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Nos tempos em que estamos vivendo, de uma acentuada ausência de amor, amizade e lealdade, algumas raras situações chamam a atenção por conter todos esses ingredientes reunidos, servindo de exemplos maravilhosos. Conto agora o que me motivou a fazer esse comentário. No último final de semana morreu uma senhorinha de 96 anos de idade, Irma Veríssimo Pereira, mãe do saudoso ex-prefeito de Restinga Mário José Pereira, seu único filho, e avó do veterinário Mário José de Castro Pereira e de sua irmã, Andréia. Tudo começou há 68 anos, quando uma jovem senhora, chamada Florentina Borges Quintanilha, foi trabalhar como doméstica na casa de dona Irma, que tinha o filho Mário José com apenas 3 anos de idade. Como dona Tina logo perdeu a mãe, foi convidada pelos patrões a morar com eles, ajudando a criar aquele menino, e depois os netos, Marinho e Andréia. Com o passar do tempo, a relação de trabalho se transformou em amizade. Passaram a ser como duas irmãs, vivendo sob o mesmo teto, alí na vizinha Restinga. Dona Irma morreu aos 96 anos, semana passada, deixando a amiga, de 105 anos completados no último dia 2 de agosto. No velório, a amiga Tina chorava com sentimento a perda da companheira de tantos anos, mas certamente acreditando que breve poderão estar novamente juntas, e aí, por toda eternidade. Marinho adorava a avó, dona Irma, e essa ‘terceira avó‘, dona Tina. Ainda no ano passado, ele levou as duas para conhecerem o Rio de Janeiro, mesmo ambas usando cadeiras de rodas. Uma verdadeira e bonita história de lealdade, amizade e amor. Que não é única, mas muito rara.
Esta coluna é sempre lida pelo meu amigo Ademir Pedro de Souza, tomando café com a esposa Nena e conferindo estas linhas outro que sempre lê a gente é o médico Marcelo de Paula o Promotor de Justiça José Lourenço o Ibirá de Carvalho e seu filho, Luciano, que comanda o concorrido Bar Matheus e Rosária o William Karan Júnior, do Procon, o José Conrado Neto, secretário da Saúde do Município E ainda mais, muitos mais.
A recente decisão de punir com multa e perda de pontos quem insistir no pancadão com som muito alto em seus veículos, teve aprovação quase geral. E mais: há quem entenda que deveria ter lei semelhante para quem fizer o mesmo em locais fixos. Igual medida deveria também se aplicar para som exagerado de propaganda volante.
Encontrei-me no final de semana com amigo dos tempos escolares, o brilhante médico francano José Victor Maníglia, que há anos leciona e trabalha no hospital e faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Como seus 3 filhos, e também o genro, se formaram na carreira do pai, decidiram construir seu próprio hospital, coisa de primeiro mundo, que já é uma realidade naquela cidade.
José Victor Maníglia é de uma família de médicos, pois, além de seus filhos trabalhando com ele no hospital, tem o irmão Jerney, há anos em Curitiba, como um dos mais competentes médicos de lá. O Jaiter vive entre os Estados Unidos e o Brasil. Seu outro irmão, o advogado Agostinho Olney Maníglia (já falecido) e a única irmã, Rosa Mônica, esposa do Dominguinhos Duarte.
Em breve o setor comercial estará de portas abertas até as 22 horas, facilitando as compras de final de ano. Vendedores e vendedoras que acham isso sacrificado, precisam se lembrar que muita gente gostaria de estar em seu lugar, trabalhando. Então, vamos à luta! E com um sorriso no rosto, porque se for de má vontade, é preferível ceder o lugar a quem precisa e quer trabalhar.
Os espaços reservados para deficientes ou idosos estacionarem precisam ser fiscalizados. Dia desses, vi quando uma senhora de meia idade desceu do seu carro, estacionado no espaço de deficientes, e foi caminhando firme para suas compras. Sem ninguém do mercado para perguntar onde, por acaso, ela havia deixado a sua cadeira de rodas...
Conforme o Comércio trouxedia desses, é preciso que a empresa responsável pela duplicação da Portinari sinalize melhor o trecho em obras, e termine logo, evitando acidentes. Passei por lá, constatei a dificuldade e fiquei imaginando quando é noite e com chuva como deve ser mais complicado.
Mudando de idade hoje a conhecida salgadeira, nossa amiga, Cidinha, do Jardim Francano, e o comerciante Ademir Dutra...na terça-feira, dona Tereza Barcelos e o industrial Miguel Heitor Bettarello...na quarta-feira, Dia de Finados, nossa amiga Santa Finoto Moscardini, lá do Caetetu...na quinta-feira, o conhecido e querido médico Gualter Hughs Ferreira...na sexta, a Sâmia Hannouche (Francal) e, sábado próximo, o Paulo Fernado Seixas e Lourdinha Venâncio...abraço a todos.
Joãozinho era um menino terrível, que vivia criticando e falando bobagem das pessoas. Certo dia nasceu seu priminho, um garoto bonitinho, não fosse o detalhe de ter nascido sem as orelhas. A mãe do Joãozinho queria visitar o recém-nascido, seu sobrinho, mas antes de saírem de casa a mãe advertiu o Joãozinho que não era para ele fazer qualquer comentário maldoso sobre isso, senão ficaria de castigo e sem mesada. Durante a visita, Joãozinho só abriu a boca para desejar uma coisa ao priminho:
-”Tomara que ele tenha bons olhos, uma excelente visão!”
Surpresos com o gesto solidário, a mãe perguntou ao Joãozinho:
-”Que bonito. Mas, por que você deseja que ele tenha bons olhos?”
-”Porque se ele tiver que usar óculos ele tá ferrado”