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Painel
De pilhas recarregadas, voltaremos amanhã ao batente pela Difusora*** e aqui vamos a mais alguns amigos que seguem estas linhas*** vice-prefeito Ary Balieiro e esposa Maria Inês*** João Carlos Cheade (presidente da Acif)*** José Carlos Brigagão (presidente do Sindifranca)*** quem também lê a gente é Jerônimo Sérgio Pinto (secretário de administração da Prefeitura) e esposa Eliane*** Mário Roberto Seixas*** Paulo Rubens de Almeida*** Odilon Machado, assumindo a direção social do Yara Clube*** frei Ditinho, da Igreja N.S. das Graças*** diácono Michel Astun*** e mais, muitos mais***
Começamos com esta frase de Roger Crawford: “Ter problemas na vida é inevitável; ser derrotado por eles é opção de cada um”
ESFIRRA DE HAMBURGUER
Nossa leitora e ouvinte assídua, Egiane Pires, apresenta hoje neste espaço uma receita prática e gostosa de Esfirra de Hambúrguer. Anote e experimente fazer.
Ingredientes
Massa
50 gramas de fermento
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher der sopa de sal
2 xícaras de chá de água morna
1 xícara de chá de óleo
800 gramas de farinha de trigo
Recheio
12 hambúrgueres
500 gramas de mussarela ralada
4 tomates sem pele e sem sementes
Suco de meio limão
Sal e azeite a gosto
Modo de fazer
Recheio
Fazer um “vinagrete” com os ingredientes do recheio e deixar curtindo no tempero.
Massa
Em um recipiente colocar o açúcar, o fermento e o sal, mexendo até dissolver. Acrescente o óleo e a água morna misturando tudo. Despeje a farinha e sove por 5 minutos. Ir polvilhando até desgrudar da mão. Divida a massa em 12 “bolinhas” e deixe crescer por uns 30 minutos até dobrar de volume. Abra a massa (cada bolinha) e vá recheando com mussarela, tomate e hambúrguer e por fim mais um pouco de mussarela e tomate. Feche como se fosse uma esfirra, pincele com gema de ovo e leve ao forno (250 graus) para assar em aproximadamente 30 minutos.
Dicas: Descongele os hambúrgueres um dia antes de usá-los para não reter água. A mesma massa pode ser usada para esfirra com outros recheios.
...rá-chi-bum... E vamos abraçando leitores e amigos que estão aniversariando. Emílio Fernandes Filho e Saulo Pucci Bueno (hoje); minha cunhada Benedita Apparecida Ferreira Sanches e Fausto Amaral, o popularíssimo Expressinho (terça-feira); Toninho Dionísio (quarta-feira); Antônio Pereira, Amaro Olímpio da Silva e Rosana Branquinho (quinta-feira); e Eduardo Sanches (sábado). Domingo passado aniversariou Hélio Tasso, artista plástico. Nosso abraço a todos eles.
Apesar de as rotatórias do Fórum e da Avenida Champagnat serem sempre citadas como locais de grande congestionamento de veículos, ainda assim acredito que a rotatória que fica acima do Franca-Shopping é ainda mais complicada. Pela proximidade com o Hospital São Joaquim e com o Distrito Industrial, nos horários de pico as filas são enormes. Talvez fosse interessante abrir curvas paralelas, como as que existem na região do Galo Branco. Alguma coisa precisa ser logo estudada e executada.
Durante conversa informal, o delegado seccional Marcelo Caleiro dizia que polícia prepara uma “isca” para facilitar a detenção de ladrões de veículos. Só não devo dar mais detalhes para não espantar a caça e atrapalhar o serviço. Mas a idéia é muito boa. Tomara que dê certo, para que os proprietários de carros e motos possam ficar um pouco mais tranquilos. E mais: o mapeamento das chamadas “figurinhas carimbadas” (ou elementos já conhecidos da polícia) deve também ajudar bastante.
Dia desses em seu programa na TV Band, o Raul Gil anunciou a presença de uma nova formação da dupla Allan e Aladim. Como se sabe, o Aladim faleceu e agora o Allan tem novo parceiro que adotou o nome do Aladim, por já ser uma dupla conhecida. E o novo integrante é o nosso conhecido Duani, irmão de Gian e Giovani, que já fez parceria com o Dinei. Antes disso, Duani vinha trabalhando na banda dos seus famosos irmãos.
Franca vive hoje um dia muito especial, quando a população católica estará dando as boas-vindas e conhecendo oficialmente seu novo líder, d. Pedro Luiz Stringhini, o terceiro bispo da Diocese. A festa de posse vai acontecer a partir das 16 horas no Ginásio Pedrocão (Conjunto Poliesportivo), que deverá receber cerca de 7 mil pessoas não apenas de Franca como das cidades vizinhas e até da capital, incluindo destacadas autoridades da Igreja. Os padres e diáconos de todas as paróquias marcarão presença, usando paramentos na cor branca. A nomeação de dom Pedro Luiz foi recebida como um presente, considerando-se o currículo desse bispo que atuava há anos junto a comunidades carentes da capital paulista. Pode-se dizer que foi por inspiração divina a sua escolha, já que num primeiro e rápido contato d. Pedro conquistou a simpatia popular. Algo indescritível. A sua simplicidade cativou de imediato quando ele aqui esteve numa primeira visita e escolheu celebrar uma missa justamente numa capela humilde de um dos bairros mais modestos de Franca. Fez questão de abraçar carinhosamente os que se aproximavam dele, confirmando o que já tinha ouvido de um sacerdote a seu respeito: “Ele tem um jeito de ser simples e pobre como os pobres!” Como diz aquela canção feita quando da visita do Papa João Paulo ao Brasil, “seja bem-vindo; o povo te acolhe com carinho”!
Tive oportunidade, há poucos dias, de levar um bom papo com uma dupla de artistas francanos de muito talento e extremamente simpáticos: os irmãos Ângelo e Desirée, nomes muito conhecidos especialmente na noite. Nos barzinhos eles fazem um som maneiro, que não passa dos limites. E agora, com a banda, estão bombando nos shows, como recentemente fizeram no Se Liga Verão, em Rifaina. Aproveito para agradecer o CD e o DVD da dupla que recebi de presente. Ficaram ótimos.
Na sala de aula, o professor estava analisando com seus alunos aquela famoso poema de Carlos Drummond de Andrade, que diz: “No meio do caminho tinha uma pedra.Tinha uma pedra no meio do caminho.E eu nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”.
Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor perguntou ao mineirinho, seu mais novo aluno:
— Meu caro João, qual a característica de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?
O mineirinho caçou a cabeça e respondeu:
— Uai,professor... Eu tô matutando aqui: ou esse cara era traficante ou usuário...
José Célio Vieira, ou simplesmente soldado Vieira, atuou por muitos anos na corporação dos Bombeiros de Franca até se aposentar. Há algum tempo escreveu um livro biográfico e de relatos sobre sua família. Numa de suas narrativas, fala de seu avô, seo Zé Baiano, que foi um querido companheiro da antiga PRB-5. Lembra ele em seu livro de quando Wilson Abrão e eu levamos o simpático Zé Baiano para realizar o sonho de conhecer São Paulo, numa daquelas disputas do Cidade contra Cidade na extinta TV Tupi. E o Vieira me enviou um exemplar, que já li e achei muito simpático.
20/02/2010
Dentre as muitas colaborações que recebo para esta seção mostramos hoje uma foto enviada pela leitora Cleide Gobbo com um
20/02/2010
Dentre as muitas colaborações que recebo para esta seção mostramos hoje uma foto enviada pela leitora Cleide Gobbo com um