Aventura em duas rodas: esta é a V-Blade


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CONFORTO SOBRE RODAS - Em test-drive realizado nesta semana, “motoqueiros de plantão” atestaram que, além do visual, a V-Blade esbanja conforto
CONFORTO SOBRE RODAS - Em test-drive realizado nesta semana, “motoqueiros de plantão” atestaram que, além do visual, a V-Blade esbanja conforto
Ideal para quem deseja progredir em cima de uma motocicleta, a V-Blade faz uso de sua imponência para reinar em um nicho cada vez mais importante para as montadores brasileiras. Sem concorrentes diretos no mercado francano das 250 cc, estilo custom, a moto esbanja visual e conforto. Com muitas peças cromadas, ela tem preço sugestivo de R$ 11.990. Mesmo a velha máxima de não ter mercado após ser retirada da concessionária - tão usada para justificar vendas de um mesmo fabricante de motos em Franca - cai por terra em um simples test-drive na V-Blade. O modelo top de linha da Sundown é voltado para quem gosta de passear aos fins de semana. Não que isto a impeça de se dar bem no trânsito do dia-a-dia. O fato é que ela é muito mais do que um meio de transporte. Sua autonomia é ideal para pequenas viagens. Mesmo acompanhado, o piloto se sentirá satisfeito com o desempenho desta custom eleita por revistas especializadas como a melhor em seu segmento. O fato de ter uma concessionária na cidade ainda ajuda bastante. A empresa revendedora oferece garantia de dois anos e assistência técnica especializada para ela. Lançada em 2005, ela tem motor bicilíndrico em “V” e desempenho parecido com o da clássica Virago 250. A motinha oferece 19,5 cv a 8.000 rpm. Como destaques o painel digi-tal com hodômetro sobre o tanque de combustível, rodas de liga-leve, pedaleiras plataformas retráteis e um sissy bar (encosto para o garupa). O tanque, em forma de gota, recebe 14 litros. O modelo tem autonomia de cerca de 380 quilômetros ou 27 quilômetros por litro de combustível. Sua principal concorrente é a Kasinski Mirage 250 cc, que oferece 27,9 cv a 10 mil rpm, mas perde no preço. Para piorar, a Kasinski é desconhecida do público francano, já que sua concessionária mais próxima fica a 300 quilômetros. Há ou-tros modelos trazidos por marcas chinesas recém-chegadas ao País, mas só encontradas na capital. Na rua, a V-Blade chama a atenção. Montar nela é desfrutar de conforto total sobre duas rodas e usufruir de um modelo que sugere maior cilindrada. O banco em dois níveis e o guidão aberto dá ao piloto a possibilidade de dirigir confortavelmente. O motociclista “senta” ao invés de “montar” na moto. Isto aumenta ainda mais o prazer de dirigir. Com câmbio de cinco marchas e engates precisos, o modelo possui comandos macios o que garante tranquilidade em passeios por rodovias como a Tancredo Neves, que dá acesso a Claraval (MG), ou a Cândido Portinari, que leva a Rifaina. O fotógrafo Tiago Brandão, do Comércio da Franca, testou uma V-Blade e relata aos leitores na página seguinte qual a sensação de dirigi-la nas estradas da região.

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