Painel
Nem Papai Noel é mais como antigamente. Agora tem que fazer regime, para descer pendurado na tirolesa ou contorcido numa caixa *** E agora, vamos à turma da TUP, que tem o Coronel Marco Régis Cordeiro, que recebeu turma de amigos em sua chácara para um agradável almoço *** Serginho do Val, o popular Alemão *** esta coluna também é lida pelo amigo Toninho Marconi *** Victor de Andrade, presidente do Clube dos Bagres *** Coronel Nilton Colmanetti, que reencontrei dia desses *** E mais ainda, muitos mais *** William Shakespeare já alertava para a importância de saber ouvir e falar menos: “Dê a todas as pessoas seus ouvidos, mas a poucos a sua voz!”
Há algum tempo falamos disso, mas nunca é demais insistir e lembrar, principalmente aos empresários lojistas, que comandam equipes de vendedores (as): o bom atendimento faz a diferença. Antigamente a gente era obrigado a comprar algum produto num só lugar e engolir o que fosse preciso, mas hoje é bem diferente. A concorrência oferece cada qual mais vantagem para atrair seus clientes, os quais estão cada vez mais cientes de seus direitos. Então, se o vendedor (a) não for simpático e não souber cativar, o freguês sai e vai onde lhe dão mais atenção e nunca mais volta ao lugar onde foi tratado com indiferença. Por outro lado, o comerciante que é espontaneamente simpático vai fazer aquela venda, além de cativar o seu cliente para sempre. Isso é que os donos têm que falar e treinar seus comandados. E estar sempre atentos à forma como eles se comportam. Em lugar de primeiro perguntar a respeito da nota paulista, olhe nos olhos do comprador, diga um sorridente bom dia, boa tarde ou boa noite, para depois iniciar o atendimento. Risinhos e cochichos na frente dos clientes também precisam ser evitados. Rapidez é outra coisa que precisa ser observada. Hoje ninguém quer ou pode perder tempo. Nesta época de grandes vendas e durante o ano todo, quem trabalha com o público deve refletir no ensinamento de Ray Kroc, fundador da McDonald’s Corporation: “Se você trabalha só por dinheiro, não vai consegui-lo; mas se gosta do que faz e coloca os clientes sempre em primeiro lugar, o sucesso será seu!”
Duas situações que devem ser evitadas: chegar atrasado a eventos, principalmente apresentações em teatro. É muito feio. Outra coisa irritante é a pessoa marcar lugar com folheto e outros objetos nas igrejas. Se o marido chegou atrasado, que fique em pé e respeite quem foi no horário para uma missa, por exemplo.
Destaque para os aniversariantes da semana, começando hoje por Rodrigo Sanches e amanhã sua avó, Manoel Bilória Sanches; na terça, Ildeu Marino de Castro, Lazinho fotógrafo e o advogado João Facuri; na quarta, Adalberto da Silva (da Cida Doceira) e a boleira Osana Posteraro Medeiros; dia 22, Guido A. Silva Júnior, Leopoldo Medeiros e Clério Pereira; sexta, padre Ovídio e, no sábado, Penha Cubeiro da Silva e Euripinho (tapeceiro). Parabéns e um abraço a todos eles.
Quem esteve nos visitando esta semana foi o amigo Joaquim Rocha, que há anos trabalhou conosco na Rádio Difusora. Mudou-se para São Paulo e trabalha na equipe do Sílvio Santos no SBT. É amigo íntimo de Celso Portioli, que assessora em suas emissoras de rádio. A mais recente, uma FM (em fase experimental) adquirida em Brodowski. O patrão Sílvio Santos segue em férias em Miami.
A dupla Rionegro & Solimões realiza o sonho de virar o ano fazendo o que mais gosta: cantar. E cantar para um público enorme e com transmissão para todo o Brasil. Eles estarão na Avenida Paulista, no grande show da virada dos paulistanos. Há poucos dias também fizeram um show para funcionários de um dos grandes shoppings da capital.
A professora Marlei Taveira Cintra é deficiente visual, assim como suas duas irmãs, que, como ela, são exem- plos de superação. Marlei, por exemplo, ensina a crianças com deficiência visual, a partir dos 4 anos, atendendo numa das classes da rede municipal, no Champagnat. Basta que os pais dessas crianças procurem por ela no período da tarde.
O deputado Tiririca vem dando um show em muitos dos mais letrados em Brasília. Começou uma campanha para a popularização dos museus, além de discutir a criação do Museu Itinerante Nacional do Circo, ideia encampada pelo Ministério da Cultura. E agora, sem ao menos conhecer Franca, destinou verba para a Santa Casa local.
Este mês de dezembro tem sido muito importante para a professora Oneida Biondi Casadei, mulher do nosso amigo Éber Casadei. Ela aniversariou logo no dia 1º, além de estar completando Jubileu de Ouro em sua atividade: são 50 anos como artista plástica. Nosso abraço e parabéns.
Nosso leitor e amigo Toninho, que integra a equipe de secretariado da A. A. Francana, mandou-nos esta foto, feita pelo fotógrafo Galo, no ano de 1948, no interior do Estádio Coronel Nhô Chico. À esquerda, a pequena arquibancada coberta. Ao fundo, as cabines de rádio. Detalhe: não havia alambrado em volta do gramado, mas apenas um cercado, que podia facilmente ser transposto, mas todo mundo respeitava. Imaginem se fosse assim ainda hoje, com a violência atual entre torcedores. Não sobrava um árbitro vivo.
Duplamente desconfiado da mulher e da amante, o sujeito resolveu mandar as duas, que não se conheciam, num mesmo cruzeiro de navio, para depois investigar como as duas se comportavam. Na volta, perguntou à mulher como foi a viagem, como eram os passageiros, até identificar a outra e perguntou como era essa mulher. A esposa falou:
– Ah, uma sem-vergonha. Não passou uma noite sem que aquela mulherzinha dormisse com um homem diferente!
Meio desconcertado ele procurou a amante e fez a mesma investigação. Quando identificou a esposa, a amante contou:
– Ah, aquela coroa? Uma verdadeira dama.
– Como assim? – perguntou o sujeito, já mais aliviado.
– Ora, ela subiu a bordo com o marido e, durante o cruzeiro inteiro, não saiu do lado dele!