Painel
Estamos quase de volta. Na terça-feira já estarei no comando do Show da Manhã, na Difusora, e domingo que vem aqui no Painel, por inteiro *** Vamos abraçando mais integrantes da TUP, como o engenheiro Raul Zamarian e Cláudia, Paulinho Careca e Malú, Wagninho Fernandes e Ana e Réco e Lia, animados companheiros da primeira etapa do nosso passeio, que depois a gente comenta a respeito *** Começamos a conversa de hoje com esta frase da Madre Teresa de Calcutá: “Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação!”
Neste mundo corrido que estamos vivendo, em pleno século XXI, percebe-se que há cada vez menos espaço para gentilezas. Pequenos gestos e ações tornam-se simpáticos e não podem ser esquecidos. Dizer por favor, licença e obrigado não faz mal a ninguém e estimula quem ouve a fazer o mesmo. Ouvir mais do que falar e não interromper o interlocutor também. Outra coisa: poucos homens abrem a porta do carro para suas acompanhantes -amiga, namorada ou esposa. Ou então puxam a cadeira para elas em um restaurante. Ninguém se rebaixa fazendo isso. E, podem ter certeza, causam boa impressão e até geram repetições e criam exemplos para as gerações mais novas. Não custa nada. Além disso, o trânsito também poderia ficar mais ameno se os motoristas - e motociclistas -usassem da gentileza, permitindo que pedestres atravessem a rua ou então que veículos saiam das vagas onde estão estacionados em vias movimentadas e lhe tomem a frente. Agir com gentileza é benéfico para todos e, com certeza, tornará o mundo ainda melhor, principalmente diante de tanta tristeza e violência que estamos vendo atualmente. Só uma corrente positiva será capaz de reverter a situação atual. Afinal, gentileza gera gentileza, assim como o bem atrai o bem. Nunca é tarde para tentarmos, experimentarmos.
Um abraço hoje ao Luís Reinaldo Bastianini... Amanhã, ao médico Pedro Couri... quarta, ao Ozonil Nascimento Garcia (Zo-Som)... Sexta, ao meu amigo Everton de Lima e Durvalino Rezende... e sábado, ao meu neto João Gabriel, Lincoln Bueno Alves, Giseldo Fontanezzi, Milton Raimundini e Paulo de Souza (Sabor Caseiro).
De se aplaudir o Trote Solidário do Uni-Facef. Ao contrário de ações que buscam degradar os calouros, a instituição criou um meio para estimular a consciência cidadã. A arrecadação: 8,5 toneladas de alimentos, 310 latas de suplementos alimentares para o Hospital do Câncer, 767 livros, 60 árvores plantadas e 170 doações de sangue. Ótimo!
Enquanto instituições filantrópicas tentam sobreviver diante das dificuldades financeiras, com os procedimentos pagos pelo SUS sem reajustes há dez anos, a farra continua em hospitais federais. Quase todo dia, há notícias de que esquemas de corrupção desviam dinheiro para o bolso de empresários e agentes públicos. Uma vergonha!
A questão toda do preço do tomate, que tornou-se o vilão da inflação - mas especialistas garantem que não é bem isso -, mostra que os preços continuam subindo. Não adianta o governo dizer que “está tudo sob controle”. Não está. Qualquer dona de casa é capaz de apontar os produtos que tiveram alta. Estão tapando o sol com a peneira.
O assassinato de um estudante por um jovem (que fez 18 anos três dias depois do crime) por causa de um celular expõe a questão da impunidade. Garotos cada vez mais são usados pelo crime organizado por serem quase inimputáveis - ficam recolhidos pouco tempo e são soltos. Em razão do vício de drogas tornam-se marginais frios e sem remorsos. Enquanto não forem responsabilizados criminalmente, continuarão aí tirando vidas.
É positiva a informação de que até o início do próximo semestre Franca deve ter o Restaurante Bom Prato, com refeições de até R$ 1. Instalado na zona Norte, num convênio com o Estado, será excelente aquisição para uma cidade de operários que merecem uma opção de alimentação barata e de qualidade. Estamos torcendo para que tudo dê certo.
Esta foto me foi cedida pelo querido companheiro de rádio e amigo de uma vida, o Everton Pires de Lima, que aliás, aniversaria na próxima sexta-feira, dia 19, e a quem estamos abraçando. Era uma equipe de futsal, formada por funcionários da Rádio Difusora. O fotógrafo Lazinho acredita que foi no final da década de 1970. Em pé, da esquerda para a direita: Nelsinho Abrão (já falecido), Everton Lima e Edilson Noronha. Agachados: Odacir Correia Dias e o agora dentista, Dagmar Galvão.
Vamos antecipando nosso abraço ao muito competente médico da Unimed-São Joaquim e nosso amigo, o Paulo Sérgio Faleiros, que aniversaria nesta próxima quarta-feira. Ele já começa a receber cumprimentos, extensivos à esposa Maria Alice, aos filhos Paulo Antônio, Júnia e Maria Clara e netinha Maria Luiza. Muita saúde e paz.
Um dia ele estava arando, quando sua mulher foi lhe levar o almoço. Ele sentou-se num toco e começou a comer e a mulher começou a importuná-lo novamente. De repente, a mula deu um coice na mulher, bem na nuca, ela caiu morta na hora.
No outro dia, no velório, o padre notou que as mulheres falavam alguma coisa com o viúvo e ele acenava com a cabeça, concordando. Quando era um homem, ele balançava a cabeça negativamente. Isso aconteceu várias vezes.
Depois do enterro, o padre quis saber o motivo de ele concordar com as mulheres e não concordar com os homens. O velho fazendeiro então explicou:
- “As mulheres vinham falar umas coisas boas dela e eu concordava”.
- “E os homens?”
- “Eles queriam saber se a mula estava à venda!”
Cozinhe apenas a quantidade que irá consumir, a não ser que pretenda congelar uma parte da preparação. O mesmo vale para a quantidade de comida colocada no prato. Sirva porções menores e, caso ainda esteja com fome, repita em vez de jogar comida fora ou comer exageradamente, sem ter vontade.