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Franca
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Painel
Tenho recebido em meu programa da Difusora vários e-mails, principalmente de senhoras, relatando o que tem ocorrido pelas ruas da cidade, mormente nos cruzamentos mais movimentados, onde costumam ficar pedintes. Não são todos eles, mas alguns são inconvenientes, dizendo palavrões e zombando de quem não tem ou não quer dar algum dinheiro, por entender que essa não é a maneira mais correta de ajudar. Uma dessas senhoras relata que ali no semáforo próximo a um supermercado da avenida Ismael Alonso Y Alonso, no Centro, um deles sentou-se atrevidamente sobre o capô de seu carro, só se levantando com a abertura do sinal. Outra senhora conta que descendo a Praça Barão da Franca, uma mulher do time de pedintes que ficam ali queria algum dinheiro, e com a negativa, também destratou essa senhora, junto com seus colegas. Enfim, é muita reclamação, mas nossas autoridades não tomam uma posição, e por isso mesmo o número deles vem aumentando assustadoramente, vindos de outras cidades, atraídos pela moleza encontrada em Franca. Agora, uma pergunta ao Ministério Público e Magistratura: Será que muitos deles já não têm passagem e contas a acertar com a Justiça? Já seria um meio de diminuir o número deles nas ruas e até redução nos furtos e roubos. E mais: Uma campanha bem feita de conscientização da população para não dar dinheiro para quem tem condições de fazer algum tipo trabalho. Algumas cidades fizeram isso com sucesso. Seria o caso de copiar e fazer o mesmo por aqui, antes que alguma coisa pior aconteça.
Dentre queridos amigos que sempre leem esta coluna, também alguns outros aniversariantes da semana, como o colega Higininho Caleiro Filho, médico Favorino Luís Xavier e Antônio Carlos Vidal (gráfica), todos na sexta-feira E no sábado: Mariah Blóis Pera Diniz, Irani Bastianini, José Roberto Silveira (Funerária Nova Franca) e o advogado Ismael Merlino, meu ouvinte e leitor e presença obrigatória no Terço dos Homens da Catedral
A respeito da nota sobre pancadões à beira da represa em Rifaina e pelas inúmeras reclamações daquela comunidade, o prefeito Abrão Bisco enviou projeto à Câmara com alterações para liberação de alvarás. O seu vice, Cidinho, nos enviou cópia da propositura, que deve ser aprovada pela Câmara. Falar em Rifaina, o policiamento militar da cidade tem novo comandante: Sargento Marco Antônio da Força Tática.
É indiscutível a situação preocupante de falta de ofertas de trabalho, com exceção de alguns segmentos na área calçadista, mas é preciso alguma criatividade para driblar a crise. Aquele jovem senhor que saiu com um cartaz pedindo uma oportunidade deu ótimo exemplo. Tanto que conseguiu trabalho. Tente, invente e sem querer escolher o emprego.
Se alguém duvidar do que afirmamos, basta dar uma passadinha pela Praça Barão, olhando aquela parte debaixo, que virou um lixo. É todo tipo de objeto ali descartado, incluindo marmitex vazio e plásticos. E aquelas plantas mal cuidadas, que servem de esconderijo de drogas? Os bancos sujos de cocô de pombos, que deveriam ser lavados e melhor cuidados. Tá horrível.
Dia desses, ao chegar a um lugar onde havia espaços reservados a idosos e deficientes para estacionar, vi quando um jovem, forte e saudável, saiu de sua camionete parada numa vaga para idosos. Ele nem colocou a necessária cartela, até porque não era idoso. Mas, o que me chamou a atenção foi um adesivo no vidro com a frase “Não à corrupção”. Justo na camionete desse falso idoso.
Lembrei-me dia desses de um ensinamento trazido da Escola Superior de Educação Física e que serve para professores e educadores físicos. Não se deve dizer a uma criança que é hora de se exercitar, isso é desanimador. O certo é dizer: “Vamos ao parque, ou campinho, brincar um pouco?” Daí você as leva para correr, brincar nos balanços e nos travessões, enfim, elas se exercitam, sem saber que aquilo é ginástica.
Aniversaria hoje o veterinário, nosso amigo Mário José Pereira... Na terça-feira, o querido comunicador, meu amigo-irmão, Everton Lima, e o seresteiro Durvalino Rezende... Na quarta, o notário Lincoln Bueno Alves, Giseldo Fontanezi, Milton Raimundini, Paulo Campos de Souza (Sabor Caseiro) e o Padre Marco Antônio Borgnotti... Na quinta, dona Fiica Gregoruti e Denise Paulino Sanches...
A mãe estava desesperada com o filho viciado no Facebook. O rapaz não largava o computador. Ela decidiu falar com o padre, para ver se ele tinha alguma ideia. O padre pediu a ela:
- “Traga o jovem até aqui. Vou conversar com ele e dar um jeito”.
A mãe, então, deu a ordem ao filho, que deveria estar na igreja na manhã seguinte. A mãe escondeu seu computador e ele foi, a contragosto, mas foi. Chegando lá, o padre perguntou:
- “Meu rapaz... quero saber se você está disposto a aceitar Jesus”.
E o rapaz, pensando um pouco:
- “Tá, eu aceito. Mas ele tem que pedir pra ser meu amigo”...