Painel
No embalo da folia, vamos abraçando o pessoal do Bloco da TUP, começando por aniversariantes da semana *** na quinta-feira, dia 14, a amiga e advogada Neuza Ribeiro e Silva, Gustavo Sanches Cintra, Karina Paludeto, pintor Hélio Tasso, Fernando Minucci e dona Maria Furini Finardi *** na sexta-feira, meu sobrinho, Leandro Navarro Leonard *** e sábado próximo, o tenor Saulo Couto, a colega Ângela Maria Barbosa Santos e Sirley Aguiar. Logo abaixo tem mais aniversariantes ***
Diz que o sujeito era tão feio, que quando foi comprar uma máscara de Carnaval só lhe venderam o elástico!
O Carnaval mudou bastante. Agora, a folia ficou apenas nas ruas de algumas cidades, nos trios elétricos em Salvador e Recife ou nos desfiles transmitidos pela televisão. Os salões foram perdendo força e os animados bailes carnavalescos ficaram na saudade. Franca tinha vários desses salões, como AEC, Luiz Gama, Internacional, Clube dos Bagres. Todos lotados. Curti bastante os carnavais da AEC, onde a Orquestra Laércio de Franca animava as quatro noitadas e três matinês, isso por uns quinze anos. Tudo era só alegria, sem excessos ou confusões, num ambiente família, onde uma cuba-libre ou uisquinho esquentava o motor da moçada. A orquestra tocava sucessos de sempre, como Jardineira, Máscara Negra, Pó de Mico, e todo mundo acompanhava, porque sabia a letra, e ia rodando pelo salão. Quem não levava muito jeito para sambar ou mexer o corpo, ficava ali olhando, só marcando passo no lugar e os dois indicadores levantados, observando o cordão que rodava o salão inteiro. A cada volta, quando as paqueras se encontravam, atiravam no outro um pouco de confete, faziam ali um gracejo e, se houvesse a correspondência, até pegava na mão. Quem viveu essas coisas se lembra com saudade e quem não viveu não imagina como era gostoso e animado aquele antigo Carnaval de salão. Só restou a saudade.
Como hoje é Carnaval, estou destacando esta foto do amigo Luís Cláudio do MIS, feita no interior da AEC-Centro, durante o Carnaval do ano de 1983. O Rei Momo, na época, era o nosso querido amigo, o saudoso Ivoney Antônio Barbosa. Ele aí aparece entre a rainha e princesa daquele Carnaval e ao lado do presidente da AEC, o também saudoso e sempre querido José Finardi.
Abraço aniversariantes de hoje: minha sobrinha Lúcia Helena Leonard, Wanderley Tristão, dona Jurací Tristão (mamãe do Luiz Neto) e sua esposa Lourdinha Lazarini e Josué, motorista do GCN... Amanhã: Fernando Fernandes e Fábio Meirelles Filho... na terça: Renato Valim, Alípio Araújo Neto e a amiga Carminha... Dia 13, junto comigo, Paulinho Silas (Calçados Factum), dona Terezinha Silva e colega Olga de Faria...
Reclamaram em meu programa na rádio Difusora sobre casa lotérica que tem um microfone para a atendente, que conversa com o cliente do outro lado, no tipo viva-voz, e todo mundo que está no local escuta a conversa. É um absurdo. Ora, todos os presentes vão saber sobre saque de dinheiro ou coisa parecida, o que se torna um perigo. Eu mesmo ainda não vi, mas se confirmado, isso precisa ser eliminado.
Uma senhora reclamou do precário estado dos pisos nos cemitérios, especialmente no da Saudade, onde ela, uma idosa, tropeçou num buraco e caiu, sendo socorrida por funcionários. Já que a maioria de donos de túmulos tem cuidado deles, que a Secretaria Municipal de Serviços mande consertar o piso, já que a maioria dos visitantes é da faixa mais idosa. O tombo dela foi próximo à capelinha do cemitério.
Antes que um lamentável acidente aconteça, com atropelamento de um estudante num desses cruzamentos movimentados, deviam mudar essa prática de obrigar os calouros das faculdades a pedir dinheiro para festejar aprovação. Além de raspar a cabeça e pintar o corpo, podiam criar outro tipo de brincadeira que seja menos perigosa e mais proveitosa, como doação de sangue, por exemplo. Pensem nisso.
Quando estiver concluída a Casa da Cultura, a intenção da nova direção da Feac é instalar ali, entre outros órgãos, o Museu da Imagem e do Som, atualmente ocupando um reduzido espaço na antiga casa da família Cariolato. Ou, quem sabe, ficaria com aquela casa toda, já que a Pinacoteca deverá se mudar. Outra providência necessária é reformar o Museu Histórico “José Chiachiri”. O prédio está em péssimas condições.
Encontrei esta semana, numa agência bancária, o jovem atleta Ricardo Gianecchini, filho do Fausto e da Roberta. De uma família de grandes jogadores de basquete, ele passou por várias equipes, entre elas o time de Assis, mas decidiu, aos 31 anos, encerrar a carreira e dedicar-se, ao lado do pai, à uma ONG que trabalha com crianças estudantes na iniciação ao esporte. E ele tem gostado muito da nova atividade.
Dentre tantos e queridos amigos que aniversariam esta semana, quero antecipar meu abraço ao empresário Edson Arantes, que estará mudando de idade na terça-feira de Carnaval, dia 12. Na foto, Edson Arantes com a esposa Maria Helena, casal fundador da empresa Chok-Doce Festas, que agora é comandada também pelos filhos, que formam a nova geração da conceituada empresa. Um abraço a todos.
Como hoje é Carnaval, estou destacando esta foto do amigo Luís Cláudio do MIS, feita no interior da AEC-Centro, durante o Carnaval do ano de 1983
Como hoje é Carnaval, estou destacando esta foto do amigo Luís Cláudio do MIS, feita no interior da AEC-Centro, durante o Carnaval do ano de 1983. O Rei Momo, na época, era o nosso querido amigo, o saudoso Ivoney Antônio Barbosa. Ele aí aparece entre a rainha e princesa daquele Carnaval e ao lado do presidente da AEC, o também saudoso e sempre querido José Finardi.
Parabéns! quero antecipar meu abraço ao empresário Edson Arantes, que estará mudando de idade na terça-feira de Carnaval
Dentre tantos e queridos amigos que aniversariam esta semana, quero antecipar meu abraço ao empresário Edson Arantes, que estará mudando de idade na terça-feira de Carnaval, dia 12. Na foto, Edson Arantes com a esposa Maria Helena, casal fundador da empresa Chok-Doce Festas, que agora é comandada também pelos filhos, que formam a nova geração da conceituada empresa. Um abraço a todos.
Copiada - Três representantes da terceira idade estão conversando e contando vantagens
Três representantes da terceira idade estão conversando e contando vantagens. O primeiro:
- “Estou com 70 anos e em plena forma. Só o estômago é que anda rateando. Outro dia comi uma feijoada, algumas caipirinhas e depois me senti sonolento e com o estômago pesado”
O segundo contou o que fez:
- “Eu estou com 75 anos e também estou legal. As pernas é que andam meio fracas. Ontem joguei um futebolzinho na areia, depois nadei uns três quilômetros e à noite senti as pernas um pouco doloridas”
O terceiro não deixou por menos:
- “Eu estou com 80 anos e só a memória está começando a falhar. Ontem, de madrugada, bati na porta do quarto da empregada, ela acordou assustada, abriu a porta e falou: “Que é isso, seo Oliveira? Tá querendo outra vez?!”
Três representantes da terceira idade estão conversando e contando vantagens. O primeiro:
- “Estou com 70 anos e em plena forma. Só o estômago é que anda rateando. Outro dia comi uma feijoada, algumas caipirinhas e depois me senti sonolento e com o estômago pesado”
O segundo contou o que fez:
- “Eu estou com 75 anos e também estou legal. As pernas é que andam meio fracas. Ontem joguei um futebolzinho na areia, depois nadei uns três quilômetros e à noite senti as pernas um pouco doloridas”
O terceiro não deixou por menos:
- “Eu estou com 80 anos e só a memória está começando a falhar. Ontem, de madrugada, bati na porta do quarto da empregada, ela acordou assustada, abriu a porta e falou: “Que é isso, seo Oliveira? Tá querendo outra vez?!”
Se a mancha de caneta estiver num tecido, ponha um algodão embaixo da mancha e esfregue com um cotonete úmido só no local sujo para não espalhar a tinta. Deixe de molho em sabão em pó por uma hora e lave normalmente. Removedor e álcool sobre a marca também funcionam.