Notas de Falecimento e Missas


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CATÓLICA

S. Máximo de Jerusalém
 
“Máximo” quer dizer “o maior”, “o de alta estatura”
 
 Terceiro bispo de Jerusalém, S. Máximo foi o sucessor de S. Macário, que governou aquela Igreja por volta do ano 311. Preso e torturado com extremo requinte de crueldade: arrancaram-lhe um dos olhos e queimaram seus pés com ferro em brasas. Nesse estado deplorável, foi deportado para o trabalho forçado em minas. S. Máximo exerceu grande influência no Concílio de Nicéia (325). Convocou todos os bispos da Palestina para assistirem à sagração da grande basílica que o imperador Constantino havia mandado construir. Foi defensor e amigo de S. Atanásio, na luta contra o arianismo. Governou por 20 anos a Igreja de Jerusalém.
 
S. Hilário
 
“Hilário” quer dizer “alegre”, “contente”, “divertido”
 
Bispo de Arles, S. Hilário viveu por volta de 449. Por influência de seu tio, o abade. S. Honorato, deixou tudo e fez-se monge no mosteiro de Lérins e mais tarde, bispo de Arles, sucedendo a S. Honorato. Era homem de vida simples, austera, disciplinada, intransigente, viajava sempre a pé, sempre preocupado em resgatar os cativos e manter a disciplina entre o clero.
 
Oração
Da comunhão e participação
 
Deus, nosso Pai, não sois um Deus solitário, mas um Deus comunhão, que é Pai, Filho e Espírito Santo (cf. Jo 16,5ss). Vós mesmo dissestes: “Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15,1-8). Rompei em nós o individualismo, que nos leva a viver sozinhos e divididos, sem preocupar-nos com os interesses maiores da comunidade. Abri nossos corações para que participemos ativamente da construção de um mundo, onde impere a verdade e a comunhão de mente e ideais. Sejam nossos e de todos a busca constante, a comunhão e a participação ativas, o empenho, a luta comum, o clamor por justiça. Sejam nossos e de todos o sonho de uma vida mais digna, da solidariedade entre as raças e culturas, da reconciliação universal, da união e da luta comum pela dignidade da pessoa, da esperança de um amanhã melhor que o presente.
 
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
 
 
ESPÍRITA
 
AUXÍLIO EFICIENTE
 
‘E abrindo a sua boca os ensinava.’ (Mateus, 5:2.)
 
O homem que se distancia da multidão raramente assume posição digna à frente dela.
Em geral, quem recebe autoridade cogita de encastelar-se em zona superior.
Quem alcança patrimônio financeiro elevado costuma esquecer os que lhe foram companheiros do princípio e traça linhas divisórias humilhantes para que os necessitados não o aborreçam.
Quem aprimora a inteligência, quase sempre abusa das paixões populares facilmente exploráveis.
E a massa, na maioria das regiões do mundo, prossegue relegada a si própria.
A política inferior converte-a em joguete de manobra comum.
O comércio desleal nela procura o filão de lucros exorbitantes.
O intelectualismo vaidoso envolve-a nas expansões do pedantismo que lhe é peculiar.
De época em época, a multidão é sempre objeto de escárnio ou desprezo pelas necessidades espirituais que lhe caracterizam os movimentos e atitudes.
Raríssimos são os homens que a ajudam a escalar o monte iluminativo.
Pouquíssimos mobilizam recursos no amparo social.
Jesus, porém, traçou o programa desejável, instituindo o auxílio eficiente.
Observando que os filhos do povo se aproximavam dEle, começou a ensinar-lhes o caminho reto, dando-nos a perceber que a obra educativa da multidão desafia os religiosos e cientistas de todos os tempos.
Quem se honra, pois, de servir a Jesus, imite-lhe o exemplo. Ajude o irmão mais próximo a dignificar a vida, a edificar-se pelo trabalho sadio e a sentir-se melhor.
 
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

 
ALIMENTO DIÁRIO
 
Leitura da Bíblia
 
 “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”  (At 2:21)
 
Crescer em vida invocando o nome do Senhor e lendo-orando a Palavra
 
Vejamos um pouco mais acerca da singularidade do ministério de cada apóstolo. No tocante ao invocar o nome do Senhor e ao ler-orar a Palavra, nós recebemos muita ajuda do nosso irmão Lee, pois essas eram práticas normais dos cristãos primitivos. No dia de Pentecostes, quando os cento e vinte começaram a falar em outras línguas, os judeus consideraram que eles estavam embriagados. Pedro, porém, levantou-se com os apóstolos e pregou-lhes o evangelho dizendo que eles não estavam embriagados, mas cheios do Espírito. Eles haviam recebido o Espírito interiormente, no aspecto essencial de vida (Jo 20:22), e depois de orarem, talvez por dez dias, foram cheios exteriormente do Espírito econômico de poder (At 1:8, 14; 2:1-4), por isso conseguiram falar as línguas de outros povos e tiveram intrepidez para falar a todos que estavam em Jerusalém.
Pedro usou o que estava escrito em Joel, mostrando às pessoas que elas poderiam ser salvas invocando o nome do Senhor Jl 2:28-32. Em Atos 2:21 lemos: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Se queremos ganhar salvação e vida, o caminho é invocar o nome do Senhor. Pedro foi o primeiro a pregar o invocar o nome do Senhor no Novo Testamento e essa se tornou uma prática comum entre os cristãos primitivos (cf. At 9:14; 1 Co 1:2).
Mesmo em meio ao sofrimento, o evangelho se propagava, as pessoas eram salvas e quanto mais coisas negativas lhe sobrevinham, mais a vida se expandia e crescia. Invocar o nome do Senhor e tomar a palavra de Deus com oração são ótimas formas de estar no espírito. Assim, eles cresciam em vida, a ponto de não se preocupar se seriam ou não martirizados.
Contudo, Satanás mudou de estratégia em seus ataques contra a igreja e, no ano 313 d.C., o imperador Constantino converteu-se ao cristianismo e fez da igreja a religião oficial do Império Romano, unindo assim a política com a religião. Com isso, bastava ser cidadão do império para ser membro da igreja; desse modo muitos falsos irmãos entraram para a igreja e a partir de então muitas práticas se perderam.
Graças ao Senhor, pois, no ano de 1966, a prática de invocar o nome do Senhor foi restaurada por meio do irmão Lee. Na década de 1970, quando o Senhor levantou um grupo de jovens no Brasil, que nos convidou para ajudá-los, a primeira coisa que fizemos foi levá-los a invocar o nome do Senhor, porque assim eram conduzidos a estar no espírito, além de lhes apresentar os Estudos-Vida e o ler-orar da Palavra. Isso é o que temos praticado até os dias de hoje, por mais de trinta anos, e nesses anos todos nós não mudamos. Visto que na vida da igreja temos praticado o invocar do nome do Senhor e o ler-orar da Palavra, temos crescido em vida.
Em várias ocasiões, ao treinar os presbíteros e cooperadores, o irmão Lee disse que se eles não invocassem o nome do Senhor, as palavras que eles falavam poderiam levá-los a orgulhar-se, porque o que eles falavam não tinha relação com a vida, mas seriam apenas palavras para atingir a mente das pessoas e não o espírito delas. Ele nos encorajou várias vezes. “Vocês precisam ser aqueles que invocam o nome do Senhor; precisam voltar ao espírito. Porque, o único meio de obter vida é tocar o Espírito em nosso espírito”. Hoje, não podemos de forma alguma perder essa prática.
 
Ponto-chave: O nome e a Palavra
 
Pergunta: Por que na época de 313 d.C., os cristãos pararam de invocar o nome do Senhor?
 
Igreja em Franca Avenida José da Silva, 3651

 
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
 
UM RECURSO INTERIOR DESCONHECIDO
 
Com poucas execuções, nossos membros descobrem que tinham tocado num recurso interior desconhecido, o qual eles em breve identificam com sua própria concepção de um Poder Superior a eles mesmos.
 
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS. P.194.
 
Desde os meus primeiros dias em A.A. enquanto lutava pela sobriedade, encontrei esperança nessas palavras de nossos co-fundadores. Muitas vezes ponderei sobre a Frase: “Eles tocaram num recurso interior desconhecido”. Como? Perguntava a mim mesmo, posso encontrar o Poder dentro de mim, quando sou tão impotente? No tempo certo, como os co-fundadores prometeram, despertou em mim: sempre tive a escolha entre a bondade e o mal, entre o altruísmo e o egoísmo, entre a serenidade e o medo.
Esse Poder Superior a mim mesmo é uma dádiva original que eu não reconhecia até conseguir uma sobriedade diária vivendo através dos Doze Passos de A.A.
 
Reflexões Diárias, pág. 23

 
SEICHO-NO-IE
 
Amemos sem reserva os amigos
 
A amizade não se obtém exigindo-a do outro, desejando apenas ser amado. É preciso amar também. A amizade é recíproca. Não adianta querer somente receber, sem nada ter oferecido. Quem poderá estimar uma pessoa mesquinha, maldosa e egoísta, que vive procurando defeitos nos outros? Se você deseja conquistar grandes amizades, precisa ser muito generoso. Precisa ser muito ativo. Precisa dedicar-se ao próximo, deixando os interesses próprios. Precisa ser alegre. Precisa ser capaz de sacrificar-se pelos amigos.
 
Seicho-no-ie/Masaharu Taniguchi

 
AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA 7º DIA
 
A família de
TEREZINHA APARECIDA SILVA NOVAIS
agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada HOJE, às 19 horas na Igreja Nossa Senhora das Graças. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.

 
PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
 
A família de
ELIANA IZABEL DE FREITAS SOARES
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 04/05/10. O sepultamento se dará às 16 horas, HOJE, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 11.

 
PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
 
A família de
IDA FERNANDES BARBOSA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido ontem. O sepultamento se dará HOJE, às 13 horas, no Cemitério Jardim das Oliveiras. O velório acontece no São Vicente, sala 06.

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