S. João Batista de La Salle
Natural de Reims, João Batista de La Salle fundou em 1684 a congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, dedicada à educação da juventude. Foi o pioneiro dos institutos seculares de leigos consagrados, o inovador da educação e dos métodos pedagógicos. Para constituir sua obra, não quis usar das posses de sua rica família, mostrando assim que era Deus o seu Provedor e sua herança.
S. Hermano José
“Hermano” quer dizer “homem da guerra”
Natural de Colônia, Hermano José era de família pobre e viveu em 1152. Aos 14 anos, ingressou no convento premonstratense de Steinfeldt; dali foi para Frise onde continuou a estudar e a exercer o ofício de sacristão. Ordenado sacerdote, foi-lhe confiada a direção de vários conventos de contemplativas norbertinas e cistercienses. Apesar de se queixar de contínuas dores de cabeça, veio a falecer somente aos 90 anos, no dia 7 de abril de 1241. Sua vida foi marcada por uma intensa devoção a Nossa Senhora. Deixou várias obras escritas sobre a mística cristã, sendo a mais importante um comentário sobre o Cântico dos cânticos.
Oração
Do amor radical
Durante as noites, no meu leito, busquei aquele que meu coração ama; procurei-o, sem encontrá-lo. Vou levantar-me e percorrer a cidade, as ruas e as praças, em busca daquele que meu coração ama... Grava-me, como um selo em teu coração, como um selo em teu braço; pois o amor é forte, é como a morte! Cruel como o abismo é a paixão; suas chamas são chamas de fogo, uma faísca do Senhor. As águas da torrente jamais poderão apagar o amor, nem os rios afogá-lo. (cf. Ct 3,1ss; 8,6ss).
Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
ESPÍRITA
BRILHE VOSSA LUZ
Meu amigo, no vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde à posição evolutiva.
A abelha suga a flor, o abutre reclama despojos, o homem busca emoções. Mas ainda mesmo no terreno das emoções, cada espírito exige tipos especiais.
Há sofredores inveterados que outra coisa não demandam além do sofrimento, pessimistas que se enclausuram em nuvens negras, atendendo a propósito deliberado, durante séculos. Suprem a mente de torturas contínuas e não pretendem construir senão a piedade alheia, sob a qual se comprazem.
Temos os ironistas e caçadores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam.
Observamos os discutidores que devoram páginas respeitáveis, com o único objetivo de recolher contradições para sustentarem polêmicas infindáveis.
Reparamos os temperamentos enfermiços que sorvem tóxicos intelectuais, através de livros menos dignos, com a incompreensível alegria de quem traga envenenado licor.
Nos variados climas do mundo, há quem se nutra de tristeza, de insulamento, de prazer barato, de revolta, de conflitos, de cálculos, de aflições, de mentiras...
O discípulo de Jesus, porém - aquele homem que já se entediou das substâncias deterioradas da experiência transitória -, pede a luz da sabedoria, a fim de aprender a semear o amor em companhia do Mestre...
Para os companheiros que esperam a vida renovada em Cristo, famintos de claridade eterna, foram escritas as páginas deste livro despretensioso.
Dentro dele, não há palavras de revelação sibilina.
Traduz, simplesmente, um esforço para que nos integremos no Evangelho, celeiro divino do nosso pão de imortalidade.
Não é exortação, nem profecia.
É apenas convite.
Convite ao trabalho santificante, planificado no Código do Amor Divino.
Se a candeia ilumina, queimando o próprio óleo, se a lâmpada resplende, consumindo a energia que a usina lhe fornece, ofereçamos a instrumentalidade de nossa vida aos imperativos da perfeição, para que o ensinamento do Senhor se revele, por nosso intermédio, aclarando a senda de nossos semelhantes.
O Evangelho é o Sol da Imortalidade que o Espiritismo reflete, com sabedoria, para a atualidade do mundo.
Brilhe vossa luz! - proclamou o Mestre.
Procuremos brilhar! - repetimos nós.
EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 25 de novembro de 1951
ALIMENTO DIÁRIO
JUSTIFICADO, SANTIFICADO E RECONCILIADO
Depois que Adão e Eva pecaram, a primeira coisa que perceberam foi que estavam nus (Gn 3:7ª). Sabiam que o que fizeram não agradava a Deus. Envergonhados, tentando cobrir a nudez, coseram para si vestes como folhas de figueira (v. 7b). Com o passar dos dias, porém, as folhas começaram a murchar e não eram mais suficientes para torná-los dignos de estar na presença de Deus. Com medo de encontrá-Lo, então, esconderam-se da presença do Senhor (v.8). Ele, por outro lado, fez vestimenta de peles para cobrir a nudez do homem (v.21). Podemos inferir que um animal, provavelmente uma ovelha, foi sacrificado e sua foi esfolada para produzir essa vestimenta que se tornou a justiça para o homem. Ele fora justificado; a carne do homem, então, antes exposta pelo pecado, estava coberta por uma pele de animal. Isso tipifica o Senhor Jesus, o Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz para nos justificar (Jô 1:29;Gl 3:17;cf. 1 Co 1:30; Rm 4;25).
O Senhor Jesus é o Cordeiro que foi imolado e que desde a fundação do mundo já havia derramado Se sangue (1 Pe 1:20; Ap 13:8) para a remissão de nossos pecados (Ef 1:7; Hb 9:22; 1 Jo 1:7). Ele não apenas é a realidade de todas as ofertas do Antigo Testamento como também o é de cada parte dos sacrifícios. A pele retirada do animal significa que o Senhor Jesus, como esse cordeiro imolado, tornou-se nossa justiça, cobrindo toda a nossa vergonha. A carne e a gordura queimadas sobre o altar, e o que restava após a queima, as cinzas algo limpo e puro tudo tipifica o Senhor Jesus. Ele é o Santo, Aquele que se entregou totalmente para nos santificar, separar para Deus. A fumaça da oferta que subia a Deus como aroma agradável, também tipifica o Senhor como o Filho amado que por meio de Sua morte nos reconciliou com Deus (Rm 5:10).
Diante disso conseguimos entender porque Deus se agradou da oferta de Abel. Embora o parecesse, a tarefa de Abel não deve ter sido tão fácil. O fato de se mencionar que ele tomara das primícias do seu rebanho e da gordura deste implica imolar e derramar sua carne como um sacrifício agradável a Deus. A oferta de Abel abrange um significado muito profundo e amplo. Em Hebreus 11:4 lemos que Abel ofereceu mais excelente sacrifício que seu irmão, obteve testemunho de ser justo e de ter sido aprovado por Deus.
Assim podemos concluir que seu sacrifício produziu aroma agradável para Deus. Sua oferta O satisfez e por meio dela, que tipifica Cristo Abel pôde ser justificado, santificado e reconciliado com Deus. Graças ao Senhor pelo importante princípio que ganhamos com o serviço de Abel, cuja oferta provém da árvore da vida e foi segundo a vontade de Deus.
Além disso, o Senhor Jesus, como o Cordeiro de Deus, é a realidade da oferta de Abel, cuja oferta provém da árvore da vida e foi segundo a vontade de Deus.
A oferta de Caim, contudo, nos mostra o desejo de servir a Deus segundo a árvore do conhecimento do bem e do mal.
A princípio sua oferta foi proveniente do lado do bem de sua vida da alma. Ao ser rejeitado, porém, ele usou o outro lado, o lado do mal, proveniente da mesma árvore. Com a rejeição, veio a insatisfação; depois, quando se comparou com seu irmão, veio o ciúme, a partir do qual passou a odiá-lo e por fim o matou (Gn 4:5,8). Caim, então, tornou-se um fugitivo, um errante sobre a terra, pois perdera a presença de Deus (4:14).
Igreja em Franca. R:Carmem Irene Batista
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
Servidores de confiança
Eles não passam de servidores. A eles cabe o privilégio, por vezes ingrato, de realizar as tarefas do Grupo.
Em seu livro Zorba, o Grego, Nikos Kazantzakis descreve um encontro entre seu personagem principal e um velho ocupado no trabalho de plantar uma árvore: “O que você está fazendo?” Zorba pergunta. O velho responde: “Você pode ver muito bem o que eu estou fazendo, meu filho. Estou plantando uma árvore.” “Mas, por que plantar uma árvore?” Zorba insistiu “se você não vai poder vê-la carregada de frutos?” E o velho respondeu: “Meu filho, eu vivo como se nunca fosse morrer.” A resposta levou Zorba a dar um leve sorriso e, indo embora, exclamou com uma ponta de ironia: “Que estranho! Eu vivo como se nunca fosse morrer amanhã!”
Como membro de Alcoólicos Anônimos descobri que o Terceiro Legado é um solo fértil para plantar a árvore de minha sobriedade. Os frutos que colho são maravilhosos: paz, segurança, entendimento e vinte e quatro horas de eterna satisfação: também, com a mente saudável para ouvir a voz de minha consciência quando, em silêncio, me diz sutilmente: “Você deve saber largar um encargo. Há outros que precisam plantar e colher.”
Extraído do livro Reflexões Diárias
CONVITE DE MISSA 30 DIAS
A família de
A família de
CARLOS ROBERTO PEREIRA
agradecida pelas demonstrações de cari nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada HOJE, às 19h30, na Igreja São Vicente de Paulo. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
A família de
FELICIANA GARCIA CARELLI (NENIDIA)
agradecida pelas demonstrações de cari nho recebidas de seus parentes e amigos, comunica que a missa de sétimo dia será celebrada hoje 07/04/2010, às 19 horas na Igreja Nossa Senhora das Graças. Por mais este ato de religião e amizade, antecipa seus sinceros agradecimentos.
ZELINDA MARIA BELOTI
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 06/04/2010. O sepultamento se dará às 08 horas de hoje (07/04/2010), no Cemitério Jardim das Oliveiras. O velório acontece no São Vicente de Paulo - sala 01.
SONIA CRISTINA CHAVES
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 06/04/2010. O sepultamento se deu às 18 horas, no mesmo dia, no Cemitério Municipal de Cristais Paulista. O velório aconteceu no Municipal de Cristais Paulista.
MARIA LUIZA DOS SANTOS
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 06/04/2010. O sepultamento se dará às 10 horas, HOJE, no Cemitério Santo Agostinho. O velório acontece no Santo Agostinho.
A família de
MARIA VITÓRIA FERREIRA DA SILVA
participa com pesar o seu falecimento ocorrido em 06/04/2010. O sepultamento se deu às 16 horas, no mesmo dia, no Cemitério Municipal de Restinga. O velório aconteceu no Municipal de Restinga.
Pela intercessão de Santa Clara, oh! Senhor Todo Poderoso me abençoe e proteja. Volte para mim os seus olhos misericordiosos, me dê a paz e a tranquilidade, derrame sobre mim as suas copiosas graças e, depois dessa vida, me aceite no céu em companhia de Santa Clara e de todos os Santos. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém. Fazer os pedidos à Santa Clara: 1 de negócios e 2 impossíveis. Rezar durante 9 dias, 9 Ave Maria com uma vela acesa. Deixar queimar no 9º dia. Mesmo sem fé seu pedido será atendido. Mandar publicar no 9º dia.
(L.A.S.F.)
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