Painel
Tivemos esta semana o Dia do Professor. Lembro-me que estudei num tempo em que as escolas eram um porto seguro para crianças e jovens adolescentes, vivendo num ambiente de amizade e de respeito. Os professores ao entrarem na classe, eram recebidos em pé, e num respeitoso silêncio pelos seus alunos. Se houvesse um simples ato de indisciplina, era levado à diretoria e de lá podia sair com uma advertência, ou até uma suspensão. Em casa, o pai tinha que assinar a notificação, sendo muito provável que a criança recebesse um outro castigo dele. Professores, além do status, ganhavam muito bem, por isso mesmo até médicos e engenheiros davam aulas em escolas públicas para o primeiro e segundo graus. O diretor era o administrador, respeitado inclusive por professores e funcionários. Hoje, infelizmente, as coisas mudaram muito, ou melhor, as pessoas mudaram. Alunos já não respeitam professor, funcionário e nem diretor, e pior ainda, quando chamados à atenção, respondem ou até agridem, e em casa recebem apoio do pai e da mãe, que chegam ao cúmulo de ir à escola brigar com o professor, dando portanto, uma enorme asa ao filho ou filha. Já não existe reprovação, e por isso mesmo eles pouco se importam em ficar atentos às aulas. O resultado disso tudo é o fraquíssimo aproveitamento escolar. Reflitam um pouco nisso e façam sua parte. Ensinem a seus filhos o quanto devem ter de respeito e carinho com seus mestres. Eles merecem.
Esta coluna é lida pelo casal, advogado Ismael Merlino e Anita Clésio Dante da Silveira e Maria José Erasmo Silva e Sônia Carlos Brigagão, que aniversaria sábado, e Lúcia Helena quem também lê a gente e muda de idade esta semana é o Dudu Del Lama Cassiano Pimentel e Rosana dona Terezinha Noronha Victor de Andrade médica Rita Moscardini.
Começa hoje o chatíssimo horário de verão. Confesso que já sofri mais em anos anteriores, até que resolvi aceitar o que não posso mudar. Como diz aquele ditado popular: “sabendo sofrer sofre-se menos”. A propósito, se o governo gosta tanto de plebiscito, por que não escuta a população a esse respeito? Certeza que o povo reprovaria a medida por larga diferença.
Sindicato da Indústria, Prefeitura de Franca e governo de São Paulo convidam para a abertura da 1º Festa do Calçado, que acontecerá no Parque “Fernando Costa” de 25 deste mês a 3 de novembro. E mais: Agradeço ainda à direção da Francal Feiras pelo convite para o 19º Prêmio de Estilismo, este no próximo dia 28, em São Paulo.
Uma jovem francana está no grupo de dançarinas do programa do Faustão, na Globo,aos domingos.Ela passou por testes e foi aprovada, tanto que, quem a conhece já viu ela aparecer dançando no grupo.Trata-se da bonita jovem Ana Júlia, filha do Juliano Fadel Ribeiro e da Sabrina.Ela também é neta,no lado paterno, do médico Joaquim Pereira Ribeiro e Dalel.
Com a redução de espaços para estacionar nas ruas, quem tem sofrido bastante são os donos de casas com garagem. Num total desrespeito, alguns motoristas estacionam a metade do veículo em frente a elas, dificultando entrada e saída, quando não é total a ocupação, e ainda acham que estão certos, alegando que “é rapidinho”, como diz a música do Paulinho Gimenes. É revoltante!
Comerciantes da região central reclamam, mas alguns deles precisam dar exemplo para não tornar mais complicado o estacionamento de carros. Tem os que encostam o próprio veículo em frente à loja e deixam ali o dia inteiro. Não sei qual o esquema com a Área Azul.
A Prefeitura devia nivelar os bueiros nas ruas onde o estacionamento foi proibido. Explico: Com a ocupação das duas faixas, em certa velocidade, o motorista corre o risco de quebrar uma roda, ou se desviar e bater no carro da outra faixa. Isso, principalmente na Saldanha Marinho, e outros trechos.
Hoje é dia de cumprimentar, pelo aniversário, a amiga Rose Victal... o veterano marceneiro José Vicentine, nos 8.9... Luís Fernando Borges... Valéria Castro Bueno (Escritório Pires)... e Rute Montalbine... Amanhã, o sr. Xisto Antônio de Oliveira (Francauto)... e na quarta-feira, a Débora Oliveira Barbosa (Moda Festa)... Abraço a todos.
Esta foto mostra uma daquelas equipes de ouro do antigo IETC, reunindo mestres, direção e funcionários da casa, no decorrer dos anos 60. Tive o privilégio de ter sido aluno da maioria deles. Lá no alto, da esquerda para a direita, Canhotinho, Waldemar Vanini, Eurico, mais ao centro, a professora Helena Barbosa, o diretor Júlio César D’Elia, Geraldo Ribeiro, Luís Martins, Chafic Felipe e Major. No centro, Lúcia Cerazo e, mais à direita, Nicanor Xavier da Cunha, Olívia Costa e o mestre Pedroca. Mais à frente, Mário Latorraca, Alfredo Palermo, Ana Maria, Valeriano Gomes e Zoé Gomes, dona Carlina, entre outros, que guardo na lembrança, mas me escapam os nomes.
Quem está mudando de idade neste domingo, 20 de outubro, é a jovem Viviane Pagoti, filha muito especial do Alberto Pagoti Munhoz e Leila Miras Munhoz. Recebendo ainda o beijão dos irmãos Anderson e Juliana. Juntamos daqui o nosso. E tudo de bom.
Quando abriram a porta do quarto do pessimista, ele estava chorando e olhando para a bicicleta, dizendo:
- “Não vou andar nisso. Tenho certeza que vou cair, machucar e estragar a bicicleta...”
Desapontados com o pessimista, foram para o quarto do filho otimista. Abriram a porta e encontraram ele mexendo no esterco, dizendo para os pais:
- “Vocês não me enganam. Eu sei que o cavalinho está escondido por aqui!”