Morreu ontem, sexta-feira, em sua residência em Franca, por volta de 9 horas, a empresária, artista plástica e fundadora da APAE, Maria Aparecida – Nenzinha – Franchini. Viveu seus últimos anos batalhando contra um câncer. Ultimamente voltava com frequência ao Hospital do Câncer, para sessões de quimio e radioterapia. Após, internava-se no Hospital Regional para processos de recuperação. Conforme disse sua amiga Maria Ignez Tosello Archetti ao Comércio, “Nenzinha finalmente descansou de suas dores”.
Foi uma empresária vitoriosa. Durante toda a sua vida dedicou-se a manter e ampliar a empresa que recebeu, com o irmão Antônio Carlos, dos pais César Franchini e Julieta Blóis Franchini, a Franchini & Cia Ltda., representante de cervejaria em Franca para uma vasta região, que compreendia, além do nordeste do Estado de São Paulo, o sul e sudoeste de Minas Gerais.
Por anos consecutivos foi premiada por resultados comerciais e institucionais relevantes para a marca que representava. Sempre presente na vida social francana, integrou, de maneira informal, a equipe de trabalho da cronista social Patrícia (Sônia Menezes Pizzo), principalmente em causas de benemerência. Em determinada época, unida à jornalista e a suas amigas Maria Ignez Archetti, Maria Laura de Mello Franco Monteiro, Yolanda de Paula Lopes, Horaide Martins Ferreira e Elvira Abrão Moretti, deu origem a um movimento de pais e amigos de crianças especiais, derivando da dedicação executiva deste grupo a APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Franca.
Foi presidente da entidade e ocupou, por muitos anos, funções diretivas e executivas na entidade. Sempre em grupo, as amigas jamais se descuidaram daquela causa. Como empresária, Nenzinha, gestora objetiva e rápida, animou estratégias, alcançou vitórias e amizades sólidas, mas colecionou decepções com a mesma velocidade. Um dia, decidiu-se que havia chegado o momento de descansar. Entendeu-se com o irmão Antônio Carlos e foi morar em São Paulo. Lá, dedicou-se à pintura e às artes plásticas. Anos após sua retirada, a Franchini e Cia Ltda seria fechada para o surgimento, no mesmo parque industrial, da empresa Fors Refrigerantes, gerenciada por seus sobrinhos Kakalo e Karla Franchini, conquistando rapidamente espaço no disputado mercado nacional e lançando-se até a projetos internacionais.
Tomada pela doença, voltou a Franca. “Foram anos duros, os últimos”, disse Maria Ignez. “Nenzinha enfrentou tudo com a sua forma decidida de ser. Viu a morte de Yolanda e de Maria Laura. Chorou muito mas não se deixou abater, nem que se quebrasse sua fé na possibilidade de sobrevida. Foi até que não houvessem mais possibilidades”.
Durante a juventude, Nenzinha integrou equipes competitivas do basquete feminino da cidade. Segundo suas amizades, “foi no esporte que ela aprendeu a combater até a última gota de suor. Não gostava de entrar em disputas para não ganhar. Mirava sempre na vitória”. Já empresária referencial, dedicava-se também a incentivar quaisquer manifestações de benemerência pela qual se encantasse. “Tinha-se que convencê-la sobre a justiça da causa. Se isso se dava, ela se tornava determinante para os bons resultados”, encerrou Maria Ignez.
O corpo foi velado no São Vicente de Paulo e sepultado ontem mesmo, 17:30 horas, no Cemitério da Saudade.
CATÓLICA
S. Martinho I
“Martinho” quer dizer “guerreiro”, “belicoso”
Natural de Todi, Itália, S. Martinho I, foi o sucessor do papa Teodoro, conduzindo a Igreja por seis anos (649-655), em um período agitado por questões político-religiosas. O imperador Constante II, num documento, havia tomado partido a favor de dois grupos heréticos; os monotelitas, que afirmavam existir uma só vontade em Cristo; e os monofisitas, que defendiam a existência de uma única natureza em Jesus. No Concílio de Latrão, não só a intromissão do imperador em assuntos eclesiásticos foi repudiada, como seu documento foi condenado. Desencadeou-se, então, uma onda de perseguições e de atentados contra Martinho, culminando com sua prisão e deportação para Constantinopla. Após uma no e cinco meses de viagem por mar, chegou a Constantinopla, debilitado pela fome e sede. Por um dia inteiro ficou estendido ao chão, sob a zombaria da multidão. Depois foi despido, acorrentado e lançado em uma prisão. Tal era seu sofrimento que um dia suplicou: “Façam de mim o que quiserem; qualquer morte será para mim um benefício”. Transferido para Criméia, morreu de inanição no mais absoluto abandono, no dia 16 de setembro de 655.
ORAÇÃO
Da perseverança na fé
Deus, nosso Pai, nos momentos difíceis dai-nos a graça de confiar totalmente em vós, de atirarmos em vossos braços protetores. Senhor, estais conosco e nossa vida sustentais, por isso nada nos abaterá. Estaremos atribulados, mas não seremos esmagados, postos em extrema dificuldade, mas não vencidos. Perseguidos, mas não abandonados. Prostrados por terra, mas não aniquilados. Em dificuldades, mas não desesperançados. Em travessia, mas não errantes. Transitórios, mas não acabados. Que nesse dia perseveremos na fé até o fim, para que a vida, não a morte, prevaleça sobre nós. A exemplo de S. Martinho, que tudo suportou na certeza de que Deus estava com ele e não o abandonaria em sua extrema penúria, sejamos neste momento de depressão, de aflição, dor e esmagamento revigorados por vosso amor e nada nos faça vacilar nem abater nossa confiança em vós: “É na conversão e na calma que está a vossa salvação; é no repouso e na confiança que reside a vossa força” (cf. Is 30,15ss).
Os Cinco Minutos dos Santos/J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
ESPÍRITA
DIANTE DE DEUS
EMMANUEL
“Pai Nosso...” - Jesus. (MATEUS, 6:9).
“Martinho” quer dizer “guerreiro”, “belicoso”
Natural de Todi, Itália, S. Martinho I, foi o sucessor do papa Teodoro, conduzindo a Igreja por seis anos (649-655), em um período agitado por questões político-religiosas. O imperador Constante II, num documento, havia tomado partido a favor de dois grupos heréticos; os monotelitas, que afirmavam existir uma só vontade em Cristo; e os monofisitas, que defendiam a existência de uma única natureza em Jesus. No Concílio de Latrão, não só a intromissão do imperador em assuntos eclesiásticos foi repudiada, como seu documento foi condenado. Desencadeou-se, então, uma onda de perseguições e de atentados contra Martinho, culminando com sua prisão e deportação para Constantinopla. Após uma no e cinco meses de viagem por mar, chegou a Constantinopla, debilitado pela fome e sede. Por um dia inteiro ficou estendido ao chão, sob a zombaria da multidão. Depois foi despido, acorrentado e lançado em uma prisão. Tal era seu sofrimento que um dia suplicou: “Façam de mim o que quiserem; qualquer morte será para mim um benefício”. Transferido para Criméia, morreu de inanição no mais absoluto abandono, no dia 16 de setembro de 655.
ORAÇÃO
Da perseverança na fé
Deus, nosso Pai, nos momentos difíceis dai-nos a graça de confiar totalmente em vós, de atirarmos em vossos braços protetores. Senhor, estais conosco e nossa vida sustentais, por isso nada nos abaterá. Estaremos atribulados, mas não seremos esmagados, postos em extrema dificuldade, mas não vencidos. Perseguidos, mas não abandonados. Prostrados por terra, mas não aniquilados. Em dificuldades, mas não desesperançados. Em travessia, mas não errantes. Transitórios, mas não acabados. Que nesse dia perseveremos na fé até o fim, para que a vida, não a morte, prevaleça sobre nós. A exemplo de S. Martinho, que tudo suportou na certeza de que Deus estava com ele e não o abandonaria em sua extrema penúria, sejamos neste momento de depressão, de aflição, dor e esmagamento revigorados por vosso amor e nada nos faça vacilar nem abater nossa confiança em vós: “É na conversão e na calma que está a vossa salvação; é no repouso e na confiança que reside a vossa força” (cf. Is 30,15ss).
Os Cinco Minutos dos Santos/J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
ESPÍRITA
DIANTE DE DEUS
EMMANUEL
“Pai Nosso...” - Jesus. (MATEUS, 6:9).
Para Jesus, a existência de Deus não oferece motivo para contendas e alterações.
Não indaga em torno da natureza do Eterno.
Não pergunta onde mora.
Nele não vê a causa obscura e impessoal do Universo.
Chama-Lhe simplesmente “nosso Pai”.
Nos instantes de trabalho e de prece, de alegria e de sofrimento, dirige-se ao Supremo Senhor, na posição de filho amoroso e confiante.
O Mestre padroniza para nós a atitude que nos cabe, perante Deus.
Nem Pesquisa indébita.
Nem inquirição precipitada.
Nem exigência descabida.
Nem definição desrespeitosa.
Quando orares, procura a câmara secreta da consciência e confia-te a Deus, como nosso Pai Celestial.
Sê sincero e fiel.
Na condição de filhos necessitados, a Ele nos rendamos lealmente.
Não perguntes se Deus é um foco gerador de mundos ou se é uma força irradiando vidas.
Não possuímos ainda a inteligência suscetível de refletir-Lhe a grandeza, mas trazemos o coração capaz de sentir-Lhe o amor.
Procuremos, assim, nosso f.ai, acima de tudo, e Deus, nosso Pai, nos escutará.
Livro Fonte Viva
Pelo Espírito Emmanuel.
Psicografia Francisco C. Xavier.
Não indaga em torno da natureza do Eterno.
Não pergunta onde mora.
Nele não vê a causa obscura e impessoal do Universo.
Chama-Lhe simplesmente “nosso Pai”.
Nos instantes de trabalho e de prece, de alegria e de sofrimento, dirige-se ao Supremo Senhor, na posição de filho amoroso e confiante.
O Mestre padroniza para nós a atitude que nos cabe, perante Deus.
Nem Pesquisa indébita.
Nem inquirição precipitada.
Nem exigência descabida.
Nem definição desrespeitosa.
Quando orares, procura a câmara secreta da consciência e confia-te a Deus, como nosso Pai Celestial.
Sê sincero e fiel.
Na condição de filhos necessitados, a Ele nos rendamos lealmente.
Não perguntes se Deus é um foco gerador de mundos ou se é uma força irradiando vidas.
Não possuímos ainda a inteligência suscetível de refletir-Lhe a grandeza, mas trazemos o coração capaz de sentir-Lhe o amor.
Procuremos, assim, nosso f.ai, acima de tudo, e Deus, nosso Pai, nos escutará.
Livro Fonte Viva
Pelo Espírito Emmanuel.
Psicografia Francisco C. Xavier.
ALIMENTO DIÁRIO
ABANDONAR A TRADIÇÃO
No início do capítulo dois do Evangelho e João, vemos a morte sendo transformada em vida. Esse é o nosso encargo principal: não podemos permanecer na tradição, porque o Senhor quer conduzir-nos à esfera da vida. Aquele que permanece na traição um dia chegará à morte, pois a tradição tem um fim em si mesma; ela termina, acaba. Nós precisamos do que é orgânico!
Em João 2 temos o registro do casamento em Caná da Galiléia ocorrido no terceiro dia, que indica ressurreição. Jesus havia sido convidado com Seus discípulos e Sua mãe também estava lá. O versículo 3 diz: “Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus Lhe disse: Eles não têm mais vinho”. Podemos aplicar o vinho às coisas da tradição, que tendem um dia a acabar. As coisas do homem, bem como sua força natural, tendem a acabar. Então, que fazer? A mãe de Jesus disse aos serventes que fizessem tudo o que Jesus dissesse. Ele é o próprio Verbo, a Palavra (lógos), e quando nos fala Suas palavras (rhêma) são espírito e são vida. O verbo (o lógos) é algo exterior, mas as palavras (rhêma) conseguem alcançar-nos interiormente. O lógos é algo judicial, mas o rhêma é orgânico. Portanto, devemos fazer tudo o que Ele nos disser.
Jesus pediu aos serventes que enchessem de água as seis talhas de pedra que havia ali. A água foi transformada em vinho, o melhor vinho. O velho vinho acabou e o Senhor apresentou um novo vinho. Geralmente o melhor vinho é apresentado no começo, e todos dizem que é muito bom; quando, porém, já beberam fartamente, é servido o inferior: Isso é o que faz a tradição; por um lado ela é boa, mas um dia acaba. Depois que ela acaba aparece o bom vinho, e o bom vinho é o Espírito. A Tradição acabou: agora temos o Espírito com a vida.
No capítulo três, temos o exemplo de Nicodemos, homem bom, cheio de tradições, de alta posição na sociedade e na religião, muito experiente na vida humana. Tudo era bom, na tradição, mas o Senhor Jesus lhe disse: “A sua tradição, não serve para nada. O que você precisa é nascer de novo, para ganhar vida”. Ainda segundo a tradição da sua mente, ele disse a Jesus: “Como é que vou nascer de novo, voltar para o ventre materno?”. O Senhor lhe mostrou que mesmo que conseguisse nascer de novo do ventre materno, o que é nascido da carne continuais sendo carne. Assim, receber o Senhor Jesus faz nascer de novo, nascer do Espírito, pois o que é nascido do Espírito é espírito.
O desejo do Senhor é que abandonemos tudo o que é tradição, como Ele mesmo diz em 7:37: “No último dia, o grande dia da festa”. O último dia representa o fim de todas as coisas da tradição e da religião. Já estamos na era do Espírito! Devemos receber o Senhor para ter vida, a qual deve fluir de nós. Por isso, tudo o que João nos apresenta aqui é para mostrar que temos de abandonar a tradição, pois ela acaba.
Ponto-chave: O melhor vinho.
Pergunta: Que acontecerá conosco se permanecemos na tradição? Por quê?
Igreja em Franca. - Av. Papa João XXIII, 921.
No início do capítulo dois do Evangelho e João, vemos a morte sendo transformada em vida. Esse é o nosso encargo principal: não podemos permanecer na tradição, porque o Senhor quer conduzir-nos à esfera da vida. Aquele que permanece na traição um dia chegará à morte, pois a tradição tem um fim em si mesma; ela termina, acaba. Nós precisamos do que é orgânico!
Em João 2 temos o registro do casamento em Caná da Galiléia ocorrido no terceiro dia, que indica ressurreição. Jesus havia sido convidado com Seus discípulos e Sua mãe também estava lá. O versículo 3 diz: “Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus Lhe disse: Eles não têm mais vinho”. Podemos aplicar o vinho às coisas da tradição, que tendem um dia a acabar. As coisas do homem, bem como sua força natural, tendem a acabar. Então, que fazer? A mãe de Jesus disse aos serventes que fizessem tudo o que Jesus dissesse. Ele é o próprio Verbo, a Palavra (lógos), e quando nos fala Suas palavras (rhêma) são espírito e são vida. O verbo (o lógos) é algo exterior, mas as palavras (rhêma) conseguem alcançar-nos interiormente. O lógos é algo judicial, mas o rhêma é orgânico. Portanto, devemos fazer tudo o que Ele nos disser.
Jesus pediu aos serventes que enchessem de água as seis talhas de pedra que havia ali. A água foi transformada em vinho, o melhor vinho. O velho vinho acabou e o Senhor apresentou um novo vinho. Geralmente o melhor vinho é apresentado no começo, e todos dizem que é muito bom; quando, porém, já beberam fartamente, é servido o inferior: Isso é o que faz a tradição; por um lado ela é boa, mas um dia acaba. Depois que ela acaba aparece o bom vinho, e o bom vinho é o Espírito. A Tradição acabou: agora temos o Espírito com a vida.
No capítulo três, temos o exemplo de Nicodemos, homem bom, cheio de tradições, de alta posição na sociedade e na religião, muito experiente na vida humana. Tudo era bom, na tradição, mas o Senhor Jesus lhe disse: “A sua tradição, não serve para nada. O que você precisa é nascer de novo, para ganhar vida”. Ainda segundo a tradição da sua mente, ele disse a Jesus: “Como é que vou nascer de novo, voltar para o ventre materno?”. O Senhor lhe mostrou que mesmo que conseguisse nascer de novo do ventre materno, o que é nascido da carne continuais sendo carne. Assim, receber o Senhor Jesus faz nascer de novo, nascer do Espírito, pois o que é nascido do Espírito é espírito.
O desejo do Senhor é que abandonemos tudo o que é tradição, como Ele mesmo diz em 7:37: “No último dia, o grande dia da festa”. O último dia representa o fim de todas as coisas da tradição e da religião. Já estamos na era do Espírito! Devemos receber o Senhor para ter vida, a qual deve fluir de nós. Por isso, tudo o que João nos apresenta aqui é para mostrar que temos de abandonar a tradição, pois ela acaba.
Ponto-chave: O melhor vinho.
Pergunta: Que acontecerá conosco se permanecemos na tradição? Por quê?
Igreja em Franca. - Av. Papa João XXIII, 921.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
UMA VIDA NOVA
Sim, há um substituto e é muito mais do que isto. É o companheirismo existente em Alcoólicos... A vida finalmente terá sentido.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 166
A vida é melhor sem álcool. A.A. e a presença de um Poder Superior me mantêm sóbrio, mas a graça de Deus faz muito mais: coloca o serviço em minha vida. O contato com o programa de A.A. me ensina uma nova e mais ampla compreensão do que é Alcoólicos Anônimos e o que ele faz, mas o mais importante, ajuda a me mostrar quem eu sou: um alcoólico que precisa da experiência constante do programa de Alcoólicos Anônimos, para que possa viver uma vida que é uma dádiva de meu Poder Superior.
Extraído do livro Reflexões Diárias, página 267.
Sim, há um substituto e é muito mais do que isto. É o companheirismo existente em Alcoólicos... A vida finalmente terá sentido.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 166
A vida é melhor sem álcool. A.A. e a presença de um Poder Superior me mantêm sóbrio, mas a graça de Deus faz muito mais: coloca o serviço em minha vida. O contato com o programa de A.A. me ensina uma nova e mais ampla compreensão do que é Alcoólicos Anônimos e o que ele faz, mas o mais importante, ajuda a me mostrar quem eu sou: um alcoólico que precisa da experiência constante do programa de Alcoólicos Anônimos, para que possa viver uma vida que é uma dádiva de meu Poder Superior.
Extraído do livro Reflexões Diárias, página 267.
AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA 7º DIA
A família de
HILDA APARECIDA PEREIRA FONSECA
agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada dia 17/04/2010 (sábado), às 19 horas na Igreja São Sebastião. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros gradecimentos.
HILDA APARECIDA PEREIRA FONSECA
agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada dia 17/04/2010 (sábado), às 19 horas na Igreja São Sebastião. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros gradecimentos.
AGRADECIMENTO E CONVITE DE MISSA DE 7º DIA
A família de
JAIR GIORA
agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora Aparecida (Restinga-SP). Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
JAIR GIORA
agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora Aparecida (Restinga-SP). Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
ONOFRE SOARES DA SILVA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 16/04/10. O sepultamento se dará às 16 horas, HOJE, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 03.
ONOFRE SOARES DA SILVA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 16/04/10. O sepultamento se dará às 16 horas, HOJE, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no São Vicente de Paulo, sala 03.
PARTICIPAÇÃO DE FALECIMENTO
A família de
ALCIDES TELES FERREIRA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 16/04/2010. O sepultamento se dará às 15 horas, HOJE no Cemitério Municipal de Claraval. O velório acontece no Municipal de Claraval.
ALCIDES TELES FERREIRA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 16/04/2010. O sepultamento se dará às 15 horas, HOJE no Cemitério Municipal de Claraval. O velório acontece no Municipal de Claraval.
CONVITE DE MISSA 5º ANIVERSÁRIO
A família de
MOACIR FERREIRA LINHARES
convida para a missa em sua memória, dia 17/04/2010 (sábado), às 19 horas, na Igreja São Benedito. Pelo comparecimento, agradecem.
MOACIR FERREIRA LINHARES
convida para a missa em sua memória, dia 17/04/2010 (sábado), às 19 horas, na Igreja São Benedito. Pelo comparecimento, agradecem.
PARA CONSEGUIR ALGO IMPOSSÍVEL
Leia na Bíblia os Salmos 37, 38, 39, 40, durante 3 dias. No 3º dia mande publicar e no 4º dia veja o que acontece.
(A.M.M.A.)
(A.M.M.A.)
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.
