Painel
Um dos piores dramas que uma família pode viver é quando um filho, ou alguém próximo se torna dependente das drogas. Vai destruindo sua vida e de seus familiares, chegando ao ponto de pais e mães já não reconhecerem o filho que criaram com tanto carinho. A maneira mais indicada para evitar que isso aconteça é a prevenção, através do esclarecimento às crianças e jovens, do desastre que as drogas significam.
Por isso mesmo, o governo estadual criou há alguns anos o Proerd, um programa educacional de resistênc ia às drogas e à violência. Esses encontros são feitos nas escolas estaduais e da rede municipal, se assim a prefeitura do local desejar.
Em Franca, o referido projeto vinha sendo ministrado, com resultados altamente positivos, conforme o testemunho de mães e das próprias crianças, geralmente na faixa dos 9 aos 11 anos, com uma diplomação ao final de um período de quatro meses.
Agora, estranhamente, a Secretaria de Educação decidiu excluir da grade essa atividade, que não tem custo algum para o município, mesmo sabendo de sua importância. Será que a Prefeitura tem um programa melhor do que o Proerd - já aprovado com louvor? Onde é ministrado? Para quê mexer no que é ótimo e está dando certo?
Causa estranheza que o prefeito esteja de acordo, já que não se manifestou contrariamente. Só podemos lamentar a decisão inoportuna da secretária de educação e do prefeito.
“A Colegial” foi o mais famoso barzinho de Franca, ponto de encontro da moçada, na virada dos anos 50 para os anos 60. Funcionou ali onde hoje está o Banco do Brasil, ao lado de um posto de combustíveis. A foto, portanto, uma raridade, me foi cedida pelo amigo Hércules, que era o gerente da casa, comandada pelo ‘seo’ Luizinho. Era começo dos anos 60. Observe, da esquerda para a direita, alguns dos jovens presentes: Pádua em pé; na mesa central, de lado, o Preguinho; em pé, o José Carlos Carvalho Rosa; sentado de óculos, o Anjinho, Heraldo; Marcos “Soneira”; mais à direita, Mário Roberto e Osanam. Reconhecem mais alguns?
Mais uma turma que sempre confere esta página e por isso são integrantes da TUP * alguns deles estarão mudando de idade esta semana: o Antônio Marcos de Melo, delegado do Creci em Ribeirão Preto * o Armando Antônio Rizatti * o ex-prefeito Sidnei Rocha * o empresário Paulo Henrique Ravagnani * Frei Carlos Marchioni * Paulinho Valerini * um abraço antecipado a eles *
Estamos abraçando hoje pelo aniversário, nosso amigo Luís Cláudio Coelho. Ele é o grande comandante da distribuidora Ultragaz em Franca, além de nosso parceiro na rádio Difusora e também um dos salmistas da equipe da Catedral. Tudo de bom, muita saúde e paz..
Trabalho maravilhoso é feito através do Projeto Guri, criado pelo governo estadual há 10 anos . Desde 2005 foi implantado em Franca, com parceria da Acif, atendendo cerca de 600 crianças e jovens, de 6 a 17 anos, aprendendo a tocar diversos instrumentos musicais. Já está provado que o esporte e a música são de maior importância na formação educacional e cultural dos jovens. E merecem total apoio e incentivo.
Insistimos: A Secretaria de Segurança e Cidadania, responsável pelo trânsito na cidade, podia estabelecer cartelas para uso regulamentado nos espaços de estacionamento para idosos. Acontece que até idosos costumam exagerar no tempo de uso, encostando pela manhã e retirando o carro somente à noite. Sem contar a falta de fiscalização de quem ocupa as vagas sem portar a devida cartela. Até quando, tenente Buranelli?
Motoqueiros, principalmente os que gostam de abusar, deviam ter assistido à uma matéria na televisão, mostrando o preocupante número de jovens que já tiveram membros amputados em razão de acidentes. Isto sem falar em vidas preciosas que também se foram. O problema é que pensam que acidentes só acontecem com os outros...
O que virou aquela proposta em Franca de limitar e sinalizar o acesso de veículos nos postos de combustíveis, como forma de proteção aos pedestres na calçada? Até porque alguns veículos entram nesses locais na velocidade em que estão na rua. Outra coisa: e uma lei para emplacamento de bicicletas? É a única maneira de fazer com que os ciclistas respeitem as leis de trânsito e não andem, por exemplo, em calçadas e calçadões.
Nosso amigo, o querido frei Mauro Luís Oliveira está preparando a gravação de um segundo CD, com cânticos e declamações de salmos. Ele já tem um CD nessa linha e que teve ótima procura. Agora deverá contar até com um coral em algumas das faixas. Apesar de morar em Ribeirão Preto, ele sempre visita Franca, convidado, em especial, para celebrar casamentos.
Mudando de idade hoje a Renata Sanches Valerine, o Matias Taveira (Magazine Luiza-Shopping), o Wagner Sábio de Mello e o Rafael Garcia Silva (23 anos, filho do Japa e Wilma)... na terça-feira, o Arnaldinho Eleotério, Fernando Carlos Leite, a colega Eunice Rezende e o Euripinho (Supermercado Francano)... Abraço a todos eles.
Manhã tranquila na cidadezinha no sertão. O padre, em frente à igreja, viu passar uma garotinha de uns nove ou dez anos, pés descalços, franzina, meio subnutrida, ar angelical, conduzindo umas seis ou sete cabras.
Era com esforço que a garotinha conseguia reunir as cabras e fazê-las caminhar. O padre observando a cena, começou a imaginar se aquilo não era um caso de exploração de trabalho infantil e foi conversar com a menina:
- “Olá minha jovem. Como é o seu nome?”
- “Rosinalva, seo padre”.
- “E o que você está fazendo com essas cabras?”
- “Estou levando para o bode cobrir as cabras. É lá no sítio do seo João.”
- “Me diga uma coisa, Rosinalva: seu pai, ou seu irmão não podiam fazer isso?”
- “Pode não, seo padre. Já fizeram...mas num dá cria... tem que ser um bode mesmo!”