S. Dionísio
“Dionísio” significa “pertencente a Dionísio”, divindade cultuada na Grécia Antiga
Dionísio foi bispo de Corinto, em 170. Escreveu várias cartas pastorais que nos dão notícias da Igreja daquela época. Essas cartas falam da solidariedade que os cristãos de Roma manifestavam para com os irmãos necessitados do Oriente, ajudando-os com toda sorte de socorros. Assim conseguiam aliviar a indigência de muita gente e, em especial, dos irmãos de fé condenados às minas, fornecendo-lhes o necessário. Em carta ao papa Sotero, S. Dionísio afirma:
Sois, ó romanos, a providência de todos os indigentes, por tradição que vem dos vossos primeiros pais, e que presentemente o vosso bem-aventurado bispo Sotero não só mantém mais vida, fornecendo amplamente recursos aos santos e socorrendo os que chegam aí de longe, com dinheiro e com santas exortações de sábio e carinhoso pai.
Tal era o respeito que devotava ao bispo de Roma que ele fazia ler publicamente nas igrejas, aos domingos, as cartas pontifícias.
Oração
Dos sinais do Reino
Deus, nosso Pai, pelo batismo fazemos parte desta família universal e secular; que forma o povo de Deus na terra. Dois milênios nos fundam no chão de uma história de fé e de amor, e hoje nos nutrimos da mesma seiva de vida que nutriu as primeiras testemunhas de um Deus que se fez homem e habitou no meio de nós. Pelo testemunho dos que viram com os próprios olhos a pequena semente do Reino crescer, fazemos hoje nossa profissão de fé naquele que ressuscitou e permanece vivo agora e para sempre, alumiando nossos caminhos e reanimando nossa fé na vida. Como luz, vossa mensagem, Senhor, percorre o universo e perpassa nosso espírito, relatando a história de amor de um Deus, que de tudo se despojou e, como nós, fez-se humano, fez-se gente. Fraternidade, solidariedade humana, participação no bem; se aprendêssemos isso nossa vida certamente não ruiria açoitada pelo vento da descrença.
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
NOS DIVERSOS CAMINHOS
‘Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos.’ - Paulo. (II Coríntios, 13:5.)
Diversas atitudes caracterizam os estudantes da Revelação Nova.
Os que permanecem na periferia dos ensinamentos exigem novas demonstrações fenomenológicas, sem qualquer propósito de renovação interior. Aqueles que se demoram na região da letra estimam as longas discussões sem proveito real.
Quantos preferem a zona do sectarismo, lançam-se às lutas de separatividade, lamentáveis e cruéis. Todos os que se cristalizam no ‘eu’ dormitam nos petitórios infindáveis, a reclamarem proteção indébita, adiando a solução dos seus problemas espirituais.
Os que se retardam nos desvarios passionais rogam alimento para as emoções, mantendo-se distantes do legítimo entendimento.
Os que se atiram às correntes da tristeza negativa gastam o tempo em
lamentações estéreis. Aqueles que se consagram ao culto da dúvida perdem a oportunidade da edificação divina em si mesmo, convertendo-se em críticos gratuitos, ferindo companheiros e estraçalhando reputações. Quantos se prendem à curiosidade crônica, borboleteiam aqui e ali, longe do trabalho sério e necessário.
Aqueles que se regozijam na presunção, passam o dia zurzindo o próximo, quais se tossem inquisidores permanentes do mundo.
Os que vivem na fé, contudo, acompanham o Cristo, examinam a si próprios e experimentam a si mesmos, convertendo-se em refletores da Vontade Divina, cumprindo-a, fielmente, no caminho da redenção.
EMMANUEL
Livro: Vinha de luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Em Hebreus 11:1 lemos:’Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem’. Realmente não temos outras palavras para descrever a fé. Ela é a certeza de coisas que se esperam e consiste na substantificação de coisas que não conseguimos ver e tocar. Além disso, essa fé é capaz de tornar concretas todas as coisas espirituais. Se temos algo visível, palpável, à nossa frente, não precisamos de fé.
O versículo 3 diz: ‘ Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem’. A fé nos faz entender que o universo foi formado pela palavra de Deus. Deus falou e o trouxe à existência. Essa mesma palavra nos leva a crer que Deus chamou à existência as coisas que não existem (Rm 4:17). Tudo isso veio por meio da palavra de Deus. Quando Ele criou os céus e a terra, disse: ‘Haja luz; e houve luz’ (Gn 1:3). Deus não falou: ‘Bom, agora vou fazer a luz. Vou trabalhar bastante para criar a luz’. Ele simplesmente disse: ‘Haja luz, e houve luz’. Da mesma forma ocorreu com respeito ao firmamento, seguido do ar que fez separação entre águas debaixo e águas de cima (VS. 6-7).
No terceiro dia Ele fez surgir a porção seca, a terra (v. 9), cujo significado espiritual é a ressurreição do Senhor Jesus, a qual gerou vida. Depois Deus ordenou que surgissem os luzeiros, porque a vida vegetal precisava de uma luz concreta para crescer (v. 14). Se há luzeiros, há luz concreta, e as plantas podem florescer e frutificar. Quando temos plantas em casa,queremos que elas cresçam floresçam e dêem frutos, por isso as colocamos sob a luz do sol, sem a qual as plantas não têm como crescer e gerar frutos.
Além da vida vegetal, foram criados da mesma forma os animais aquáticos (v. 21). Deus, contudo, não achou suficiente, pois toda a terra estava sob o domínio de Satanás (Lc 4:6). Para possuir novamente o que fora usurpado por Seu inimigo, Ele criou os animais quadrúpedes, para encher a terra ( Gn 1:24-25). Novamente, porém, Deus não estava satisfeito. Os animais tinham alma, mas não tinham espírito; portanto, Deus não poderia realizar Seu propósito por meio dos animais. Por isso Ele criou o homem à Sua imagem, conforme a Sua semelhança (VS. 26-27). O Filho é o segundo da Trindade e Aquele que tem a imagem e semelhança de Deus é o Senhor Jesus. Fomos criados à imagem e semelhança do Filho para sermos fecundos, multiplicar-nos e encher a terra, sujeitando-a novamente ao governo de Deus (v. 28). Deus deu essa incumbência ao homem, mas isso só é possível por meio da vida e natureza divinas nele.
Igreja em Franca. Rua Carmem Irene Batista
A gratidão deve ir para frente, nunca para trás.
Eu sou muito grato ao meu Poder Superior por ter-me dado uma segunda chance para viver uma vida digna.
Através de Alcoólicos Anônimos recuperei minha sanidade. As promessas estão sendo cumpridas em minha vida. Sou grato por estar livre da escravidão do álcool. Sou grato pela paz de espírito e a oportunidade de crescer, mas minha gratidão deve ir para frente, nunca para trás. Não posso ficar sóbrio nas reuniões de ontem ou abordagens passadas. Preciso colocar minha gratidão em ação hoje.
Nosso co-fundador dizia que a melhor maneira de demonstrar nossa gratidão é levar a mensagem para outros. Sem ação a minha gratidão é apenas uma emoção agradável. Preciso colocá-la em ação praticando o Décimo Segundo Passo, transmitido a mensagem e praticando os princípios em todos os meus assuntos. Sou grato por transmitir a mensagem hoje.
Extraído do livro Reflexões Diárias
Quando a pessoa admira ou ama alguém, nasce nela o desejo de se tornar igual a esse ser. Como prova disso, podemos citar o fato de, em muitos casos, as letras do marido e da esposa se tornarem semelhantes com o passar do tempo. A isso chama-se desejo de ‘identificação’, o qual nem sempre aflora explicitamente no consciente; a pessoa, movida pelo desejo inconsciente, passa a imitar o comportamento, os gestos, as palavras, as expressões, as atitudes ou o modo de vestir daquele a quem ama ou admira. A criança fala á sua boneca as mesma coisas que seus pais lhe dizem; se os pais batem nela, ela por sua vez, brinca de bater nas bonecas. Quando esta criança crescer e se tornar mãe (ou pai), falará a seu próprio filho ou o castigará, exatamente da mesma maneira como fora tratada em criança.
Seicho-no-ie/Masaharu Taniguchi
A família de
MARIA JOSÉ CINTRA DINIZ
agradecida pelas demonstra-ções de carinho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora da Conceição (Catedral). Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
A família de
MARILUCE MOREIRA FURLAN
convida para a missa em sua memória, dia 08 de abril de 2010 (quinta-feira), às 19 horas, na Igreja São Sebastião. Pelo comparecimento, agradecem.
EURICO DIAS DE OLIVEIRA
convida para a missa em sua memória, dia 08/04/2010 (quinta feira), às 19 horas, na Igreja Santa Rita. Pelo comparecimento, agradecem.
A família de
APARECIDO PENHA VENCESLAU
convida para a missa em sua memória, HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora Aparecida (Capelinha). Pelo comparecimento, agradecem.
RODRIGO (VÔ)
convida para a missa em sua memória, HOJE, às 19 horas, na Igreja Nossa Senhora das Graças. Pelo comparecimento, agradecem.
A família de
VICENTE MACHADO MIRANDA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 07/04/2010. O sepultamento se dará às 14 horas de hoje, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no Velorio Municipal do Leporace.
A família de
LAIR ROSA NASCIMENTO GARCIA
convida para a missa em sua memória, dia 8 de abril de 2010 (hoje) , às 19 horas, na Paróquia Nossa Senhora das Graças. Pelo comparecimento, agradecem.
A família de
ODILON ENGRACIA GARCIA
convida para a missa em sua memória, dia 8 de abril de 2010 (hoje) , às 19 horas, na Paróquia Nossa Senhora das Graças. Pelo comparecimento, agradecem.
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