Dupla condenada a 24 anos de cadeia

Willian Laureano Domingos, 23, e Willian Hernani Engane Celestino, 22, conhecido por “Doidinho”, foram condenados a 24 anos de prisão (12 anos para cada réu).

26/04/2006 | Tempo de leitura: 2 min

O promotor de Justiça Cláudio Escavassini foi quem pediu a condenação da dupla
O promotor de Justiça Cláudio Escavassini foi quem pediu a condenação da dupla
Willian Laureano Domingos, 23, e Willian Hernani Engane Celestino, 22, conhecido por “Doidinho”, foram condenados a 24 anos de prisão (12 anos para cada réu). O julgamento aconteceu na manhã de segunda-feira no Tribunal do Júri do Fórum “Alberto de Azevedo”, em Franca. No dia 22 de abril de 2003, por volta das 19 horas, Itamar Luiz Freitas, conhecido como “Tocha”, foi chamado para conversar com dois rapazes na porta de sua casa, na Rua José Maria Jacintho Rebelo, na Vila Santa Terezinha. Um deles sacou o revólver e matou a vítima com vários tiros. Na ocasião, testemunhas informaram à Polícia que os assassinos fugiram em duas bicicletas. Itamar morreu na hora. Não se sabe ao certo o motivo que os levaram a cometer o homicídio, mas suspeita-se de acerto de contas por dívida de drogas. Ainda na fase de inquérito, agentes da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) descobriram os autores do homicídio. Na segunda-feira, eles foram levados ao júri popular e cada um foi condenado a 12 anos de cadeia. A sessão de segunda-feira do Tribunal do Júri de Franca foi presidida pelo juiz José Rodrigues Arimatéa. O promotor de Justiça que atuou na acusação foi Cláudio Luís Watanabe Escavassini e os advogados de defesa foram Edinaldo Ribeiro do Nascimento e Gilmar Machado. Ambas as partes têm cinco dias para ingressar com recurso de apelação, se os advogados de defesa entenderem que os réus deveriam ser absolvidos, terem pena menor ou caso o promotor acredite que o tempo de reclusão foi considerado insuficiente. O prazo terminará na próxima segunda-feira. Um novo júri está marcado para amanhã. As condenações imputadas aos réus Willian Laureano Domingos e Willian Hernani Engane Celestino prevêem a reclusão em regime fechado. No entanto, poderão obter a progressão da pena caso mantenham bom comportamento na penitenciária para onde deverão ser enviados quando a sentença for transitada em julgado.

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