Criador do programa transferido para capital


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Em agosto de 2005 a Cetesb começou a desenvolver um projeto para agilizar o pedido de licenciamento ambiental, que até então era feito por protocolo (papel) e demorava até 90 dias para ficar pronto. A partir do projeto, implantado na quinta-feira, a solicitação pode ser feita pela Internet no site da companhia. À frente do projeto estavam dez pessoas, entre elas o francano Robinson Justino Teodoro, 32, funcionário da área administrativa da Cetesb de Franca. Comércio - Como nasceu a idéia de desenvolver o Silis (Sistema de Licenciamento Simplificado)? Robinson - Era uma reivindicação antiga da iniciativa privada, que pedia menos burocracia na hora de pedir o licenciamento ambiental e por um prazo menor. A idéia partiu do então diretor da Cetesb, Otávio Okano, que hoje se tornou presidente. Ele me falou sobre o projeto e eu elaborei um protótipo que foi aprovado. Daí começamos a trabalhar. Comércio - Quem trabalhou no projeto? Robinson - O Silis foi desenvolvido por dez pessoas. Foi uma parceria entre a Diretoria de Controle e o Departamento Técnico da Informação da Cetesb, ao qual pertenço. Junto comigo trabalhou Júlio Cézar Dornellas, de Jundiaí. Comércio - Como é saber que o projeto que você ajudou a criar está sendo aplicado em todo o Estado de São Paulo? Robinson - É muito gratificante ver o meu trabalho reconhecido. Comércio - Atualmente você trabalha para a Cetesb de Franca. Mas é verdade que você será transferido para a sede em São Paulo por conta deste projeto? Robinson - Por enquanto ainda estou ligado à Cetesb de Franca e ainda moro em Franca. Vim para São Paulo para desenvolver o Silis. Mas é verdade que serei transferido e é muito gratificante, pois meu nome está sendo reconhecido.

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