Painel
Mais uma aluna do curso de culinária do Sesi traz hoje uma receita deliciosa e fácil de fazer. Trata-se do Enroladinho de Repolho, que Ana Cláudia Miranda aprendeu no curso, gostou muito e faz questão de dividir sua experiência. Anotem:
Ingredientes
6 xícaras de cha de água
10 folhas de repolho
2 colheres de sopa de óleo
1 xícara de chá de casca de abóbora picada
2 colheres de sopa de cebola picada
1 dente de alho picado
2 xícaras de tomate picado
1 lata de sardinha em lata
1/2 xícara de cha de azeitona verde picada
1/2 xícara de cha de PTS
2 colheres de sopa de óleo
2 colheres de sopa de cebola picada
2 xícaras de chá de abóbora picada em cubos
1 xícara de chá de tomate picado em cubos
1/2 xícara de chá de água
Sal a gosto
1 colher de chá de molho de pimenta
2 colheres de sopa de cebolinha picada
Alguns bairros reclamam da falta ou eliminação de escolinhas esportivas, como ouvimos esta semana de moradora do Aeroporto. Existia uma escolinha na associação da Polícia Militar cujo professor foi trabalhar em uma empresa e os garotos ficaram sem as aulas. A Feac e Divisão de Esportes podiam suprir não só essa lacuna como também de outros bairros que fazem reivindicações parecidas. Estaria faltando professor ou grande parte deles são usados em funções burocráticas? A própria Lei Orgânica determina como responsabilidade primordial a massificação esportiva, oferecendo instalações e professores. Então isso precisa ser revisto.
Engana-se quem pensa que a fiscalização da lei antifumo já não existe. Na noite de sexta-feira, duas semanas atrás, pudemos ver quando uma dupla devidamente credenciada circulava por alguns dos bares mais movimentados, inclusive nos bairros, verificando o cumprimento da proibição. Eles afirmavam que a grande maioria tem obedecido a lei que proíbe fumar dentro dos estabelecimentos, destacando a aprovação dos próprios fumantes, que assim conseguiram diminuir sensivelmente o consumo.
Há alguns anos, por iniciativa da ONG Franca Viva, com apoio do Magazine Luíza e do Unibanco, a Prefeitura promoveu uma revitalização na Praça N.S. da Conceição, que ficou limpa, bonita e renovada. Infelizmente não durou muito tempo. Vândalos (incluindo alguns rapazes e moças, até estudantes) se encarregaram de estragar quase tudo, destruindo até o obelisco alusivo à reforma. Não satisfeitos em sentar-se no encosto dos bancos e colocar os pés no assento, passaram também a pichá-los, bem como as colunas e concha acústica. Não é difícil a gente ver, como há poucos dias, rapazes subindo nas estátuas das quatro estações da bonita fonte luminosa. E mais: é também costume de muitos deles subirem no gramado que envolve a fonte e ali fazerem brincadeiras. Os mais afoitos até se atiram na água. Ou seja, virou um relaxo e bagunça, sem falar na sujeira feita pelos pombos. Felizmente, no decorrer da semana a Prefeitura mandou efetuar algumas limpezas no local, mas não será o suficiente enquanto não colocarem na praça uma dupla de guardas municipais para circular, orientando e impedindo inclusive que marmanjos continuem transitando com bicicletas por todo lado. Será que é tão difícil destacar dois guardas municipais? E contar também com o apoio da polícia? É a reclamação e a crítica que mais se ouvem por ali. Afinal, a praça é o cartão de apresentação da cidade. Concorda, meu caro prefeito?
Através desta foto voltamos ao ano de 1978, no Clube de Campo da Franca, palco de mais um baile de debutantes. As jovens que aí aparecem, exibindo a plenitude e beleza de seus 15 anos, são as seguintes, da esquerda para a direita: Maria de Fátima Olivieri, Yara M. Ferreira, Eliana Barbosa Sandoval, o paraninfo da turma, o cantor Antônio Marcos, Wera Helena B. Sandoval, Dudu do Val, Elaine Martiniano e Maria Cecília Miranda.
A mulher se queixa ao médico:
— Doutor, o meu problema é que meu braço esquerdo dói demais quando tenho relações com meu marido.
Diante de um fato tão inusitado, ele faz todas as perguntas, as investigações e não consegue chegar a um diagnóstico. Faz mais uma indagação:
— Não seria a posição que vocês costumam usar?
— Acho que não, doutor. Eu gosto de ter relações de ladinho, deitada sobre o meu braço, apoiando a cabeça com a mão.
— Ora, mas isso é muito simples. Vire-se para o lado direito.
— Ah, doutor, mas aí eu não consigo assistir à novela!