Painel
Há poucos dias, o povo norte-americano comemorou os 50 anos daquela manifestação pacífica e gigantesca, liderada por Martin Luther King, reivindicando respeito aos direitos humanos e igualdade de tratamento entre brancos e negros. Aquele líder pacifista falou do sonho de seus irmãos um dia serem tratados sem discriminação e com respeito. O grito de protesto foi tão vibrante e convincente que tudo foi mudando aos poucos, e meio século depois, aquele país passou a ser governado por um negro. Isso nos mostra que não há necessidade de violência na luta por aquilo com que sonhamos, mas de definir o objetivo e sonharmos juntos, lembrando que o maravilhoso do sonho é nossa capacidade de torná-lo realidade. Assim como Luther King e seus irmãos negros sonhavam com esse respeito e igualdade, também podemos plantar agora o sonho de um país com possibilidades iguais a todos na educação, com escolas públicas no padrão das particulares, no atendimento à saúde de forma correta e mais humana, tudo isso coordenado por bons representantes no poder, defendendo o interesse comum, agindo de maneira honesta, mostrando seu exemplo aos que o elegeram. Isso é possível. Basta que sonhemos juntos e que cada um faça a sua parte, começando por executar com o voto as mudanças que desejamos. E quem sabe, daqui a alguns anos, estaremos também comemorando essa vitória. Se não nós, nossos filhos e netos.
Hoje é dia de abraçar a Isa Mellen Coelho e o Realindo Júnior, que aniversariam... Amanhã, será a vez do Ruy Balieiro e do Sebastião Manoel Ananias... na terça-feira, Heitor de Lima e José de Anchieta e Silva... Na quarta-feira, José de Carvalho, do bar no Jardim Francano, e a Renata Pessoni Borges... Abraço a todos.
A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo promove na quarta-feira, 11, uma palestra sobre a importância do rádio nos diversos segmentos da sociedade. E nos convidou para falar à plateia, relatando nossa experiência na comunicação. Será às 15 horas, no Uni- Facef, com entrada franqueada.
Quem esteve na cidade sábado último, a convite da Associação do Ministério Público, foi o conhecido e experiente repórter do SBT, Roberto Cabrini. Falou com os promotores sobre seu trabalho em reportagens investigativas e do relacionamento com o Ministério Público. Destacou ainda, com entusiasmo, sua admiração pelo empresário Sílvio Santos, seu patrão e hoje seu ídolo.
Sobre aquela notinha falando do trânsito confuso nas proximidades do Galo Branco, o simpático casal Favorino e Jurema Xavier escrevem para acrescentar: Quem segue rumo ao Shopping também se vê em situação difícil, quando faz a curva à direita naquelas várias faixas, cruzando com quem desce pela avenida Rio Branco. Precisaria ser melhor organizado aquele trecho.
Costumamos ouvir reclamações sobre a demora na substituição de lâmpadas nos postes das ruas, que chega a quase um mês. A propósito, dia desses, uma ouvinte nossa de rádio deu uma dica que pode agilizar o atendimento. Se a CPFL não substituir logo, basta o consumidor ligar na Aneel, número 167, de segunda à sexta-feira, das 8 às 20 horas.
Esta coluna é sempre lida por muitos amigos, alguns deles mudando de idade durante esta semana...o Michel Zamorano Cury... Élzio Garcia... Carlos Antônio Chagas, o Zuca... José Manoel de Paula... dona Elvira Cordeiro... Frei Joaquim, da São Judas... Dulce Xavier e Melissa Toledo, do GCN... Agostinho Galgani Silva... Ana Beatriz Garcia... e ainda muitos mais...
Vamos antecipando nosso abraço ao querido médico Otto César Barbosa Júnior, que amanhã estará mudando de idade. Ele é o atual presidente do Hospital Unimed-São Joaquim em Franca, considerado hoje um dos mais modernos e completos do Estado. Abraço e tudo de bom a ele.
Um chefão da máfia descobriu que seu contador havia desviado 10 milhões de dólares do caixa. O contador, para segurança, era surdo e mudo. Quando o chefão foi pedir satisfações, levou junto sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos e mudos. Ele mandou ela perguntar onde estavam os 10 milhões de dólares. A advogada, usando a linguagem dos sinais transmitiu a pergunta ao contador, que respondeu, também em sinais, que não sabia do que estavam falando.
O chefão da máfia sacou uma pistola 45 e a encostou na testa do contador, gritando:
- “Pergunte novamente a esse desgraçado. É sua última chance”.
A advogada, sinalizando, falou ao infeliz:
- “Ele disse que vai te matar se não contar onde está o dinheiro”.
E o contador respondeu em sinais:
- “Tudo bem, vocês venceram. Diga a ele que o dinheiro está numa maleta preta, enterrada no quintal da casa do meu primo Mário, na Rua Jota, 372, bairro Santa Cecília”.
O mafioso quis saber da advogada o que o contador tinha respondido, e ela falou:
- “Ele disse que o senhor é um frescão e que não é homem de puxar esse gatilho!”