Painel
A fantasia que mais se vê nos desfiles de Carnaval é a de dentista: na base do fio dental *** E agora, vamos ao pessoal da folia da TUP *** que tem o sempre muito simpático frei Ditinho, pároco de N.S. das Graças *** Raul Zamarian (Sabesp) e Cláudia *** outro casal que lê a gente é o Xisto de Oliveira e Célia *** o Juca da Chevrolet *** Bitão, Carraro e Zé Guerra, que também seguem para a pescaria no Pantanal *** Alcides e Marcelo Viotto, comandantes da Viotto Corretora de Seguros *** e muitos mais *** Iniciamos hoje com este ensinamento de Donald Trump: “Já que você tem que pensar de alguma forma, pense grande”!
Quem não corrige os pequenos erros, pouco a pouco cai nos grandes. Esta é uma verdade que devemos levar em consideração nas mais diferentes situações. Serve, principalmente, para alertar os pais e mães na educação dos filhos. Pode acontecer de a criança pegar um objeto do coleguinha na escola, coisa à toa que lhe chamou a atenção. A mãe que é atenta vai perceber, perguntar onde foi que arranjou aquilo e fazê-lo devolver, explicando o quanto é grave ficar com o que pertence a outro. De repente, a criança encontrou um cachorrinho bonito na rua, leva para casa e, mesmo sabendo que o dono está à procura do cão, esconde e fica com o animalzinho, e o que é pior, com o consentimento da família. E assim, com outros objetos que vão aparecendo na casa e todo mundo aceita, mesmo sabendo que a criança ou o jovem não tem como comprar aquilo, já que nem trabalha. Dessa forma é que ela vai aumentando o tamanho dos delitos, até chegar à fase adulta e ser condenado ou até morto no mundo do crime. Não sei se é verídica, mas j ouvi a história de uma mãe que agia assim, até que o filho foi condenado a vários anos e levado à penitenciária. Num dia de visita, quando a mãe se aproximou do filho, ele fingiu abraçá-la e quase arrancou um pedaço de seu rosto com uma dentada. Ao perguntar o motivo daquela bárbara agressão, o filho presidiário respondeu: “É para a senhora se lembrar que, se tivesse me educado quando eu era pequeno, hoje eu não estaria aqui, atrás das grades”!
Aniversariantes desta se-mana: começando hoje pelo querido colega e amigo Marcos Silva... amanhã, o Daniel Carrijo e o Marcos Mazini... na terça, Emílio Fernandes Filhos, Saulo Pucci Bueno e Rivaldo de Almeida... na quarta, o fotógrafo do GCN Wilker Maia, Vera Barcelos e o cantor Rionegro... Abraço a todos eles.
A Liga Amadora de Futebol programou para 21 de abril uma confraternização entre ex-jogadores e ex-dirigentes de antigas equipes da cidade, como Comercial, Fulgêncio, Sãopaulinho, Congregação, entre muitos outros. Já podem ir separando camisas e fotos desses times dos antigos certames amador e varzeano.
Seguidas quedas de carros nos córregos da cidade chamam a atenção para a necessidade de instalação de defensas ou muretas em boa parte deles. A despesa não deve ser tão grande e uma vida que for salva já justifica o gasto com essa instalação. E que os motoristas também tomem o devido cuidado.
Mais aniversariantes da semana: na quinta, Benedita Aparecida Ferreira Sanches, José Alfredo Santos e a mu-lher Diná... na próxima sexta-feira, meu amigo Toninho Dionísio... no sábado, Antônio Pereira (Igarapava), Amaro Olímpio da Silva (Bazar Boa Sorte), Rosana Branquinho e os colegas Sidnei Ribeiro, do GCN, e Ádamo Alves... Tudo de bom!
Se acontecer um acidente junto a um cruzamento onde estiver um carro estacionado em local proibido, com linha continuada, branca ou amarela, e que dificultou sua visão, faça o seguinte: fotografe, chame duas testemunhas ou faça o registro policial. Quem estacionou de forma irregular deve ser co-responsabilizado pelo acidente. E terá que pagar pelo estrago.
O comentário nas rodas políticas é que o PT pode vir a ser o fiel da balança na disputa municipal deste ano. A militância do Partido dos Trabalhadores garante ter de 30 a 40 mil votos, o que pesaria bastante num segundo turno, que é muito provável. Até aqui, pelo menos, ninguém aparece com potencial para levar a prefeitura no primeiro turno. Daí...
Um homem teve seis filhos e sempre foi muito orgulhoso de sua realização. E muito gozador, começou a chamar sua mulher de “mãe de seis”. Assim ele se referia a ela em qualquer lugar e ela detestava aquilo. Certa noite foram a uma festa. O lugar estava lotado de conhecidos e o marido, depois de beber um bocado, resolveu chamar a mulher para ir embora. Ele a viu do outro lado da sala e na maior altura falou:
- Vamos prá casa, ô “mãe de seis”?
E ela, irritadíssima com o marido, respondeu:
- Quando você quiser, ô “pai de quatro”!