CATÓLICA
S. José, esposo de Maria
"José" quer dizer "que Deus acrescente". Patrono da Igreja Universal, dos carpinteiros, operários, pais de família, sem-teto, dos moribundos e dos que buscam a justiça social
José era descendente do rei Davi (Mt 1,1-16; Lc 3,23-38). Carpinteiro por profissão (Mt 13,55), foi uma pessoa simples e de poucas posses (Lc 2,24). Esposo de Maria, por ela sofreu vendo-a esperar um filho que não era deles (Mt 1,19-25). Homem de fé, espera confiante no Senhor. Em sonhos conhece de um anjo a verdade sobre a criança que Maria esperava: o Filho de Deus. Para salvar a vida do Menino foge com ele e sua mãe para o Egito (Mt 2,13-23); quando Jesus fica no templo, angustia-se à sua procura (Lc 2,48). É invocado com a seguinte oração: Ó glorioso S. José... vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos. Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável. Ó Pai muito amado, em vós depositamos toda nossa confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder. S. José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que jamais houve, sede, nós vo-lo pedimos, o pai e protetor da nossa família, e impetrai-nos a graça de vivermos e morrer-mos no amor de Jesus e Maria. Amém.
José era descendente do rei Davi (Mt 1,1-16; Lc 3,23-38). Carpinteiro por profissão (Mt 13,55), foi uma pessoa simples e de poucas posses (Lc 2,24). Esposo de Maria, por ela sofreu vendo-a esperar um filho que não era deles (Mt 1,19-25). Homem de fé, espera confiante no Senhor. Em sonhos conhece de um anjo a verdade sobre a criança que Maria esperava: o Filho de Deus. Para salvar a vida do Menino foge com ele e sua mãe para o Egito (Mt 2,13-23); quando Jesus fica no templo, angustia-se à sua procura (Lc 2,48). É invocado com a seguinte oração: Ó glorioso S. José... vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos. Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável. Ó Pai muito amado, em vós depositamos toda nossa confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder. S. José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que jamais houve, sede, nós vo-lo pedimos, o pai e protetor da nossa família, e impetrai-nos a graça de vivermos e morrer-mos no amor de Jesus e Maria. Amém.
S. João Burali
"João" significa o "Senhor é misericordioso
Natural de Parma, João Burali (1209-1289) foi professor de filosofia e tudo deixou para ingressar na Ordem dos Franciscanos. Designado Geral, em 1247, visitou todos os conventos da Ordem, viajando a pé e vestido pobremente. Onde quer que chegasse, punha-se logo a ajudar nos mais humildes serviços. Em 1257 renunciou ao cargo de Geral da ordem, em favor de S. Boaventura, refugiando-se no eremitério de Greccio.
Oração
Da simplicidade de vida
Deus, nosso Pai, um dia Moisés tirou as sandálias para pisar na terra sagrada da sarça ardente (Ex 3,1ss). E descalço contemplou a Deus, em seu próprio coração. Ensinai-nos a viver na simplicidade, na verdade, na retidão, sabidos de que poucas coisas nos bastam e, por mais que sejamos possuidores, nada é mais importante que o pouco de ar de nossa respiração. O supérfluo apenas nos embaraça, pesa-nos, verga-nos, prende-nos, sufoca-nos em cruéis abafamentos. Alegremo-nos com os que se alegram,, e comunguemos da tristeza que aflora do humano coração. Partilhemos das angústias dos que se afligem e procuram paz e justiça. Dai-nos o pão nosso de cada dia, e o pão da vossa Palavra não nos falte como salutar alimento.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
ESPÍRITA
Natural de Parma, João Burali (1209-1289) foi professor de filosofia e tudo deixou para ingressar na Ordem dos Franciscanos. Designado Geral, em 1247, visitou todos os conventos da Ordem, viajando a pé e vestido pobremente. Onde quer que chegasse, punha-se logo a ajudar nos mais humildes serviços. Em 1257 renunciou ao cargo de Geral da ordem, em favor de S. Boaventura, refugiando-se no eremitério de Greccio.
Oração
Da simplicidade de vida
Deus, nosso Pai, um dia Moisés tirou as sandálias para pisar na terra sagrada da sarça ardente (Ex 3,1ss). E descalço contemplou a Deus, em seu próprio coração. Ensinai-nos a viver na simplicidade, na verdade, na retidão, sabidos de que poucas coisas nos bastam e, por mais que sejamos possuidores, nada é mais importante que o pouco de ar de nossa respiração. O supérfluo apenas nos embaraça, pesa-nos, verga-nos, prende-nos, sufoca-nos em cruéis abafamentos. Alegremo-nos com os que se alegram,, e comunguemos da tristeza que aflora do humano coração. Partilhemos das angústias dos que se afligem e procuram paz e justiça. Dai-nos o pão nosso de cada dia, e o pão da vossa Palavra não nos falte como salutar alimento.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
ESPÍRITA
NÃO TE AFASTES
'Mas livra-nos do mal.' - Jesus. (Mateus, 6:13.)
A superfície do mundo é, indiscutivelmente, a grande escola dos espíritos encarnados. Impossível recolher o ensinamento, fugindo à lição.
Ninguém sabe sem aprender.
Grande número de discípulos do Evangelho, descortinando alguns raios de luz espiritual, afirmam-se declarados inimigos da experiência terrestre. Furtam-se, desde então, aos mais nobres testemunhos. Defendem-se contra os homens, como se estes lhes não fossem irmãos no caminho evolutivo. Enxergam espinhos, onde a flor desabrocha, e feridas venenosas, onde há riso inocente. E, condenando a paisagem a que foram conduzidos pelo Senhor, para serviço metódico no bem, retraem-se, de olhos baixos, recuando do esforço de santificação.
Declaram-se, no entanto, desejosos de união com o Cristo, esquecendo-se de que o Mestre não desampara a humanidade. Estimam, sobretudo, a oração, mas, repetindo as sublimes palavras da prece dominical, olvidam que Jesus rogou ao Senhor Supremo que nos liberte do mal, mas não pediu o afastamento da luta.
Aliás, a sabedoria do Cristianismo não consiste em insular o aprendiz na santidade artificialista, e sim, em fazê-lo ao mar largo do concurso ativo de transformação do mal em bem, da treva em luz e da dor em bênção.
O Mestre não fugiu aos discípulos; estes é que fugiram dEle no extremo testemunho. O Divino Servidor não se afastou dos homens; estes é que o expulsaram pela crucificação dolorosa.
A fidelidade até ao fim não significa adoração perpétua em sentido literal; traduz, igualmente, espírito de serviço até ao último dia de força utilizável no mecanismo fisiológico.
Se desejas, pois, servir com o Senhor Jesus, pede a Ele que te liberte do mal, mas que não te afaste dos lugares de luta, a fim de que aprendas, em companhia dEle, a cooperar na execução da Vontade Celeste, quando, como e onde for necessário.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
A superfície do mundo é, indiscutivelmente, a grande escola dos espíritos encarnados. Impossível recolher o ensinamento, fugindo à lição.
Ninguém sabe sem aprender.
Grande número de discípulos do Evangelho, descortinando alguns raios de luz espiritual, afirmam-se declarados inimigos da experiência terrestre. Furtam-se, desde então, aos mais nobres testemunhos. Defendem-se contra os homens, como se estes lhes não fossem irmãos no caminho evolutivo. Enxergam espinhos, onde a flor desabrocha, e feridas venenosas, onde há riso inocente. E, condenando a paisagem a que foram conduzidos pelo Senhor, para serviço metódico no bem, retraem-se, de olhos baixos, recuando do esforço de santificação.
Declaram-se, no entanto, desejosos de união com o Cristo, esquecendo-se de que o Mestre não desampara a humanidade. Estimam, sobretudo, a oração, mas, repetindo as sublimes palavras da prece dominical, olvidam que Jesus rogou ao Senhor Supremo que nos liberte do mal, mas não pediu o afastamento da luta.
Aliás, a sabedoria do Cristianismo não consiste em insular o aprendiz na santidade artificialista, e sim, em fazê-lo ao mar largo do concurso ativo de transformação do mal em bem, da treva em luz e da dor em bênção.
O Mestre não fugiu aos discípulos; estes é que fugiram dEle no extremo testemunho. O Divino Servidor não se afastou dos homens; estes é que o expulsaram pela crucificação dolorosa.
A fidelidade até ao fim não significa adoração perpétua em sentido literal; traduz, igualmente, espírito de serviço até ao último dia de força utilizável no mecanismo fisiológico.
Se desejas, pois, servir com o Senhor Jesus, pede a Ele que te liberte do mal, mas que não te afaste dos lugares de luta, a fim de que aprendas, em companhia dEle, a cooperar na execução da Vontade Celeste, quando, como e onde for necessário.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
ALIMENTO DIÁRIO
'Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem' ( Hb 11:1)
Fé-Trazer à existência o que não existe
Em Hebreus 11:1 lemos:'Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem'. Realmente não temos outras palavras para descrever a fé. Ela é a certeza de coisas que se esperam e consiste na substantificação de coisas que não conseguimos ver e tocar. Além disso, essa fé é capaz de tornar concretas todas as coisas espirituais. Se temos algo visível, palpável, à nossa frente, não precisamos de fé.
O versículo 3 diz: 'Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem'. A fé nos faz entender que o universo foi formado pela palavra de Deus. Deus falou e o trouxe à existência. Essa mesma palavra nos leva a crer que Deus chamou à existência as coisas que não existem (Rm 4:17). Tudo isso veio por meio da palavra de Deus. Quando ele criou os céus e a terra, disse: 'Haja luz;e houve luz' (Gn1:3). Deus não falou: 'Bom, agora vou fazer a luz. Vou trabalhar bastante para criar a luz'. Ele simplesmente disse:
'Haja luz, e houve luz'. Da mesma forma ocorreu com respeito ao firmamento, seguido do ar que fez separação entre águas debaixo e águas de cima (vs.6-7).
No terceiro dia Ele fez surgir a porção seca, a terra (v.9), cujo significado espiritual é a ressurreição do Senhor Jesus, a qual gerou vida. Depois Deus ordenou que surgissem os luzeiros, porque a vida vegetal precisava de uma luz concreta para crescer (v.14). Se há luz concreta, e as plantas podem florescer e frutificar. Quando temos plantas em casa, queremos que elas cresçam, floresçam e deem frutos, por isso as colocamos sob a luz do sol, sem a qual as plantas não têm como crescer e gerar frutos.
Além da vida vegetal, foram criados da mesma forma os animais aquáticos (v.21). Deus, contudo, não achou suficiente, pois toda a terra estava sob domínio de Satanás (Lc 4:6). Para possuir novamente o que fora usurpado por seu inimigo, Ele criou os animais quadrúpedes, para encher a terra (Gn 1:24-25). Novamente, porém, Deus não estava satisfeito. Os animais tinham alma, mas não tinham espírito; portanto, Deus não poderia realizar Seu propósito por meio dos animais. Por isso ele criou à sua imagem, conforme a sua semelhança (vs. 26-27). O filho é o segundo da Trindade e aquele que tem a imagem e semelhança de Deus é o senhor Jesus. Fomos criados à imagem e semelhança do filho para sermos fecundos, multiplicar-nos e encher a terra, sujeitando-a novamente ao governo de Deus (v. 28). Deus deu essa incumbência ao homem, mais isso só é possível por meio da vida e natureza divinas nele.
Igreja em Franca. Rua Carmem Irene Batista
Fé-Trazer à existência o que não existe
Em Hebreus 11:1 lemos:'Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem'. Realmente não temos outras palavras para descrever a fé. Ela é a certeza de coisas que se esperam e consiste na substantificação de coisas que não conseguimos ver e tocar. Além disso, essa fé é capaz de tornar concretas todas as coisas espirituais. Se temos algo visível, palpável, à nossa frente, não precisamos de fé.
O versículo 3 diz: 'Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem'. A fé nos faz entender que o universo foi formado pela palavra de Deus. Deus falou e o trouxe à existência. Essa mesma palavra nos leva a crer que Deus chamou à existência as coisas que não existem (Rm 4:17). Tudo isso veio por meio da palavra de Deus. Quando ele criou os céus e a terra, disse: 'Haja luz;e houve luz' (Gn1:3). Deus não falou: 'Bom, agora vou fazer a luz. Vou trabalhar bastante para criar a luz'. Ele simplesmente disse:
'Haja luz, e houve luz'. Da mesma forma ocorreu com respeito ao firmamento, seguido do ar que fez separação entre águas debaixo e águas de cima (vs.6-7).
No terceiro dia Ele fez surgir a porção seca, a terra (v.9), cujo significado espiritual é a ressurreição do Senhor Jesus, a qual gerou vida. Depois Deus ordenou que surgissem os luzeiros, porque a vida vegetal precisava de uma luz concreta para crescer (v.14). Se há luz concreta, e as plantas podem florescer e frutificar. Quando temos plantas em casa, queremos que elas cresçam, floresçam e deem frutos, por isso as colocamos sob a luz do sol, sem a qual as plantas não têm como crescer e gerar frutos.
Além da vida vegetal, foram criados da mesma forma os animais aquáticos (v.21). Deus, contudo, não achou suficiente, pois toda a terra estava sob domínio de Satanás (Lc 4:6). Para possuir novamente o que fora usurpado por seu inimigo, Ele criou os animais quadrúpedes, para encher a terra (Gn 1:24-25). Novamente, porém, Deus não estava satisfeito. Os animais tinham alma, mas não tinham espírito; portanto, Deus não poderia realizar Seu propósito por meio dos animais. Por isso ele criou à sua imagem, conforme a sua semelhança (vs. 26-27). O filho é o segundo da Trindade e aquele que tem a imagem e semelhança de Deus é o senhor Jesus. Fomos criados à imagem e semelhança do filho para sermos fecundos, multiplicar-nos e encher a terra, sujeitando-a novamente ao governo de Deus (v. 28). Deus deu essa incumbência ao homem, mais isso só é possível por meio da vida e natureza divinas nele.
Igreja em Franca. Rua Carmem Irene Batista
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
UM ENIGMA QUE FUNCIONA
Talvez seja possível encontrar explicações das experiências espirituais iguais às nossas, mas tentei muitas vezes explicar a minha e só obtive bons resultados, ao narrá-la.
Conheço a sensação do que isto me deu e os resultados alcançados, mas compreendi que nunca entenderei completamente suas implicações mais profundas.
NA OPINIÃO DO BILL. p. 313
Tive uma profunda experiência espiritual durante uma reunião aberta de A.A., que me levou a falar: "Eu sou um alcoólico!". Não bebi desde aquele dia. Posso falar para vocês as palavras que ouvi antes da minha admissão e como me afetaram, mas como e porque aconteceu eu não sei. Acredito que um Poder Superior a mim me escolheu para que me recuperasse, mas ainda não sei o porquê. Tento não me preocupar ou imaginar o que ainda não sei; ao invés disso, confio que se continuar a praticar os Passos e os princípios de A.A. em minha vida e compartilhar minha história, serei guiado amorosamente para uma profunda e madura espiritualidade, na qual mais ainda me será revelado. Por enquanto, é uma dádiva para mim confiar em Deus, praticar os Passos e ajudar os outros.
Extraído do livro Reflexões Diárias
Talvez seja possível encontrar explicações das experiências espirituais iguais às nossas, mas tentei muitas vezes explicar a minha e só obtive bons resultados, ao narrá-la.
Conheço a sensação do que isto me deu e os resultados alcançados, mas compreendi que nunca entenderei completamente suas implicações mais profundas.
NA OPINIÃO DO BILL. p. 313
Tive uma profunda experiência espiritual durante uma reunião aberta de A.A., que me levou a falar: "Eu sou um alcoólico!". Não bebi desde aquele dia. Posso falar para vocês as palavras que ouvi antes da minha admissão e como me afetaram, mas como e porque aconteceu eu não sei. Acredito que um Poder Superior a mim me escolheu para que me recuperasse, mas ainda não sei o porquê. Tento não me preocupar ou imaginar o que ainda não sei; ao invés disso, confio que se continuar a praticar os Passos e os princípios de A.A. em minha vida e compartilhar minha história, serei guiado amorosamente para uma profunda e madura espiritualidade, na qual mais ainda me será revelado. Por enquanto, é uma dádiva para mim confiar em Deus, praticar os Passos e ajudar os outros.
Extraído do livro Reflexões Diárias
SEICHO-NO-IE
Na vida recebemos o equivalente ao preço pago
A vida tem preço fixo; portanto, você deve abandonar a ideia de que, regateando, poderá obter a felicidade por um preço mais baixo. Se você deseja obter algo bom, deve oferecer em troca o que você tem de mais valioso, hoje, neste momento. Procure não monopolizar a sua alegria; compartilhe-a com grande número de pessoas. Em primeiro lugar, dedique bondade aos outros. Dê-lhes alegria. Dê-lhes felicidade. A partir da alegria de dar, da alegria de oferecer, começa a abrir-se a porta do paraíso para você. Continue fazendo isso durante uma semana. A saúde melhorará, e qualquer espécie de doença começará a ceder. Continue mais um mês, dois meses... um ano, dois anos...e assim, você acabará conseguindo concretizar na Terra o paraíso da felicidade.
Seicho-no-ie Preceito/Masaharu Taniguchi
A vida tem preço fixo; portanto, você deve abandonar a ideia de que, regateando, poderá obter a felicidade por um preço mais baixo. Se você deseja obter algo bom, deve oferecer em troca o que você tem de mais valioso, hoje, neste momento. Procure não monopolizar a sua alegria; compartilhe-a com grande número de pessoas. Em primeiro lugar, dedique bondade aos outros. Dê-lhes alegria. Dê-lhes felicidade. A partir da alegria de dar, da alegria de oferecer, começa a abrir-se a porta do paraíso para você. Continue fazendo isso durante uma semana. A saúde melhorará, e qualquer espécie de doença começará a ceder. Continue mais um mês, dois meses... um ano, dois anos...e assim, você acabará conseguindo concretizar na Terra o paraíso da felicidade.
Seicho-no-ie Preceito/Masaharu Taniguchi
CONVITE DE MISSA 30º DIA
A família de
VAINER MARCIL ALVES RIBEIRO
convida para a missa em sua memória, dia 20 (sábado), às 19 horas, na Paróquia São Sebastião. Pelo comparecimento, agradece.
VAINER MARCIL ALVES RIBEIRO
convida para a missa em sua memória, dia 20 (sábado), às 19 horas, na Paróquia São Sebastião. Pelo comparecimento, agradece.
AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA DE 7º DIA
A família de
KELLY MARA MEHL
agradecida pelas demonstrações de cari-nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada dia 21/03/2010 (domingo), às 11 horas na Igreja Nossa Senhora das Graças. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
KELLY MARA MEHL
agradecida pelas demonstrações de cari-nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada dia 21/03/2010 (domingo), às 11 horas na Igreja Nossa Senhora das Graças. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
NOTA DE FALECIMENTO
A família de
ORACÍLIO TERENCIO DA SANTANA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 18 de março de 2010 e o sepultamento se dará no dia 19 de março, às 16 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 6.
ORACÍLIO TERENCIO DA SANTANA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 18 de março de 2010 e o sepultamento se dará no dia 19 de março, às 16 horas, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 6.
CONVITE DE MISSA DE 30º DIA
A família de
DIONE RODRIGUES
convida para a missa, dia 20 de março de 2010, às 19 horas, na Igreja Santo Antônio. Pelo comparecimento, agradece.
DIONE RODRIGUES
convida para a missa, dia 20 de março de 2010, às 19 horas, na Igreja Santo Antônio. Pelo comparecimento, agradece.
Fale com o GCN/Sampi!
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