhar, no caminho das criaturas, ver-se-á que obstáculos e sofrimentos não representam espantalho para os homens, mas sim quadros preciosos de lições sublimes que os aprendizes sinceros nunca podem esquecer.
Que seria da criança sem a experiência? Que será do espírito sem a necessidade?
Aflições, dificuldades e lutas são forças que compelem à dilatação de poder, ao alargamento de caminho.
É necessário que o homem, apesar das rajadas aparentemente destruidoras do destino, se conserve de pé, desassombradamente, marchando, firme, ao encontro dos sagrados objetivos da vida. Nova luz lhe felicitará, então, a esfera íntima, conduzindo-o, desde a Terra, à gloriosa ressurreição no plano espiritual.
Escutemos as palavras de Paulo e vivamo-las!
Ai daqueles que se deitarem sob a tempestade! Os detritos projetados do monte pelas correntes do aguaceiro poderão sufocá-los, arrastando-os para o fundo do abismo.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Quereis fortaleza? Não vos esquiveis à tempestade.
Muita gente pretende robustecer-se ao preço de rogativas para evitar o serviço áspero. Chegada a preciosa oportunidade de testemunhar a fé, internam-se os crentes, de maneira geral, pelos caminhos largos da fuga, acreditando-se em segurança. Entretanto, mais dia menos dia, surge a ocasião dolorosa em que abrem falência de si mesmos.
Julgam-se, então, perseguidos e abandonados.
Semelhantes impressões, todavia, nascem da ausência de preparo interno.
Esquecem-se os imprevidentes de que a tempestade possui certas funções regeneradoras e educativas, que é imprescindível não menosprezar.
A tribulação é a tormenta das almas. Ninguém deveria olvidar-lhe os benefícios.
Quando a verdade brilhar, no caminho das criaturas, ver-se-á que obstáculos e sofrimentos não representam espantalho para os homens, mas sim quadros preciosos de lições sublimes que os aprendizes sinceros nunca podem esquecer.
Que seria da criança sem a experiência? Que será do espírito sem a necessidade?
Aflições, dificuldades e lutas são forças que compelem à dilatação de poder, ao alargamento de caminho.
É necessário que o homem, apesar das rajadas aparentemente destruidoras do destino, se conserve de pé, desassombradamente, marchando, firme, ao encontro dos sagrados objetivos da vida. Nova luz lhe felicitará, então, a esfera íntima, conduzindo-o, desde a Terra, à gloriosa ressurreição no plano espiritual.
Escutemos as palavras de Paulo e vivamo-las!
Ai daqueles que se deitarem sob a tempestade! Os detritos projetados do monte pelas correntes do aguaceiro poderão sufocá-los, arrastando-os para o fundo do abismo.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
<b>ALIMENTO DIÁRIO
A EXPRESSÃO MÁXIMA DA NATUREZA DIVINA</b>
A fé o ponto de partida para que a natureza divina se desenvolva em nós. Vimos que na fé, precisamos desenvolver o conhecimento; a este por sua vez, desenvolvemos o domínio próprio; a perseverança, que inclui a paciência; à perseverança, a piedade, a fraternidade, o amor (2 Pe 1:5-7). Temos, assim o amor entre os irmãos, que todavia, ainda é insuficiente. Precisamos desenvolver algo mais: o amor ágape, o amor de Deus.
As epístola de João nos ajudam a compreender melhor o que é ágape, pois explicam que ágape é amor, que Deus é amor, e que, portanto, o amor ágape é Deus(1 Jo 4:8,16). A natureza divina vai se desenvolvendo até sua expressão máxima que é amor. Contudo só o amor entre os irmãos não é suficiente, pois essa natureza quer se desenvolver ainda mais. Seu ponto máximo, então, é o amor ágape, o amor de Deus.
Em 1 João 4:7 lemos: 'Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a amor, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus'. Esse versículo se refere ao amor ágape, o amor mais elevado. Nós, na vida da igreja, devemos amar uns aos outros de maneira muito espontânea. Se a natureza divina é acrescentada em nós, naturalmente passamos a amar mais. Esse nosso amor uns para com os outros não provém de uma ordem, de uma obrigação, mas é gerado pela vida de Deus que há em nós, a qual nos faz amar-nos mutuamente.
Se nosso amor para, com os irmãos tem por base o que há em nós, a qual nos faz amar-nos mutuamente.
Se nosso amor para com os irmãos tem por base o que lemos em um mandamento, ele está somente na letra.
Entretanto, pelo fato de termos recebido o Espírito que dá vida, o amor e se expressa em nós de maneira espontânea.
Como vimos no versículo 4: 'Amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus'. O amor vem da natureza divina, e todo aquele que ama é nascido de Deus, porque a vida de Deus é uma vida de amor. Nós conhecemos a Deus, mas aquele que não ama não conhece a Deus. Louvado seja o Senhor, pois nós conhecemos a Deus, O expressamos em nosso viver e amamo-nos uns aos outros.
Em João 4:9 lemos: 'Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele'. Nós somos nascidos de Deus e temos a vida divina, que é amor. O versículo 10 prossegue: 'Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados'.
Deus nos amou quando nós ainda éramos pecadores. O amor do mundo não é assim, somente o amor de Deus foi capaz de enviar Seu filho como propiciação por nossos pecados. Esse é o verdadeiro amor, que nós precisamos conhecer.
Nos versículos 11 e 12 lemos: 'Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado'. Sabemos que Deus está em nós por meio de amarmos os irmão. Essa é a expressão de Deus em nós.
Igreja em Franca. R. Carmem Irene Batista
A fé o ponto de partida para que a natureza divina se desenvolva em nós. Vimos que na fé, precisamos desenvolver o conhecimento; a este por sua vez, desenvolvemos o domínio próprio; a perseverança, que inclui a paciência; à perseverança, a piedade, a fraternidade, o amor (2 Pe 1:5-7). Temos, assim o amor entre os irmãos, que todavia, ainda é insuficiente. Precisamos desenvolver algo mais: o amor ágape, o amor de Deus.
As epístola de João nos ajudam a compreender melhor o que é ágape, pois explicam que ágape é amor, que Deus é amor, e que, portanto, o amor ágape é Deus(1 Jo 4:8,16). A natureza divina vai se desenvolvendo até sua expressão máxima que é amor. Contudo só o amor entre os irmãos não é suficiente, pois essa natureza quer se desenvolver ainda mais. Seu ponto máximo, então, é o amor ágape, o amor de Deus.
Em 1 João 4:7 lemos: 'Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a amor, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus'. Esse versículo se refere ao amor ágape, o amor mais elevado. Nós, na vida da igreja, devemos amar uns aos outros de maneira muito espontânea. Se a natureza divina é acrescentada em nós, naturalmente passamos a amar mais. Esse nosso amor uns para com os outros não provém de uma ordem, de uma obrigação, mas é gerado pela vida de Deus que há em nós, a qual nos faz amar-nos mutuamente.
Se nosso amor para, com os irmãos tem por base o que há em nós, a qual nos faz amar-nos mutuamente.
Se nosso amor para com os irmãos tem por base o que lemos em um mandamento, ele está somente na letra.
Entretanto, pelo fato de termos recebido o Espírito que dá vida, o amor e se expressa em nós de maneira espontânea.
Como vimos no versículo 4: 'Amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus'. O amor vem da natureza divina, e todo aquele que ama é nascido de Deus, porque a vida de Deus é uma vida de amor. Nós conhecemos a Deus, mas aquele que não ama não conhece a Deus. Louvado seja o Senhor, pois nós conhecemos a Deus, O expressamos em nosso viver e amamo-nos uns aos outros.
Em João 4:9 lemos: 'Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele'. Nós somos nascidos de Deus e temos a vida divina, que é amor. O versículo 10 prossegue: 'Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados'.
Deus nos amou quando nós ainda éramos pecadores. O amor do mundo não é assim, somente o amor de Deus foi capaz de enviar Seu filho como propiciação por nossos pecados. Esse é o verdadeiro amor, que nós precisamos conhecer.
Nos versículos 11 e 12 lemos: 'Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado'. Sabemos que Deus está em nós por meio de amarmos os irmão. Essa é a expressão de Deus em nós.
Igreja em Franca. R. Carmem Irene Batista
<b>ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
VERDADEIRA TOLERÂNCIA</b>
<i>Para ser membro de A.A. o único requisito é o desejo de parar de beber.</i>
Ouvi a forma reduzida da Terceira Tradição, pela primeira vez, no Preâmbulo. Quando vim para A.A. não podia aceitar a mim mesmo, meu alcoolismo ou um Poder Superior. Se houvesse qualquer requisito físico, mental, moral ou religioso para ser membro, hoje eu estaria morto. Bill W. diz em sua fita sobre as Tradições, que a Terceira Tradição é um alvará para a liberdade individual. Porém, o que mais me impressionou foi o sentimento de aceitação dos membros que estavam praticando a Terceira Tradição, por me tolerarem e me aceitarem. Sinto que a aceitação é amor e amor é a vontade de Deus para nós.
Extraído do livro Reflexões Diárias
<i>Para ser membro de A.A. o único requisito é o desejo de parar de beber.</i>
Ouvi a forma reduzida da Terceira Tradição, pela primeira vez, no Preâmbulo. Quando vim para A.A. não podia aceitar a mim mesmo, meu alcoolismo ou um Poder Superior. Se houvesse qualquer requisito físico, mental, moral ou religioso para ser membro, hoje eu estaria morto. Bill W. diz em sua fita sobre as Tradições, que a Terceira Tradição é um alvará para a liberdade individual. Porém, o que mais me impressionou foi o sentimento de aceitação dos membros que estavam praticando a Terceira Tradição, por me tolerarem e me aceitarem. Sinto que a aceitação é amor e amor é a vontade de Deus para nós.
Extraído do livro Reflexões Diárias
<b>SEICHO-NO-IE
Sobre o valor do homem</b>
Você não deve lamentar o passado, nem se vangloriar dele. O que quer que tenha havido de ruim no seu passado, isso não representa você de 'agora'. O que quer que tenha havido de bom no seu passado, isso não representa você de 'agora'. O seu valor como pessoa está em 'como é' você 'agora'. O valor do homem não se mede através de 'o que ele possui'. Não deve considerar como valor de um indivíduo os bens que ele possui. Os ' bens materiais' do homem não são o 'homem' em si. O 'homem' em si é 'Filho de Deus'. É preciso saber, antes de mais nada, o que é 'homem'. Qualquer que seja a situação em que você se encontre. Ela é como a superfície do 'mar' sobre a qual está navegando uma embarcação. O seu valor não é determinado pela situação em que você está e sim pela maneira como age dentro dela.
Seicho-no-ie/Masaharu Taniguchi
Você não deve lamentar o passado, nem se vangloriar dele. O que quer que tenha havido de ruim no seu passado, isso não representa você de 'agora'. O que quer que tenha havido de bom no seu passado, isso não representa você de 'agora'. O seu valor como pessoa está em 'como é' você 'agora'. O valor do homem não se mede através de 'o que ele possui'. Não deve considerar como valor de um indivíduo os bens que ele possui. Os ' bens materiais' do homem não são o 'homem' em si. O 'homem' em si é 'Filho de Deus'. É preciso saber, antes de mais nada, o que é 'homem'. Qualquer que seja a situação em que você se encontre. Ela é como a superfície do 'mar' sobre a qual está navegando uma embarcação. O seu valor não é determinado pela situação em que você está e sim pela maneira como age dentro dela.
Seicho-no-ie/Masaharu Taniguchi
<b>PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO </b>
A família de
<b>FLAVIA MORELLI</b>
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 14/01/2010. O sepultamento se dará às 15 horas. HOJE, no Cemitério da Saudade. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 07.
<b>FLAVIA MORELLI</b>
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 14/01/2010. O sepultamento se dará às 15 horas. HOJE, no Cemitério da Saudade. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 07.
<b>CONVITE DE MISSA DE 1º ANIVERSÁRIO</b>
A família de
<b>ODETE ALVES CINTRA DOURADO</b>
convida para a missa em sua memória, HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora das Graças. Pelo comparecimento, agradece.
<b>ODETE ALVES CINTRA DOURADO</b>
convida para a missa em sua memória, HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora das Graças. Pelo comparecimento, agradece.
<b>SIMPATIA PARA PARAR DE BEBER</b>
Pegar 1/2 copo de cachaça colocar em um lugar que ninguém veja. Oferecer para as almas benditas e dizer: assim como este cheiro vai sumir, o vício de fulano vai acabar. No outro dia pega-se o copo com a cachaça e joga-se em um lugar qualquer, com o copo e tudo, depois publicar em jornal esta simpatia por 3 dias.
(V.C)
(V.C)
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.
