Notas de Falecimento e Missas


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CATÓLICA

S. GREGÓRIO DE NISSA
 
Séc. IV-bispo-"Gregório" quer dizer "vigilante".
 
Natural do Ponto, Capadócia, Gregório nasceu por volta de 335. Com seu irmão, S. Basílio, a quem devotava a maior veneração e tinha como pai e mestre, e Gregório de Nazianzeno, foram considerados os "Luminares da Capadócia". De fato, se Basílio era o braço que atuava, Gregório era a cabeça que pensava. Antes de se tornar bispo de Nissa foi casado, mas, não demorou muito, ficou viúvo, quando tudo abandonou para viver na solidão em companhia do irmão Basílio, às margens do rio Íris. Mestre de literatura, homem de vasta leitura, conhecia as obras de Filão, Orígenes, Plotino, Porfírio, Giamblico. Foi sagrado bispo de Nissa por S. Basílio, que havia assumido na Capadócia a luta contra o arianismo, doutrina que negava a natureza divina de Jesus. Entretanto, em 372, o ariano Demóstenes, governador da região, mandou prendê-lo sob a acusação de mal administrar os bens eclesiásticos a favor dos pobres. Ajudado por seu irmão, Basílio, Gregório fugiu de Nissa e se refugiou em uma das muitas propriedades da Família, voltando a assumir o bispado somente mais tarde, em 378, com a morte do imperador ariano Valente, em 381, participou do I Concílio de Constantinopla, convocado por Teodósio, ocasião em que se formulou a doutrina da Santíssima Trindade e se refutou o arianismo.
 
Oração
Da libertação do egoísmo.?

 
Deus, nosso Pai, vós nos criastes e para nós dispusestes as coisas com justiça e equidade. Vós nos criastes e nos acarinhais, afogando-nos em vossas mãos. Quando nos sentimos longe de vós, vosso olhar nos cobre com vossa presença amorosa e providente. Em nossa fragilidade, surgis como o Rochedo que nos abriga. Com amor e ternura nos guardais como a pupila dos olhos e nos perigos nos escondeis como filhos à sombra de vossas asas. Por isso, Senhor, quebrai em nós hoje as cadeias do egoísmo, do orgulho e da soberba, quebrai e rompei tudo o que nos afasta de vós e nos coloca acima de nossos semelhantes. Reconciliai-nos uns com os outros, e não haja entre nós, nem senhor nem escravo, nem violento nem violentado, nem corrupto nem corrompido, nem dominador nem dominado, nem juiz nem réu. Mas todos sejamos irmãos, adoradores do Pai em espírito e verdade. Assim realizem-se as vossas promessas de paz de prosperidade: "Como será bom e belo esse país! Haverá trigo e vinho com fartura, e os moços e as moças crescerão fortes e bonitos".
 
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo, editora Ave-Maria.
 
 
ESPÍRITA
PELOS FRUTOS OBREIROS ATENTOS
 
– Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, esse tal será bem-aventurado em seus feitos.' -TIAGO, 1 :25.
 
O discípulo da Boa Nova, que realmente comunga com o Mestre, antes de tudo compreende as obrigações que lhe estão afetadas e rende sincero culto à lei de liberdade, ciente de que ele mesmo recolherá nas leiras do mundo o que houver semeado. Sabe que o juiz dará conta do tribunal, que o administrador responderá pela mordomia e que o servo se fará responsabilizado pelo trabalho que lhe foi conferido. E, respeitando cada tarefeiro do progresso e da ordem, da luz e do bem, no lugar que lhe é próprio, persevera no aproveitamento das possibilidades que recebeu da Providência Divina, atencioso para com as lições da verdade e aplicado às boas obras de que se sente encarregado pelos Poderes Superiores da Terra. Caracterizando-se por semelhante atitude, o colaborador do Cristo, seja estadista ou varredor, está integrado com o dever que lhe cabe, na posição de agir e servir, tão naturalmente quanto comunga com o oxigênio no ato de respirar. Se dirige, não espera que outros lhe recordem os empreendimentos que lhe competem. Se obedece, não reclama instruções reiteradas, quanto às atribuições que lhe são deferidas na disposição regimental dos trabalhos de qualquer natureza. Não exige que o governo do seu distrito lhe mande adubar a horta, nem aguarda decretos para instruir-se ou melhorar-se. Fortalecendo a sua própria liberdade de aprender, aprimorar-se e ajudar a todos, através da inteira consagração aos nobres deveres que o mundo lhe confere, faz-se bem-aventurado em todas as suas ações, que passam a produzir vantagens substanciais na prosperidade e elevação da vida comum. Semelhante seguidor do Evangelho, de aprendiz do Mestre passa à categoria dos obreiros atentos, penetrando em glorioso silêncio nas reservas sublimes do Celeste Apostolado.
 
Mensagem do Livro Fonte Viva
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
pelo espírito de Emmanuel

ALIMENTO DIÁRIO
O SAL DA TERRA E A LUZ DO MUNDO
 
Ontem vimos que as nove bem-aventuranças devem ser praticadas por nós para que possamos receber o galardão do rênio nos céus. Hoje veremos duas funções muito importante que o povo do reino deve ter enquanto vive no mundo: ser o sal da terra e a luz do mundo. Em Mateus 5:13 lemos: 'Vos sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhes restaurar o sabor? Para nada mais presta senão, para lançado fora, ser pisado pelos homens'. Como povo do reino dos céus, devemos ser como o sal da terra.
Antigamente enfatizávamos o sal como bactericida que mata as bactérias e evita que um alimento se deteriore, pois, quando salgamos um alimento, ele pode ser conservado por muito mais tempo.
O povo do reino dos céus tem de ser como sal da terra. No versículo citado o sal tem a função de 'dar sabor'. Por exemplo, se houver algum problema entre dois irmãos, devemos levar o sal para restaurar o 'sabor' daquela comunhão, ser os que trazem harmonia como pacificadores. Ser o sal da terra não é para repreender os outros, mas para uma função mais importante: restaurar o sabor.
Os brasileiros costumam temperar a própria salada na medida considerada adequada para cada pessoa. Se colocam pouco sal, o sabor não é realçado, mas se colocam o sal em excesso, senão 'salgaremos' muito aquela pequena reunião. O sal precisa ser na medida certa para que a reunião seja muito desfrutável.
Em Mateus 5, lemos 'Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa' (vs. 14-15). A luz citada nesse versículo é para alumiar a todos os que estão na casa. Como a luz do mundo, dissipamos todas as trevas.
Outra aplicação que podemos fazer é relacionar a luz com a candeia, conforme lemos em Mateus 5:15. A candeia não é para ser colocada debaixo do alqueire, mas no velador para iluminar a todos que se encontram na casa. O alqueire, antiga medida de volume para cereais, era um recipiente quadrado, feio de madeira ou de lata, não transparente, que comportava pouco mas de trinta e seis litros. Esse medidor de cereais também está relacionado a nosso sustento.
Colocar a candeia debaixo do alqueire é o mesmo que isolar sua luz. Como luz do mundo não podemos deixar a luz da candeia se apagar por causa da preocupação com o nosso sustento; antes, precisamos colocá-la no velador para que cumpra sua função de brilhar, iluminado a todos os que se encontram na casa.
 
Igreja em Franca. Rua Carmem Irene Batista

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
O QUÊ? NÃO TEM PRESIDENTE?
 
Ao saberem que nossa Sociedade não tem um presidente com autoridade para governá-la, nem um tesoureiro que possa executar eventuais dívidas... nossos amigos ficam boquiabertos e exclamam: "Não é possível..."
 
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES. p.118.
 
Quando finalmente abri meu caminho para A.A., não podia acreditar que não houvesse tesoureiro para "executar eventuais dívidas". Não podia imaginar uma organização que não exigisse contribuições monetárias em retribuição por um serviço. Foi minha primeira e, até então, única experiência de receber "alguma coisa por nada". Porque não me senti usado ou enganado pelas pessoas em A.A., fui capaz de me aproximar do programa, livre de preconceitos e com a mente aberta. Eles não queriam. Agradeço a Deus pela sabedoria dos cofundadores, que tem o alcoólicos ao se manipulado.
 
Reflexões Diárias, pág. 67.

SEICHO-NO-IE
Concretizam-se as coisas que sintonizam com a nossa 'crença'
 
Deus é Lei; por isso nunca castiga as pessoas, movido por parcialidade. Portanto, não há razão para temê-lo. Há pessoas que adoeceram justamente pelo fato de temerem o castigo de Deus; e outras curaram-se ao aprenderem que Deus é Amor e que, portanto, o castigo divino não existe. Isto se deve à lei da mente segundo a qual 'o que se crê concretiza-se'. Essa Lei é Deus, e ela faz surgir neste mundo coisas de freqüência igual à da nossa mente, como faz o radiorreceptor com as ondas de transmissão radiofônica.
 
Seicho-no-ie/Masaharu Taniguchi

PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
MARIA CONSOLAÇÃO DE SOUZA SILVA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido ontem. O sepultamento se dará HOJE às 13 horas, no Cemitério Municipal de Cristais Paulista. O velório acontece no São Vicente, sala 07.

PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
BENEDITO PONCIANO LOPES
participa com pesar o seu falecimento ocorrido ontem. O sepultamento se dará HOJE às 10 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente, sala 06.

PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
MARIA SILVERIA DA SILVA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido ontem. O sepultamento se dará HOJE às 17 horas, no Cemitério Municipal de Rifaina. O velório acontece no Velório Municipal de Rifaina.

NOTA DE FALECIMENTO
A família de
ZILDA RODRIGUES PRADO
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 11 de março de 2010 e o sepultamento se dará no dia 12 de março, às 16 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 9.

PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
NILSON APARECIDO DE ALMEIDA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido ontem. O sepultamento ocorreu no mesmo dia às 13 horas, no Cemitério Municipal de Delfinópolis/MG. O velório aconteceu no São Vicente, sala 06.

PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
LUIZ ANTÕNIO MARIM
participa com pesar o seu falecimento ocorrido ontem. O sepultamento ocorreu no mesmo dia às 16h30, no Cemitério Santo Agostinho. O velório aconteceu no Santo Agostinho.

PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
ABRAHÃO NEI AIDAR
participa com pesar o seu falecimento ocorrido ontem. O sepultamento ocorreu no mesmo dia às 17 horas, no Cemitério da Saudade. O velório aconteceu no São Vicente, sala 07.

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