Painel
A violência aqui virou tão banal que o Brasil não tem mais repórter de rua, é correspondente de guerra *** E agora, vamos abraçando mais integrantes da TUP *** como nosso amigo Cassinho e sua mamãe, dona Mariela, que completou 90 anos em maio último *** esta coluna também é lida pelo vereador Adérmis Marini *** o casal Julieta Passeri Souza, juíza diretora do Fórum, e André Martins *** e mais ainda, muitos mais... Diz que “um homem de sucesso é aquele que consegue ganhar mais dinheiro do que sua esposa consegue gastar. E uma mulher de sucesso é aquela que consegue encontrar este homem!”
Quando apresentamos o projeto “Adote uma praça”, transformado em lei municipal, a intenção era de ver uma cidade mais limpa e bonita, com a ajuda e participação da iniciativa particular, com empresas comerciais e industriais assumindo o cuidado desses locais. A aceitação foi total, mas na prática, somente algumas dessas empresas cumpriram ou cumprem exatamente o que indica a lei. Como diz a expressão, adotar é assumir com total responsabilidade e encargos, cuidando do espaço, sem visar com prioridade o retorno publicitário. O que temos visto, de lá para cá, com raras e honrosas exceções, são praças e canteiros abandonados, com sacos de lixo amontoados, mato alto, mas a placa de propaganda lá está, no ponto mais visível, com lista de ofertas, endereço, etc, quando o correto seria apenas usá-la para identificar a adoção e uma placa em tamanho padronizado, com os dizeres: firma tal adotou esta praça. Já nos cansamos de cobrar fiscalização e até retomada do espaço e ainda a retirada da placa oportunista, mas a Prefeitura tem sido muito devagar nisso. Existem, como disse, as exceções e uma delas é justamente na quadra em frente ao prédio do GCN, na avenida Elisa Verzola Gosuen, cuidada diariamente até por um jardineiro. Isso é adotar, como muito poucos fazem. O resto é fazer de conta que adotaram.
Aniversariando amanhã, dia 17, Maria Sanches Quirino, esposa do meu amigo Luiz Quirino... na quarta-feira: dona Tereza Bertoni, mãe do ex-jogador Zé Mauro, o advogado Sebastião Astolpho Pimenta Filho e o casal José de Carvalho (do Bar) e Nize Helena (53 anos de união)... na quarta-feira, os amigos Toninho Marconi e Guido Antônio da Silva. Um abraço a todos.
Sabem quais foram as músicas mais executadas no Carnaval deste ano, nos bailes nos salões e nas ruas? Cabeleira do Zezé foi a mais tocada, vindo a seguir: Cidade maravilhosa, Maria sapatão, Mamãe eu quero, Me dá um dinheiro aí, Cachaça, Mulata YeYeYe, Vassourinhas e Marcha do Remador. Nenhuma música recente entrou na lista das mais executadas...
Os comandantes do Buffet Catavento estão agora apresentando seu novo empreendimento. É o Armazém Santa Clara, com todos os tipos finos de especiarias. Está instalado ao lado do Barcode, na rua Maria Gomes Silva. Aproveito a oportunidade para agradecer a lembrança muito bonita e gostosa enviada pelos queridos casais Carlos e Ana e Paulo e Eleonora.
Estive em Uberaba para renovar nossos passaportes, isto porque Franca não conta com Delegacia da Polícia Federal. Teremos ainda que retornar a Uberaba para retirar o passaporte, gastando dois dias nessa tarefa. Pior ainda é ouvir alguém se admirar de Franca não ter ainda Polícia Federal. Que o deputado Ubiali, até com apoio do Gilmar Dominici, lute por isso.
É preciso muito cuidado com fogos, principalmente neste mês de festas juninas. Crianças e pessoas alcoolizadas jamais devem soltá-los. Verificar também se o local é adequado, sem fios elétricos e árvores por perto, é essencial para a segurança. Muita gente já perdeu mão ou dedos ao soltar fogos sem o cuidado ou prática nisso. É melhor evitar o perigo do que se lamentar depois do acidente.
Agora até quem procura o conjunto Poliesportivo, local de lazer e de práticas esportivas, corre o risco de ser assaltado. Caberia à Guarda Civil a devida vigilância, além do aprimoramento da estrutura, com uma portaria e identificação dos frequentadores, conforme prometeram há tempos, mas não saiu do papel. De qualquer forma, é preciso cuidar da segurança dos frequentadores do Póli. Urgentíssimo.
Ainda no clima de comemoração dos 51 anos da rádio Difusora, mostramos hoje uma foto que nos foi trazida pela amiga Maria Abadia Garcia, que aliás foi uma das primeiras funcionárias da emissora, ainda na rua do Comércio, no andar de cima do Banco de Crédito Real. Isso no comecinho da história da rádio. A Maria Abadia aparece sentada na mesa de som. Em pé, da esquerda para a direita, a Tininha, então discotecária, o Zé Rasteiro (ainda com bastante cabelo), um amigo do pessoal - o senhor Santo, e o saudoso radialista Amaurí Destro, observando um LP em vinil.
Hoje é dia de abraçar o querido colega e amigo Benny Chagas, que está mudando de idade. Já fomos compa- nheiros nos meios de comunicação e temos agora visto e ouvido o Benny abrilhantando eventos, cantando e executando seu som. Na foto (cedida pelo colega Higininho), o Benny com sua Stelinha Bettarello. Abraço e tudo de bom.
- “Olha, sua sogra teve um tipo de catalepsia, uma doença rara. Ela entra numa espécie de sono profundo e pode até ser enterrada viva. Mas, sofrendo um grande impacto, como a queda do caixão, ela volta a viver, entendeu?”
Passado algum tempo, a velha parece ter morrido de verdade. O genro não contou nada a ninguém, providenciou o rápido velório, e quando levavam o caixão para ser enterrado, ele seguia à frente de todos, orientando:
- “Cuidado com o toco, pessoal. Cuidado com o toco!”
As sobras de macarrão podem ser incorporadas a uma salada. As hortaliças podem ser aproveitadas em sopas, purês, farofas e recheios de suflês, panquecas e tortas. Sobras de carnes podem ser aproveitadas em risotos e no recheio de bolinhos e tortas. Pão amanhecido rende torradas, farinha de rosca e rabanadas.