Painel
Chegando o pessoal da Torcida Uniformizada do Painel *** que tem Tomaz Silveira, que mudou de idade na terça-feira *** Babá, na Praça Barão *** pessoal da cadeira cativa no Bar do Zé de Carvalho *** esta coluna também é lida por Donizete e Sirley, no maior agito nesta quaresma na Peixaria Tambaqui *** médico Roberto Rached Sobrinho e Márcia *** professor Alfredo Machado Neto, diretor da UniFacef *** casal Mário Puddu-Neuza *** e mais ainda , muitos mais *** Para quem sempre reclama de falta de tempo, a frase de Leonardo Da Vinci: “O tempo dura bastante para aqueles que sabem aproveitá-lo”.
Diante de certos fatos noticiados por este Comércio, é de se pensar: se a violência e o desrespeito decorrente dela continuarem crescendo, em que mundo estarão vivendo os nossos descendentes? A invasão de uma escola pública no Jardim Vera Cruz I, que foi inteiramente depredada, é de deixar qualquer um revoltado. O fato, ocorrido na última quarta-feira, transcende qualquer tentativa de explicação, já que foi vandalismo puro: os bandidos espalharam o lixo por todas as dependências do estabelecimento de ensino, além de quebrar objetos e pichar as paredes. No ato de vandalismo, placas que sinalizam as portas das salas foram quebradas, fechaduras foram danificadas, quatro bancos de concreto foram destruídos, lixo foi espalhado pelo palco do pátio. Além de pichar, os invasores fizeram vários buracos nos muros. Tem gente que ainda procura justificativas para uma ação do tipo. Acontece que todo ato de vandalismo é injustificado. Só nos dois primeiros meses deste ano, oito escolas foram invadidas por ladrões. Por isso, achamos que não se pode deixar correr frouxo. Nos últimos tempos, roubos e vandalismo contra escolas vêm crescendo e a população não recebe uma resposta adequada das autoridades. Tem que investigar, descobrir os responsáveis e colocá-los na cadeia. Do contrário, onde iremos parar?
Destaque para quem muda de idade nesta semana, começando hoje por Claudinet Simões, Elmo Pedro Soares e Élcio Fernandes, colega da Difusora; amanhã, minha sobrinha Maria de Lourdes Rodrigues; na terça-feira, fotógrafo J. Comparini e Mariela Fonseca Toscano; na quarta, sobrinho Leonardo Navarro Leonard (Top-Forma).
Para os inúmeros e antigos alunos do Colégio Champagnat matarem saudades dos tempos áureos de seu funcionamento, aí está uma tomada de sua fachada e o pátio de entrada com suas árvores. O Champagnat, dos Irmãos Maristas, foi fundado em 1902, inaugurado em 1915, tendo passado por reformas em 1923, 1948, 1949 e 1960, antes de passar ao patrimônio público estadual e agora municipal.
Vamos antecipando nosso abraço à querida amiga Lúcia Helena Maniglia Brigagão, que estará mudando de idade no dia 19, segunda da próxima semana. Lúcia é nossa colega, inspirada colunista do Comércio, além de brilhante escritora. Nosso abraço, extensivo ao maridão, Carlos Brigagão.
O sujeito segue montado no seu burro lá pelo sertão da Bahia, quando de repente o burro empaca e não sai mais do lugar. O camarada olha a carga no lombo dele e acha melhor procurar ajuda com o único mecânico à beira da estradinha:
— O senhor conserta carros e deve saber também como fazer meu burro andar.
O mecânico logo deu um palpite:
— O senhor usa esses dois supositórios, um de pimenta-do-reino e o outro de pimenta malagueta. O senhor coloca o primeiro no traseiro do burro. Se ele não andar, o senhor coloca o outro. Mas, cuidado que ele pode acelerar demais...
No dia seguinte, o mecânico encontrou novamente o sujeito e quis saber:
— Deu certo? O burro andou?
— Se andou! Eu coloquei o primeiro supositório no traseiro do burro e, se não boto o de malagueta no meu, nunca mais eu pegava o bicho!