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Franca
escolha outra cidade
Painel
Esta coluna é sempre lida pelo casal Clóvis Ludovice e Maria Theresa Também pelo casal Leonel e Rosinha Aylon O amigo Wagão Ferracioli, que aniversaria no próximo sábado Também mudando de idade no mesmo dia, o amigo Raul Zamorian Filho, engenheiro da Sabesp o advogado aposentado Walter Aanawate, na casa dos 7.7 E mais: quem lê a gente todos os domingos é o Delei, ex- ponteiro da Francana o casal Xisto Oliveira e Célia E mais ainda, muitos mais
Não devemos encarar como obrigação o fato de estarmos indo às urnas neste domingo, mas sim como a grande oportunidade de poder manifestar a nossa opinião a respeito de nossos representantes no governo. O voto é o protesto mais contundente que podemos fazer, sem violência. Aliás, democracia significa participação no governo e não direito de fazer baderna. E a forma de todos participarem é escolhendo, através do voto, quem vai falar e agir por nós. Então, se estamos descontentes com alguma ou muita coisa, é a hora de agir, ou então afirmar que está tudo conforme você deseja. E no caso particular de Franca, podemos ou não eleger representantes na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. Para isso, o certo é analisar os candidatos e escolher os que estão melhor preparados para fazer valer a força de uma cidade com cerca de 350 mil pessoas e mais de 220 mil eleitores. Para isso, foi até lançada a campanha Voto Nosso, para aproveitar o máximo possível, para não ter de reclamar depois que falta representatividade política, enquanto outras cidades vão garantindo seus mais próximos candidatos. Os votos que o eleitor francano deposita para candidatos de outras cidades, vão faltar para completar a quota necessária para eleger mais um dos nossos. Se o francano se conscientizar disso, a cidade pode fazer dois ou mais deputados estaduais e o mesmo número de federais. Caso contrário, vamos continuar perdendo tantas coisas para os municípios que foram mais inteligentes e concentraram o voto nos seus candidatos. Pense nisso. Esta é a hora!
Já que o número de vagas para estacionar no Centro é reduzido, vai aqui uma sugestão ao secretário da área: Em vez de colocar tantas caçambas nas vagas de carros, por que não puxá-las para onde estão as faixas amarelas, mais próximos das esquinas, de modo que não atrapalhe o trânsito de veículos e pedestres? Se achar difícil, coloco-me à disposição (com outros amigos) para sugerir os locais. Com a palavra, o secretário.
Falando ainda de vagas de estacionamento, quando será que a secretaria municipal vai normatizar os espaços de idosos e deficientes, que costumam deixar o carro durante um dia inteiro no mesmo local. Não seria melhor estabelecer uma cartela com tempo máximo de permanência? Ora, se quiser ficar o restante do dia, que pague o valor da área azul, não é mesmo? Esperamos providências.
Já ouvi muitas críticas em relação ao fechamento da Casa da Cultura e de museus da cidade aos sábados. De fato, seria o dia ideal para sair com a família, mais tranquilamente e visitar esses locais. Se a alegação é falta de funcionários, por que não estabelecem um rodízio, e o funcionário que fizer o plantão no sábado, ficaria com a segunda-feira livre para compensar? Só uma questão de querer acertar.
Muitos eleitores desconfiam da inviolabilidade das urnas eletrônicas. Acredito que não seria difícil de resolver a situação: Bastaria instalar um dispositivo, que soltasse um comprovante da votação, do tipo dos cartões de crédito ou débito, que seriam colocados numa urna junto ao presidente da mesa. Futuramente, em caso de dúvida, os comprovantes poderiam ser contados. E não haveria mais qualquer suspeita.
No final da outra semana assisti a dois filmes, que agora indico a quem não viu: A Culpa é das Estrelas, baseado no famoso livro. Uma linda história de amor, mas preparem o lenço, é muito triste. Outra dica: Getúlio, que relata os últimos momentos de Getúlio Vargas no poder, a pressão que sofreu, principalmente após o atentado contra Carlos Lacerda, seu mais duro crítico. Getúlio é interpretado no filme pelo fantástico Tony Ramos.
Leis existem para serem cumpridas e ninguém pode alegar ignorância das mesmas. O problema é que muitas são aprovadas mas nunca fiscalizadas como deveriam e acabam esquecidas. É o caso de quem possui cães pitbull ou rottweiler. A legislação determina que ao conduzir pela rua um cão desse porte, deve ser colocada focinheira e usada uma guia curta. É raríssimo ver o cumprimento dessa lei.
Mudando de idade hoje o amigo Roberto Franchini, lá da Hertz...Amanhã, o Wellington Veríssimo, Fernando Rosa e Arsênio de Freitas... Na terça, médico Marco Aurélio Ubiali e Ricado Silva (Mirandinha)... Na quarta, a sobrinha Sueli Cristina Navarro Faria... Na quinta, o colega Cacau, da Hertz, e José Turquetti (Prefeitura)... Na sexta, sobrinho Luís Fernando Rodrigues e Rita Franchini Cavalcanti.
Vamos antecipando nosso abraço à querida amiga e brilhante empresária Luiza Helena Trajano Rodrigues, que estará aniversariando no próximo dia 9, quinta-feira. Com certeza, irá receber muitos cumprimentos, pela figura humana que é, além de ser a grande líder do Grupo Magazine Luiza, conhecida e respeitada em todo o Brasil, especialmente no meio comercial. O nosso abraço e tudo de bom.
No consultório do psiquiatra, o médico entrou em sua sala e viu um sujeito ajoelhado no chão, se arrastando pra lá e pra cá, com algo na boca. Imaginando que pudesse ser seu paciente, ele foi conversando calmamente:
-“Ah...quem veio até aqui? Um gatinho?”...
O camarada rastejou para o outro canto. O médico o seguiu e falou:
-“Ah, já sei. É um cachorro, não é mesmo?”
O sujeito só olhou e se rastejou até debaixo da mesa, colocou a mão sobre o computador, virou-se para um buraquinho no chão, puxando um fio... Aí o médico sentou-se na sua poltrona e falou:
-“OK. Acho que é realmente um gato. Vamos conversar sobre isso?”
Foi quando o sujeito tirou o rolo de fita isolante da boca e falou: -“Olha, doutor, se o senhor não me deixar em paz, não vou mais instalar essa droga de internet aqui”!