Painel
Diz que o delegado vai enquadrar aqueles estudantes da USP por formação de quadrilha... da fumaça *** E vamos agora à Torcida Uniformizada do Painel *** que tem Eurípedes Gonçalves, dedicado presidente da Liga Amadora de Futebol *** Ademar Ouro, dublê de cinegrafista *** empresário Ébio Pedrosa, do setor farmacêutico *** também o delegado Luís Carlos da Silva *** a Maria Célia Traficante Marques *** o time de frequentadores do Bar do Inécio *** o médico Rossini Machado *** E mais, muitos mais ***
Para começar, a inteligente frase de Dan Bennett: “Os Dez Mandamentos são claros e concisos, porque foram decretados diretamente e não por intermédio de várias comissões!”
Com a proximidade das festas de fim de ano e o recebimento do 13º salário, trabalhadores e — principalmente — aposentados costumam se dirigir às agências bancárias para retiradas e ao comércio para compra. É exatamente a época em que precisam estar ainda mais atentos e se cuidar contra batedores de carteira e malandros em geral, que crescem em número pela cidade nesta época. Há os que agem em dois ou três, organizando-se na observação de retiradas feitas nos bancos, passando a perseguir suas vítimas desde a saída da agência. Convém não deixar que o idoso vá sozinho ao banco. É bom também acompanhá-lo em suas compras ou deslocando-se em ônibus lotados. Quando for utilizar os caixas eletrônicos, é sempre interessante estar com uma pessoa da família ou de estrita confiança para auxiliar no manuseio do equipamento, evitando pedir ajuda a estranhos. Jamais fique contando dinheiro à vista de outras pessoas. Ao deixar o banco, observe se não está sendo seguido. Percebendo alguma coisa, entre imediatamente numa loja ou repartição e busque ajuda do gerente ou do responsável, ligando dali para a família ou para a polícia. No caso das mulheres, carregue a bolsa bem firme à frente do corpo. E na rua, cuidado com oferecimentos de recompensas, pois com certeza é golpe. Olho vivo!
Parabenizamos os amigos, ouvintes e leitores que mudam de idade nesta semana. Começando hoje por Silvinha Alonso y Alonso Bittar Cunha, Théo Maia Filho, estudante de Medicina, e minha sobrinha, a fisioterapeuta Renata Lima Navarro Miranda; na terça, amigo Leonel Aylon; na quarta, deputado Gílson de Souza; na quinta, Leandro Vaz, colega do CGN.
Começou ontem e vai até terça, feriado, a 13ª edição do Festival e Encontro da Arte Espírita em Franca, realizado em parceria com a Unifran. Novos compositores e cantores têm a oportunidade de mostrar suas composições nesse encontro que reúne crianças e jovens de várias cidades.
Em recente reunião do clero, o bispo d. Pedro Luiz recomendou aos sacerdotes que tomem cuidado em relação a bebidas alcoólicas em quermesses e outros eventos promovidos em suas paróquias. Alguns deles já decidiram arcar com possível queda na renda, deixando de vender cerveja, caipirinha e quentão. A partir de agora, só refrigerante e comidas típicas.
Há duas décadas, estudantes iam às ruas protestar e pedir Diretas-Já ou até forçar o impeachment de um presidente acusado de corrupção. Eram os cara-pintadas. Hoje, alguns deles invadem o prédio de uma universidade pública, promovendo quebradeira e protestando porque querem fumar maconha lá, sem serem importunados pela polícia. Sinal triste dos tempos.
Grupo de amigos comentava sobre as novelas de televisão. Lembrava que antigamente a história se desenrolava tranquilamente, para ser selada no final com o beijo do casal principal. E aparecia o Fim. Agora, antes desse final acontecer, a mocinha já foi para a cama com mais da metade do elenco. O pior é que isso vai servindo de péssimo exemplo na vida real.
-- Como foi que o vovô morreu?
-- Ah, meu filho, a gente estava fazendo amor.
O rapaz, espantado, ainda falou com a avó, que naquela idade isso é muito perigoso, devido ao esforço. E a avó explicou:
-- Mas a gente só fazia amor aos domingos e com muita calma, seguindo o compasso das bada-ladas do sino da igreja... era ding... dong... ding... dong... bem lentamente...
-- E o que deu errado, vovó?
-- Se naquela hora não tivesse passado o desgraçado do sorveteiro tocando o sininho, seu avô ainda estaria vivo!