Sociedade para Cegos visita sede do GCN


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A assistente social Vera Taveira aproveitou o microfone da Difusora para falar dos trabalhos realizados na Sociedade
A assistente social Vera Taveira aproveitou o microfone da Difusora para falar dos trabalhos realizados na Sociedade
Nesta semana, o GCN (Grupo Corrêa Neves de Comunicação) recebeu uma visita especial dentro do Projeto Jornal Escola. Um grupo de 20 pessoas portadoras de deficiência visual passou quase três horas nas dependências do Comércio e da Difusora e conheceram de perto como é a rotina dos profissionais dos dois veículos. Os visitantes, com idades entre 12 e 60 anos, fazem parte da Sociedade Francana Instrução e Trabalhos para Cegos. A visita começou no auditório Corrêa Neves, onde, após as explicações de Lívia Inácio, coordenadora do Jornal Escola, assistiram a um vídeo de 20 minutos sobre o GCN. Em seguida, começaram a conhecer as dependência do grupo. O trajeto foi feito com ajuda de parentes e funcionários da Sociedade. Entre eles, estava a assistente social, Vera Lúcia Taveira. “Começamos a fazer visitas neste ano e tem sido muito bom para eles tomarem conhecimento de como as coisas funcionam”. No acervo, os visitantes tocaram nos jornais antigos e fizeram muitas perguntas. Na Difusora, Vera Taveira e o artista plástico Beto Monteiro falaram dos trabalhos desenvolvidos na Sociedade para Cegos. <b>Veja as fotos</b> <embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://picasaweb.google.com.br/s/c/bin/slideshow.swf" width="288" height="192" flashvars="host=picasaweb.google.com.br&captions=1&hl=pt_BR&feat=flashalbum&RGB=0x000000&feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com.br%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fblogsgcn%2Falbumid%2F5366154988834812865%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed> Luís Quirino de Sousa, 54, achou tudo bem interessante. “Sempre escuto o rádio e minha mulher lê o jornal para mim. Mas nunca tinha tido esse contato. Foi muito bom conhecer de perto como tudo isso funciona”. Para Odair Moreira, 39, o melhor foi tocar com as mãos a máquina onde é rodado o jornal. “Tocando é possível ter uma noção de como é. Sempre acompanhei o jornal e agora estou tendo contato”. João de Sousa, 50, queria saber como as notícias chegam até o jornal. “Agora eu sei. Matei minha curiosidade com essa visita”.

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