Painel
A receita deste domingo, de nome estranho, dizem que é muito gostosa. E é apresentada por Lúcia Helena de Oliveira, que é da equipe da Padaria Selena. Anote e experimente preparar essa Cueca Virada.
Ingredientes
1 kg de farinha de trigo
200 gramas de açúcar
15 gramas de sal
100 gramas de margarina
6 ovos
50 gramas de fermento biológico
Leite morno (para dar o ponto)
Óleo para fritar
Açúcar refinado e canela para polvilhar
Modo de Fazer
Dissolva o fermento em um pouco de leite. À parte, acrescente a farinha, o açúcar, os ovos, a margarina, o sal e, por último, o leite com o fermento dissolvido. Vá misturando e colocando leite até obter uma massa consistente (não pode ser muito dura e nem muito mole). Deixe descansar por alguns minutos.
Abra a massa e corte pequenos retângulos. Faça um pequeno corte no centro e introduza uma das extremidades no corte central e, no lado contrário, insira a outra extremidade. Deixe crescer novamente por aproximadamente 10 minutos e frite em óleo não muito quente. Na sequência polvilhe com açúcar e canela e sirva.
Se o café entornou sobre seu estofado de tecido, esfregue imediatamente (e com paciência), uma pedrinha de gelo até que a mancha desapareça. Depois é só deixar secar. Se for mancha de bebida alcoólica, esfregue éter e depois passe um pano úmido com água pura.
A Torcida Uniformizada do Painel hoje é formada pelos aniversariantes da semana*** começando neste domingo pela Lílian Cristina Barini de Oliveira e José Venâncio, da Venancar*** amanhã, Miguel Maniglia Júnior, meu sobrinho Augusto César Resende Rodrigues e Débora Lopes Rodrigues*** na terça, Namir e Silma Alcântara Junqueira, diretora do Sesi*** na quarta, colega Roberto Franchini*** na quinta, companheiro Daniel Rodrigues, Fernando Couto Rosa e Arsênio de Freitas*** na sexta-feira, Ricardo J. Silva, Mirandinha da sauna do Clube dos Bagres*** e no sábado, sobrinha Sueli Cristina Lima Navarro Faria*** Um abração a todos eles.
E começamos com esta frase de Brenda Francis: “A melhor maneira de nos libertarmos de um problema é encará-lo logo e resolvê-lo!”
Na última quarta-feira, a Secretaria de Educação do Município lançou o 6º livro de poesias de seus alunos da EJA-Educação para Jovens e Adultos. Participei do evento (muito agradável por sinal) que reuniu alunos e professores. Presença também da Orquestra Jovem, sob a batuta do maestro Nazir Bittar. A convite das professoras Rita Mozetti e Célia Tavares, tive a honra de escrever o prefácio do livro, cuja leitura foi feita na ocasião. Foi ótimo. Valeu!
Oportuna a campanha lançada pela Secretaria do Bem Estar Social através dos meios de comunicação. Ela orienta a população a não dar esmolas, mas sim oferecer oportunidade de trabalho. Dando dinheiro, os pedintes acostumam-se mal, preferindo pedir a trabalhar.
Na última terça-feira, 27 de setembro, o calendário marcou o Dia Internacional do Idoso. É importante começar uma reflexão a respeito, lembrando que cresce acentuadamente o número de pessoas da chamada terceira idade ou mais do que isso não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Antigamente, a previsão de vida batia nos 50 ou 60 anos, mas hoje essa média subiu cerca de duas décadas, em razão da qualidade de vida e dos recursos modernos da Medicina. Por isso, é da maior importância que essa faixa de idade esteja sempre consciente que não basta viver muitos anos, mas é necessário colocar mais vida nos anos vividos. Para isso, alguns fatores são importantes: jamais aposentar-se e ficar sem mais nenhuma atividade. É preciso estar preparado para quando a aposentadoria chegar dedicando-se a alguma coisa que o faça sentir-se útil. Outra coisa é a atividade física. Conheço vários idosos que ostentam mais saúde do que muitos jovens, praticando diariamente uma caminhada, natação ou outro esporte que não seja agressivo ao físico. Reaprender a comer, evitando os exageros para não ficar com sobrepeso, assim como moderar o consumo de bebidas alcoólicas. Alguns se aposentam e passam a fazer jornada integral nos bares, o que os leva embora mais cedo. Tudo é permitido, sem exageros, conforme lembram os médicos. É essencial também a convivência, o carinho e a atenção de familiares e amigos. O isolamento entristece e deprime. Se algum dos seus encontra-se no abandono, esquecido num asilo, sem visitas e sem um bate-papo, lembre-se que receberemos lá na frente o que fizermos aqui e agora. E só não fica velho quem morre cedo. O que é pior.
O professor José Gregoruti Netto, o Greguinho, foi meu primeiro e eficiente operador de som, ainda na PRB-5. Agora é um dos dirigentes do Senac em Franca. E na úlima semana ele apresentou a sua Dissertação de Mestrado no Centro Universitário “Moura Lacerda”, de Ribeirão. Tema: “A construção do projeto político-pedagógico nas escolas: O instituído e o instituinte”. Sucesso a ele, que merece. Greguinho é filho do saudoso Carlos Grego e de dona Fiíca.
Teve início ontem, na Escola Pestalozzi, o 37º Mês de Kardec, organizado por dirigentes da Família Espírita de Franca. Hoje, às 9 horas, acontece um Seminário sobre Cura Espiritual à Luz do Espiritismo. A programação segue em todos os finais de semana até o dia 29 deste mês.
No sábado, 8, casam-se Raquel Daiana Radis e João Carlos Gonçaves. Ela é filha do nosso colega da Rádio Difusora, o Antônio “Romero” Radis, e de Hilda Reis Radis, e ele é filho de Felisberto Gonçalves (já falecido) e Palmira Fonseca Gonçalves. A cerimônia religiosa será às 20h15 na igreja Sagrada Família, no Dermínio. Abraço a eles e tudo de bom.
A coordenadora de ensino do IETC, professora Rita Parzewsky, informa que está sendo planejada uma adaptação do programa cívico “Uma Hora em Comunhão com a Pátria”, criado pela inesquecível professora Lúcia Gissi Cerazo e que foi apresentado a todo o Brasil pela televisão. Ela precisa de qualquer material a respeito, que talvez um aluno ou professor da época ainda tenha. O contato pode ser pelo e-mail valdes@difusora.com.br
O amigo Ademir Pedro de Souza (Nena Viagens) está planejando um encontro festivo de pessoas que nasceram ou que viveram na cidade de São Simão. Ele mesmo nasceu em Tupã, mas traz boas lembranças de São Simão, onde viveu, assim como o Aírton da Mata Ambrósio (9156-6166) e José Cândido Chimionato (9153-9919), entre vários outros residentes em Franca com origem simonense. E pede um contato desses seus conterrâneos, através dos telefones citados ou com ele próprio, no 3723-5122.
Esta foto, cedida pelo Ademir Pedro de Souza, da Nena Viagens, foi feita no ano de 1972 (portanto, há quase 40 anos!), no prédio da antiga Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Franca. Professores e alunos se misturavam na ocasião. Vamos relacioná-los e cada um pode tentar identificar mestres e alunos da época: Começando pelos professores: padre Romano, David Rabelo, Ercília Jacobini, Zélia Presotto, dona Branca Nunes Rocha, Alfredo H. Costa, Drumond, Eticar Khun, Alfredo Rabaçal, Luiz H. Sechi. Alunos: Maria Madalena F. Gomes, Maria Alcina A. Oliveira, Ademir Pedro de Souza. Márcia Bonádio, Elza Rodrigues Pinto, Sônia Nassif, Rosimeire Taveira, Cecília Volpe, Urandi A. de Almeida, Vilma C. Giorgiano e Pastor Laurindo.
Depois de um naufrágio, restaram oito sobreviventes numa ilha deserta: sete homens jovens e uma mulher, esta de bastante idade, já bem idosa.
Depois de algum tempo, até se adaptarem à nova situação, ficou tudo uma beleza. A coroa dava conta dos sete e rolava de tudo, todo mundo feliz.
Um belo dia, como golpe do destino, a mulher morreu. A maior tristeza. Na primeira semana, tudo bem... Veio a segunda semana, dava pra ir levando... Na terceira semana, o bicho começou a pegar e a situação ficou feia.
Até que na quarta semana, não deu mais pra aguentar e um dos marmanjos falou:
— É, galera! Não dá mais... Vamos ter que enterrar a véia!