Painel
Agora não falta mais nada: Big-Brother acusado de estupro na casa; em Brasília, rato mordendo as pessoas, mesmo durante o recesso parlamentar *** Mas vamos ao pessoal da TUP *** como o amigo Ozorinho dentista, que revi há poucos dias *** casal Carlos Alberto-Wilma Pigrucci, que comandam o Restaurante JP *** Ênison Lopes Ferreira e Cláudia *** Hermes Ludovino da Silva *** Hélvio José de Paula, presidente do Palmeirinhas, mais Dim, Ticuba e equipe, vibrando com a inauguração das novas quadras de bochas *** E mais, muitos mais *** Começamos com esta frase de Louis Nizer: “A verdadeira religião é a vida que levamos e não o credo que professamos.”
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto!” Ruy Barbosa profetizou tudo o que vemos hoje, mesmo tendo proferido esse discurso há quase um século. Ele já pressentia que chegaríamos a um ponto de tamanha falta de respeito e caráter entre as pessoas, que uma atitude que devia ser encarada como obrigação passa a ser uma virtude, como devolver uma quantia em dinheiro ou objeto de valor ao legítimo dono. Quando isso acontece, vira notícia no rádio, TV e jornal. Pais ensinam os filhos como burlar as leis para conseguir um documento ou subornar alguém para evitar uma punição ou mesmo a usar descaradamente o salário-desemprego, mesmo estando com novo trabalho. E vai por aí afora. Foi-se o tempo em que um fiozinho do bigode valia como documento. Quando a vergonha na cara fazia a pessoa se desesperar por estar com uma dívida e não ter como pagar. Hoje, quase ninguém perde ao menos o sono por isso. Peso na consciência, atualmente, é como o caso do sujeito que recebeu na sua loja, de um freguês conhecido, uma nota de R$ 100. Quando ele saiu, verificou que haviam duas notas coladas. Aí, ficou na dúvida cruel: Contaria ou não para o seu sócio?...
Abraçamos os aniversariantes desta semana, começando hoje pelo amigo Luiz Gonzaga Junqueira (Ótica Ocular); amanhã, é a vez de Dominguinhos Duarte e do médico Ronaldo Américo Mandel servirem o bolo; na quarta-feira, além do Paulo Roberto Verzola, temos o aniversário de Hildemar Silveira. E seguem outros mais...
Comentamos dias atrás sobre motoristas que insistem em dirigir falando ao celular. E não adianta reclamar se foi multado. A Polícia Militar apresentou durante a semana dados comprovando que essa tem sido a mais frequente causa das punições. E tem gente que depois fala em indústria da multa. Ora, quem não deve não tem o que temer, não é mesmo?
Integrantes da Associação Cão que Mia e demais interessados fazem esta manhã um manifesto em defesa de cães e outros animais maltratados na cidade. A carreata sairá às 9 horas, defronte do Franca-Shopping, rumo à praça Nossa Senhora da Conceição, onde a manifestação será encerrada. O tema é: Crueldade Nunca Mais. A mesma manifestação em defesa dos animais vai acontecer também em outras cidades espalhadas pelo País.
Aniversariam na quarta-feira: Mauricinho Chinaglia, Nélio Carloni, Nizelane Couto Rosa e o maestro da Sinfônica de Franca, Nazir Bittar; na sexta-feira, médico José Carlos Vaz e psiquiatra Ana Cristina M. de Pádua; e no sábado, 28, Cíntia Flávia e Sérgio Marques (ambos colegas do GCN) e o PM Moisés Radaelli. Mando um grande abraço a todos eles.
Além de puxar uma carretinha ou danificar o carro dos outros, para o que mais serve aquele engate que muitos carros usam no para-choque? Devia estar terminantemente proibido, a não ser que tenha alguma serventia ou seja mesmo usado. Será que tem tanta gente que usa carretinha puxada pelo seu veículo? A maldade e desrespeito continuam.
A área do Conjunto Poliesportivo tem sido bastante usada para caminhadas ou passeio com a família. Só que alguns e algumas continuam exagerando no costume de levar seus cães para passear e defecar na área. Só que não tomam o cuidado de carregar uma sacolinha plástica para recolher a sujeira. E os marmanjos sobre bicicletas, continuam? E quem fiscaliza?
O Mineirinho resolveu, finalmente, prestar queixa de um atropelamento que havia sofrido várias semanas antes. Encaminhado pelo delegado ao Fórum, o juiz quis saber o motivo da demora em prestar a queixa, como tudo aconteceu e por que ele disse, na ocasião, que não tinha sofrido nada.
-- Pois é, doutor, naquele dia eu botei a minha mula na camionete e ia levando ela pro sítio, quando uma picape atravessô o sinal vermeio e bateu na minha camionete bem dum lado. Eu fui jogado prá um lado e minha mula pro outro. Eu quase num podia mexê, mas podia ouvir a mula zurrano e pelo baruio, o estado dela era feio. Aí veio o guarda rodoviário deu uma oiada na mula e deu três tiro nela. Depois, atravesso a estrada, veio até onde eu tava caído, ainda com a arma na mão e falô:
-- Sua mula estava muito machucada e eu tive que atirar nela. E o senhor, como está se sentindo?
-- Foi aí que eu falei: ‘tô ótimo’.”
O papel alumínio pode ajudar você a recuperar aquela tesoura “cega” que está encostada: pegue um pedaço desse papel alumínio, amasse e use a tesoura para cortá-lo. Repita o processo até dez vezes e sua tesoura (ou mesmo faca) vai voltar a cortar tudo.