Barão Vermelho do tiozão a menininha


| Tempo de leitura: 2 min
Lisiane Marques Editora-assistente do caderno Artes É hoje. Dia em que as gerações se reúnem em um mesmo local para ouvir uma das principais bandas de rock do Brasil: Barão Vermelho, a partir das 23h30, na AEC Castelinho. Egressos do rock anos 80, o grupo Barão Vermelho conseguiu sobreviver à saída de sua estrela maior, Cazuza. Na verdade, os músicos não só sobreviveram como conquistaram o seu lugar sob o comando de Frejat. “Depois que o Cazuza saiu, a banda decaiu um pouco sim, ficou um trabalho meio ‘perdido’. Mas logo o grupo se recuperou e continuou a mostrar a que veio”, disse o jornalista Sérgio Marques, fã incondicional da banda. Ele, que é editor do caderno Local do Comércio, fez questão de escrever a matéria sobre o grupo publicado no caderno Artes, na terça-feira. Outro admirador da banda, que se lembra de todas as fases pelas quais ela passou, é o bancário aposentado Wilson Gomes, 65. “Desde quando era representada por Cazuza já gostava das letras das músicas e do rock ‘agressivo’ dos anos 80 como Bete Balanço e Pense e Dance”, disse. Para ele, a música mais marcante é Pro Dia Nascer Feliz. “Essa canção me traz muita alegria, é positiva. Espero que o show desta noite tenha esse mesmo clima”, afirma. Confirmando sua sobrevivência no cenário musical atual, jovens fãs como a estudante Lara Cristina da Fonseca, 17, não vêem a hora de ver o grupo de perto. Ela conheceu o trabalho do Barão Vermelho por intermédio da irmã Evelini, 22, que sempre gostou da banda. “Conheço os trabalhos mais antigos, da época do Cazuza, de quem também sou fã”. Com ingresso nas mãos, a expectativa dos três, que nunca viram a banda de perto, é a mais positiva possível. Wilson resume bem o espírito: “Espero uma noitada feliz”. Antes e após o show, o agito começa ao som do DJ Juninho. Os ingressos estão sendo vendidos nas lojas 775 e Ferracini. Mais informações pelo 3722-0652.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários