Painel
Será que até o Natal deste ano a gente vai poder usar o viaduto da Major Nicácio? *** E vamos ao pessoal da TUP, abraçando alguns dos leitores que aniversariam esta semana *** como o Maurílio Mendes, no próximo sábado *** na sexta-feira, dia 8, o amigo João de Deus e padre Idair Perina... na quinta-feira o Thomás Silveira *** o amigo Mauro Aímoli, que mudou de idade ontem *** e logo abaixo, ainda hoje na coluna, mais aniversariantes.
Começamos com esta frase de Frei Anselmo Fracasso: “Muitos jovens se desencaminham porque nunca ensinaram a eles qual é o caminho certo!”
Muitos talvez nem se lembrem de como foi criada a figura do crime hediondo no Brasil. Surgiu de movimentação popular liderada pela escritora de novelas Glória Perez, quando do brutal assassinato de sua filha, a atriz Daniela Perez. Mais de um milhão de assinaturas foram colhidas e o Congresso aprovou a lei. Outras conquistas vieram, como a Ficha Limpa, através de iniciativa popular. O que estamos vivendo agora, de violência e impunidade, deve igualmente levar o povo a exigir urgentes mudanças na lei processual penal, exigindo maior rigor, além de um reestudo do Estatuto da Criança e do Adolescente, que a pretexto de proteger o menor, acabou dando a eles uma asa enorme. Quando muitos pais se acomodam, não impondo limites, dando a esfarrapada desculpa que não podem corrigir, o resultado é o que temos visto, de uso e abuso de bebidas e total desrespeito às autoridades. Nesses casos os pais são os primeiros culpados, mas também devia-se desatar as mãos das autoridades para punições mais severas. A maioridade penal já deveria ter baixado para 15 ou 16 anos. Se sabem como cometer crimes, que aprendam a pagar por eles. Se o povo não se unir e exigir mudanças, ficaremos à mercê da impunidade, já que pouco ou nada podemos esperar dos legisladores. Vamos engrossar fileiras e lutar por isso.
Aniversariantes de hoje: o médico Aldo Fantini Neto e a professora Lúcia Garcetti Ribeiro... amanhã, Sérgio Augusto de Paula e o Paulo Barreto... na terça, Wellington Well Miguel, Hélio Rodrigues, Júlio César Bérgamo, Marcus Oliveira, Luzia das Graças Pimenta e Cizinho David... na quarta, Daniela Paulino Sanches, médico Joaquim Ribeiro e Inécio do bar. Saúde e paz.
O excelente cantor francano Vavá, desde algum tempo, vem seguindo carreira solo, fazendo o estilo romântico, bem ao gosto do público adulto. No Sul de Minas, região da Serra da Canastra, ele é muito admirado. Domingo último ele brilhou no almoço da solidariedade, promovido pelo colega Verzola, no Coliseu. Agradeço a ele por dois de seus CDs.
Recebi simpático e-mail do leitor Roberto Barbosa, gerente comercial da Ferracini, elogiando o texto da semana passada que falava de atitudes de elegância, que todos devem observar. Ele até distribuiu cópias da nota do Painel para familiares e departamentos da sua empresa, destacando os verdadeiros sentidos da vida. Agradeço pela atenção e referências à coluna.
O consumidor precisa estar sempre atento ao comprar alimentos, conferindo a data de validade. Cuidado com ofertas muito tentadoras. Pode ser de produtos que já estão para estourar esse prazo. Se detectar produto vencido, chame o gerente e pode exigir o mesmo produto em bom estado e levá-lo de graça. Ou, no mínimo, chamar-lhe a atenção para o descuido.
A jornalista Priscila Amaral nos escreve falando ainda sobre o prédio da antiga Mogiana-Fepasa, na Estação. Na verdade, lá estão funcionando, além de posto de vendas da Viação Cometa, a Biblioteca Pública e o Cartório Eleitoral. Mas ela reclama que foi criado por lei o Centro Cultural Salles Dounner, em 1998, para funcionar naquele local. Até agora nenhuma ação neste sentido. Com a palavra, a Prefeitura.
Se as motos já têm dois grandes espaços para estacionarem de graça na Praça Nossa Senhora da Conceição não deveriam ocupar as já escassas vagas dos carros. Outra coisa: o serviço de trânsito podia usar muitas esquinas, onde veículos maiores não devem estacionar, demarcando faixas para as motos. Seriam duas providências numa só medida. E também proibir motos de estacionar ao redor da praça.
- “Olha, dona Marlene, graças a Deus salvamos a senhora e a criança. Mas tem uma coisa. A senhora não vai poder ter mais filhos de jeito nenhum. Se ficar grávida outra vez, a senhora morre. Entendido?!”
Toninho e Marlene mal sabiam da camisinha e então resolveram dormir em quartos separados para não arriscar. Passou um mês, dois e foi aquele sofrimento.
Até que uma noite, a mulher se levantou no meio da madrugada, foi pé-ante-pé até o quarto do marido e bateu na porta:
- “Toninho, abre a porta.”
O Toninho estava até roncando, acordou e meio sonolento perguntou:
- “O que ocê qué, Marlene? Precisa de alguma coisa?”
E a Marlene falou:
- “Eu quero morrê!”
Em razão de um erro nosso, estamos repetindo a foto do último domingo, neste Arquivo, por ter saído com outra legenda. A foto, cedida pelo amigo Élison Fernandes, mostra alunos que concluíram o 4º ano primário da Escola “Coronel Francisco Martins”, no ano de 1956. Lá no alto, a professora Maria Erotides de Andrade Lima. Alguns alunos identificados: Jaime, Neguinho, Tiplum, Serafim, Renildo Valim, Nenê, Sebastião, Getúlio, Sinésio, Miguel, Stanley, Helinho, Guilherme, Dema, Carlinho, Itamar, Luís Cacheiro e Hélio, entre outros, que podem ser identificados por vocês.