Craque do vôlei vai se casar em Franca


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A ponta Luciana, a meio-de-rede Lígia e a levantadora Fabiana Berto têm mais em comum do que defenderem Osasco na Superliga Feminina de Vôlei: a preocupação com o casamento, em maio, o mês das noivas. Mas a escolha da data, garantem as três, foi motivada pela conveniência, não pela tradição: no vôlei, maio é mês de férias. Neste domingo, Luciana, Lígia e Fabiana entram em quadra para o segundo jogo da série melhor-de-cinco das semifinais da Superliga. O adversário é Macaé, a partir das 13 horas, em Macaé. Osasco tem vantagem de 1 a 0 no playoff. A meio-de-rede Lígia, de 27 anos, vai se casar em Franca, sua cidade natal e onde começou a jogar, com o personal trainer Dani, também de 27 anos. A jogadora, de 1,94 m e 78 kg, também escolheu maio por causa da férias - a cerimônia espírita será no dia 13. Como Luciana, Lígia vai se casar de noiva, um sonho de menina. “Como já estou organizando tudo há um ano, fico tranqüila, porque nesta fase da Superliga não dá tempo de pensar em muita coisa fora da quadra”. O casamento da levantadora Fabiana Berto, de 30 anos, 1,79 m e 62 kg, com Fernando, de 36 anos, será mais simples, sem muitas formalidades, no dia 5 de maio. A cerimônia, reservada à família, será celebrada por um reverendo da igreja anglicana - no dia 13 será a “balada para os amigos”. “Acho que grande parte das jogadoras de vôlei se casa em maio. Mas não tem nada a ver com o mês das noivas. É porque é período de férias, a Superliga já acabou”, observa Fabiana, que se diz tranqüila. “Estou fazendo tudo um pouco em cima da hora, mas como moro e jogo em São Paulo, não tenho problema algum”. Com três casamentos em seqüência, algumas jogadoras do grupo estão divididas. Bia, por exemplo, será madrinha de Lígia, mas não gostaria de perder a festa de Fabiana. Mas todas sabem que esportista não tem jornada de trabalho fixa e o jeito é conciliar os interesses dos clubes com os pessoais. “Faz parte da carreira, é assim”, diz Fabiana. O técnico Paulo Cocco não quer ouvir falar de casamento agora. “Vamos encontrar dificuldades maiores ainda. Eles jogam em casa, com ginásio lotado”. O treinador espera, sim, um time melhor na recepção - o saque do Macaé, em especial o de Elisângela, foi bem forte no primeiro jogo - e mais eficiente nos contra-ataques.

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