CATÓLICA
S. Celestino V
“Celestino” quer dizer “do céu”, “celestial”
O papa Celestino V nasceu em Isérnia, Itália. É lembrado como o organizador de uma comunidade de eremitas no monte Morone, conhecida como Ordem dos Irmãos do Espírito Santo ou Celestinos. Eleito papa aos 79 anos, em 1284, logo renunciou ao pontificado, em uma demonstração de profunda humildade. Despindo-se das vestes papais e vestindo o antigo hábito monástico, prostrou-se diante do povo e pediu perdão pelos erros cometidos. Temendo que o velho eremita lhe criasse dificuldades, Bonifácio VIII, seu sucessor, forçou-o a uma prisão voluntária na fortaleza de Fiumone, onde passou os dez meses restantes de sua vida no mais completo isolamento e abandono.
Oração
Do amigo verdadeiro
Deus, nosso Pai, lembrados de que vosso amor e fidelidade são para sempre, afastemos para longe de nós, hoje, todo pensamento negativo e todo sentimento de tristeza. Tão certo como o nascer e o pôr-do-sol é a certeza de que não abandonais os que em vós esperam. A cada momento, favoreceis nossa vida com novas oportunidades, novas soluções, novos apelos e chamados, novas buscas, novas esperanças. A cada momento renovais nosso ânimo; fortaleceis nossa fé e nos inspirais novos sonhos. Em vós recobramos novas forças e superação. Em vós, o que julgamos perdido é resgatado; o que para o homem é perda torna-se ganho e prêmio. Nossos clamores ouvi; nossas lágrimas consolai e enxugai. Sois o amigo verdadeiro em que não há decepção nem falsidade. Vós nos conheceis por dentro. Em vós não há fingimento nem engano, nem mentira nem condenação, nem falso julgamento. Sois o Amigo dos homens, o Deus fiel para sempre. Amém.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
“Celestino” quer dizer “do céu”, “celestial”
O papa Celestino V nasceu em Isérnia, Itália. É lembrado como o organizador de uma comunidade de eremitas no monte Morone, conhecida como Ordem dos Irmãos do Espírito Santo ou Celestinos. Eleito papa aos 79 anos, em 1284, logo renunciou ao pontificado, em uma demonstração de profunda humildade. Despindo-se das vestes papais e vestindo o antigo hábito monástico, prostrou-se diante do povo e pediu perdão pelos erros cometidos. Temendo que o velho eremita lhe criasse dificuldades, Bonifácio VIII, seu sucessor, forçou-o a uma prisão voluntária na fortaleza de Fiumone, onde passou os dez meses restantes de sua vida no mais completo isolamento e abandono.
Oração
Do amigo verdadeiro
Deus, nosso Pai, lembrados de que vosso amor e fidelidade são para sempre, afastemos para longe de nós, hoje, todo pensamento negativo e todo sentimento de tristeza. Tão certo como o nascer e o pôr-do-sol é a certeza de que não abandonais os que em vós esperam. A cada momento, favoreceis nossa vida com novas oportunidades, novas soluções, novos apelos e chamados, novas buscas, novas esperanças. A cada momento renovais nosso ânimo; fortaleceis nossa fé e nos inspirais novos sonhos. Em vós recobramos novas forças e superação. Em vós, o que julgamos perdido é resgatado; o que para o homem é perda torna-se ganho e prêmio. Nossos clamores ouvi; nossas lágrimas consolai e enxugai. Sois o amigo verdadeiro em que não há decepção nem falsidade. Vós nos conheceis por dentro. Em vós não há fingimento nem engano, nem mentira nem condenação, nem falso julgamento. Sois o Amigo dos homens, o Deus fiel para sempre. Amém.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
ESPÍRITA
APLIQUEMO-NOS
‘E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas necessárias, para que não sejam infrutuosos.’ - Paulo. (Tito, 3:14.)
É preciso crer na bondade, todavia, é indispensável movimentarmo-nos com ela, no serviço de elevação.
É necessário guardar a fé, contudo, se não a testemunharmos, nos trabalhos de cada dia, permaneceremos na velha superfície do palavrório.
Claro que todos devemos aprender o caminho da iluminação, entretanto, se nos não dispusermos a palmilhá-lo, não passaremos da atitude verbalista.
Há no Espiritismo cristão palpitantes problemas para os discípulos de todas as situações.
É muito importante o conhecimento do bem, mas que não esqueçamos as boas obras; é justo se nos dilate a esperança, diante do futuro, à frente da sublimidade dos outros mundos em glorioso porvir, mas não olvidemos os pequeninos deveres da hora que passa.
De outro modo, seríamos legiões de servidores, incapazes de trabalhar, belas figuras na vitrina das idéias, sem qualquer valor na vida prática.
A natureza costuma apresentar lindas árvores que se cobrem de flores e jamais frutificam; o céu, por vezes, mostra nuvens que prometem chuva e se desfazem sem qualquer benefício à terra sedenta.
As escolas religiosas, igualmente, revelam grande número de demonstrações dessa ordem. São os crentes promissores e infrutuosos, que a todos iludem pelo aspecto brilhante. Dia virá, porém, no qual se certificarão de que é sempre melhor fazer para ensinar depois, que ensinar sempre sem fazer nunca.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
APLIQUEMO-NOS
‘E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas necessárias, para que não sejam infrutuosos.’ - Paulo. (Tito, 3:14.)
É preciso crer na bondade, todavia, é indispensável movimentarmo-nos com ela, no serviço de elevação.
É necessário guardar a fé, contudo, se não a testemunharmos, nos trabalhos de cada dia, permaneceremos na velha superfície do palavrório.
Claro que todos devemos aprender o caminho da iluminação, entretanto, se nos não dispusermos a palmilhá-lo, não passaremos da atitude verbalista.
Há no Espiritismo cristão palpitantes problemas para os discípulos de todas as situações.
É muito importante o conhecimento do bem, mas que não esqueçamos as boas obras; é justo se nos dilate a esperança, diante do futuro, à frente da sublimidade dos outros mundos em glorioso porvir, mas não olvidemos os pequeninos deveres da hora que passa.
De outro modo, seríamos legiões de servidores, incapazes de trabalhar, belas figuras na vitrina das idéias, sem qualquer valor na vida prática.
A natureza costuma apresentar lindas árvores que se cobrem de flores e jamais frutificam; o céu, por vezes, mostra nuvens que prometem chuva e se desfazem sem qualquer benefício à terra sedenta.
As escolas religiosas, igualmente, revelam grande número de demonstrações dessa ordem. São os crentes promissores e infrutuosos, que a todos iludem pelo aspecto brilhante. Dia virá, porém, no qual se certificarão de que é sempre melhor fazer para ensinar depois, que ensinar sempre sem fazer nunca.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
ALIMENTO DIÁRIO
Leitura da Bíblia
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At 2:42)
O ensinamento dos apóstolos e a comunhão, o partir do pão e as orações
Precisamos ser salvos desta geração perversa, pois não conseguiremos mudá-la nem reformá-la. Deus a julgará um dia, nos três anos e meio da grande tribulação, e não queremos ter parte nisso. Nós devemos salvar-nos dela. Isso é verdade especialmente em relação aos jovens. Graças ao Senhor pelos jovens na vida da igreja, pois são muito preciosos, vivem a vida da igreja porque receberam o Espírito Santo como vida em seu interior e exteriormente no aspecto de poder, por isso são capazes de vencer o Maligno (cf. 1 Jo 2:13-14).
No dia de Pentecostes foram batizadas cerca de três mil pessoas, que perseveravam em quatro itens (At 2:42). O primeiro deles era o ensinamento dos apóstolos. Eles ouviam e obedeciam à palavra dos apóstolos que é um ensinamento que procede do Senhor Jesus e por isso devemos guardá-lo.
O segundo item é a comunhão. Essa é a comunhão da palavra dos apóstolos. Um dizia: “Eu ouvi a palavra dos apóstolos”. O outro respondia: “Eu também”, e então eles tinham comunhão mútua. É por isso que depois das mensagens nas reuniões ministeriais e conferências da vida da igreja, há um tempo para que os irmãos compartilhem, pois todos queremos desfrutar a comunhão uns dos outros.
Os outros dois itens da prática dos irmãos eram o partir do pão e as orações. Louvado seja o Senhor!
O que praticamos nas igrejas hoje, depois que nos arrependemos e recebemos o Espírito, é que nos reunimos em certa cidade e somos a igreja ali, portanto precisamos perseverar na prática do ensinamento dos apóstolos, na comunhão do ensinamento dos apóstolos, nas reuniões do partir do pão e nas orações. Esse viver é resultado do que aconteceu no dia de Pentecostes.
Quando cremos no Senhor, recebemos o Espírito em nós para ser o Espírito de vida que nos capacita a viver como cidadãos do reino dos céus e podemos expressar essa vida em nosso viver. Também recebemos o Espírito Santo como o poder exterior para nos capacitar para a obra do Senhor, para a expansão. Isso começou no dia de Pentecostes, porém nós também precisamos ter tais experiências. Já recebemos o Espírito como vida no interior, e exteriormente como poder, para levar a cabo a vontade de Deus que é ser fecundos, multiplicar-nos, encher a terra e sujeitá-la. Isso é o que praticamos.
Ponto-chave: Perseverar na prática dos quatro itens
Pergunta: Que significa, para você, ser salvo desta geração perversa?
Igreja em Franca Avenida José da Silva, 3651
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At 2:42)
O ensinamento dos apóstolos e a comunhão, o partir do pão e as orações
Precisamos ser salvos desta geração perversa, pois não conseguiremos mudá-la nem reformá-la. Deus a julgará um dia, nos três anos e meio da grande tribulação, e não queremos ter parte nisso. Nós devemos salvar-nos dela. Isso é verdade especialmente em relação aos jovens. Graças ao Senhor pelos jovens na vida da igreja, pois são muito preciosos, vivem a vida da igreja porque receberam o Espírito Santo como vida em seu interior e exteriormente no aspecto de poder, por isso são capazes de vencer o Maligno (cf. 1 Jo 2:13-14).
No dia de Pentecostes foram batizadas cerca de três mil pessoas, que perseveravam em quatro itens (At 2:42). O primeiro deles era o ensinamento dos apóstolos. Eles ouviam e obedeciam à palavra dos apóstolos que é um ensinamento que procede do Senhor Jesus e por isso devemos guardá-lo.
O segundo item é a comunhão. Essa é a comunhão da palavra dos apóstolos. Um dizia: “Eu ouvi a palavra dos apóstolos”. O outro respondia: “Eu também”, e então eles tinham comunhão mútua. É por isso que depois das mensagens nas reuniões ministeriais e conferências da vida da igreja, há um tempo para que os irmãos compartilhem, pois todos queremos desfrutar a comunhão uns dos outros.
Os outros dois itens da prática dos irmãos eram o partir do pão e as orações. Louvado seja o Senhor!
O que praticamos nas igrejas hoje, depois que nos arrependemos e recebemos o Espírito, é que nos reunimos em certa cidade e somos a igreja ali, portanto precisamos perseverar na prática do ensinamento dos apóstolos, na comunhão do ensinamento dos apóstolos, nas reuniões do partir do pão e nas orações. Esse viver é resultado do que aconteceu no dia de Pentecostes.
Quando cremos no Senhor, recebemos o Espírito em nós para ser o Espírito de vida que nos capacita a viver como cidadãos do reino dos céus e podemos expressar essa vida em nosso viver. Também recebemos o Espírito Santo como o poder exterior para nos capacitar para a obra do Senhor, para a expansão. Isso começou no dia de Pentecostes, porém nós também precisamos ter tais experiências. Já recebemos o Espírito como vida no interior, e exteriormente como poder, para levar a cabo a vontade de Deus que é ser fecundos, multiplicar-nos, encher a terra e sujeitá-la. Isso é o que praticamos.
Ponto-chave: Perseverar na prática dos quatro itens
Pergunta: Que significa, para você, ser salvo desta geração perversa?
Igreja em Franca Avenida José da Silva, 3651
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
A escravidão dos ressentimentos
... esse negócio de ressentimento é infinitamente grave, porque quando estamos abrigando estes sentimentos nos afastamos da luz do espírito.
Foi dito “Raiva é um luxo ao qual não posso me permitir”.
Sugere isto que eu ignore esta emoção humana? Acredito que não. Antes de conhecer o programa de A.A., eu era um escravo dos moldes de comportamento do alcoolismo. Estava acorrentado à negatividade, sem esperança de soltar-me.
Os Passos me ofereceram uma alternativa. O Quarto Passo é o início do final da minha escravidão. O Processo de “soltar-se” começa com um inventário. Não preciso ficar assustado, porque os Passos anteriores me garantem que não estou sozinho. Meu Poder Superior me guia até esta porta e me dá a dádiva da escolha. Hoje posso escolher abrir a porta para a liberdade e alegrar-me na luz dos Passos, uma vez que purificam o espírito dentro de mim.
Extraído do livro Reflexões Diárias
... esse negócio de ressentimento é infinitamente grave, porque quando estamos abrigando estes sentimentos nos afastamos da luz do espírito.
Foi dito “Raiva é um luxo ao qual não posso me permitir”.
Sugere isto que eu ignore esta emoção humana? Acredito que não. Antes de conhecer o programa de A.A., eu era um escravo dos moldes de comportamento do alcoolismo. Estava acorrentado à negatividade, sem esperança de soltar-me.
Os Passos me ofereceram uma alternativa. O Quarto Passo é o início do final da minha escravidão. O Processo de “soltar-se” começa com um inventário. Não preciso ficar assustado, porque os Passos anteriores me garantem que não estou sozinho. Meu Poder Superior me guia até esta porta e me dá a dádiva da escolha. Hoje posso escolher abrir a porta para a liberdade e alegrar-me na luz dos Passos, uma vez que purificam o espírito dentro de mim.
Extraído do livro Reflexões Diárias
SEICHO-NO-IE
O segredo do ‘estalo intuitivo’ que decide a sorte
Quando conscientizamos a nossa própria Natureza Divina e nos tornamos um com a Sabedoria Infinita que preenche o Universo, tornamo-nos também um com Deus, e então passa a fluir em nós a Sua Sabedoria Infinita. Portanto, decididamente, já não somos escravos da circunstâcia, nem prisioneiros da doença ou da pobreza. É sempre pelo fato de pôr em prática o que lhes vem à mente, na forma de ‘estalo’, que uns são bem-sucedidos e outros fracassam. O destino da pessoa depende do seguinte: se essa misteriosa ‘ sugestão repentina’ vem da ‘Sabedoria de Deus’ ou da ‘ falsa sabedoria’. Quando a pessoa obedece ao sussurro interno proveniente da ‘ilusão’, acaba destruindo sua própria vida. Portanto, devemos praticar o Shinsokan sem negligenciar, para recebermos a Sabedoria de Deus.
Quando conscientizamos a nossa própria Natureza Divina e nos tornamos um com a Sabedoria Infinita que preenche o Universo, tornamo-nos também um com Deus, e então passa a fluir em nós a Sua Sabedoria Infinita. Portanto, decididamente, já não somos escravos da circunstâcia, nem prisioneiros da doença ou da pobreza. É sempre pelo fato de pôr em prática o que lhes vem à mente, na forma de ‘estalo’, que uns são bem-sucedidos e outros fracassam. O destino da pessoa depende do seguinte: se essa misteriosa ‘ sugestão repentina’ vem da ‘Sabedoria de Deus’ ou da ‘ falsa sabedoria’. Quando a pessoa obedece ao sussurro interno proveniente da ‘ilusão’, acaba destruindo sua própria vida. Portanto, devemos praticar o Shinsokan sem negligenciar, para recebermos a Sabedoria de Deus.
Seicho-no-ie/Masaharu Taniguchi
AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA 7º DIA
A família de
LUIZ MOLINA PINHEIRO
agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada HOJE, às 19 horas na Igreja São Sebastião. Por mais este ano de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
LUIZ MOLINA PINHEIRO
agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada HOJE, às 19 horas na Igreja São Sebastião. Por mais este ano de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
SEBASTIÃO CARMO DE CARVALHO
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 18/05/2010. O sepultamento se deu às 16h30 no mesmo dia, no Cemitério Santo Agostinho. O velório aconteceu no São Vicente de Paulo - sala 06.
SEBASTIÃO CARMO DE CARVALHO
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 18/05/2010. O sepultamento se deu às 16h30 no mesmo dia, no Cemitério Santo Agostinho. O velório aconteceu no São Vicente de Paulo - sala 06.
PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
OMILDA MARIA PEREIRA GARCIA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido dia 16/05/2010. O sepultamento se deu no dia 17/05/2010 às 10 horas, no Cemitério da Saudade. O velório aconteceu no São Vicente de Paulo, sala 06.
OMILDA MARIA PEREIRA GARCIA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido dia 16/05/2010. O sepultamento se deu no dia 17/05/2010 às 10 horas, no Cemitério da Saudade. O velório aconteceu no São Vicente de Paulo, sala 06.
Fale com o GCN/Sampi!
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