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Há algum tempo foi criado no Brasil um ministério para acabar ou diminuir com a burocracia, mas durou pouco e logo foi extinto. Também não havia necessidade de um ministério para tal, mas a intenção era fazer as coisas andarem com mais rapidez e usar o chamado jogo de cintura quando necessário. Essa mesma burocracia agora vem arranhando um pouco a imagem de atendimento oferecido pela Santa Casa de Franca, essa instituição centenária que presta inestimáveis serviços a quem não dispõe de um plano de saúde. Mas a burocracia contida no seu regimento interno, não permite, por exemplo, que uma pessoa estando por lá, em visita a alguém, sentindo-se mal não possa ser atendido de imediato, mas é orientado a ir até o pronto-socorro e, de lá, ser mandado de volta à Santa Casa, o que julgamos um absurdo. Ainda, como em outro caso, não poder socorrer alguém caído na praça em frente ao prédio, porque foge também às normas. Ainda agora, uma senhora picada por serpente, não recebeu o soro antiofídico de imediato, também por razões burocráticas, e depois de enviada de um lugar a outro, ao retornar para receber o soro já não mais adiantava e ela veio a óbito. Essa norma não devia ser tão rígida, considerando que cada caso é um caso, e assim evitaria a repetição de ocorrências lamentáveis como essas. Alguém até já disse que passando em qualquer cidade vizinha, o atendimento na Santa Casa de Franca é mais rápido e garantido. É preciso, portanto, eliminar essa e outras burocracias que atrapalham e comprometem a saúde pública na cidade.
Quem também segue a coluna e aniversariam na semana: a Sarita Ribeiro Rodrigues, médico Sátiro R. Alves Filho, Carlos Valim Ferreira, Rita Maria C. Menezes, Tereza Ricci, o médico Carlos Boer, Luís Gonzaga José, minha cunhada Aparecida Castro Rodrigues, Daniel Maldonado Ponce, a colega Luciene (Vandinha) Ferreira, dentista Jales A. de Castro, Samuel de Freitas (Med-Clin), Cícero de Oliveira, Aílton Filgueira, Sebastião Dimas e Adelina de Melo... Abraço e tudo de bom a eles
Recebo atencioso convite da direção do Hospital e Maternidade Regional para a Festa dos Médicos, para o encerramento de mais um ano,e celebrar as conquistas da entidade nesses 49 anos. A festa vai acontecer no próximo dia 3 de dezembro, no Espaço Cedro da Avenida Presidente Vargas, observando-se o traje social completo. Agradeço o convite, que já está agendado.
Muito se tem falado a respeito do número assustador de acidentes nas cidades e nas rodovias, principalmente por excesso de velocidade e uso de álcool antes de dirigir. Mas, é preciso também alertar ciclistas e pedestres, que têm se arriscado perigosamente, não respeitando sinais ou preferindo atravessar ruas e avenidas fora das faixas de segurança.
Duas grandes empresas, parceiras nossas há décadas estão marcando mais um ano de sucesso. Quarta-feira última foi o Magazine Luíza, que festejou 59 anos de atividades, na liderança do comércio varejista. Já nesta próxima quinta-feira, 24 de novembro, será o Café Terreiro que também lidera o seu segmento há 29 anos. Vai daqui meu abraço aos seus dirigentes, familiares e funcionários.
A ministra Carmen Lúcia, presidente do STF, declarou dia desses que um preso no Brasil custa R$ 2.400 por mês e um estudante do ensino médio custa R$ 2.200 por ano. E que alguma coisa está errada na nossa pátria. Tem razão, senhora ministra, mas bastaria alterar a legislação penal, obrigando o trabalho dos presos, até para ajudar a pagar as despesas.
Ninguém se conforma de ver motoristas de ônibus serem obrigados a receber o pagamento das passagens, no lugar dos cobradores dispensados. Não só em Franca mas em várias outras cidades, incluindo São Paulo. Está na hora do Ministério Público e do Trabalho assumirem uma posição.
Muda de idade hoje o Welington Mantovani... amanhã, a Fabrissa Ludovice Souza, o farmacêutico Lourenço Antônio Rosa, delegado de polícia Marcelo Caleiro e dona Renata Fuga, na marca dos 91 anos... na terça-feira, a Cristiane Garcia (Móveis G.G.), os irmãos gêmeos, Luís Ribeiro, nosso colega do GCN, e Raquel Cristina Ribeiro, dona Alice Azevedo e o advogado Waldir Paludeto... segue a lista ali na TUP...
Mineirinho foi na cidade, comprou uma galinha, mas antes de voltar pra roça quis assistir a um filme do Mazzaropi. Para esconder a galinha, antes de entrar no cinema, ele enfiou a penosa dentro da calça, cobriu com a camisa, comprou um saquinho de pipoca e se acomodou. Para a galinha não cacarejar, ele abriu o zíper da calça e deixou ela tomar um arzinho. A mocinha ao lado deu uma olhada no escuro e comentou com a amiga: -“Menina, o homem aqui do lado abaixou o zíper da calça”... E a outra: -“E você nunca viu? É tudo a mesma coisa”!
-“Eu sei, mas esse come até pipoca”!