escolha sua cidade
Franca
escolha outra cidade
Painel
Apesar das conquistas de liberdade, algumas até exageradas, como a falta de respeito com professores, com os mais velhos, com policiais e autoridades, não existe a mesma tolerância e esportiva com as piadas e alguns temas de músicas carnavalescas como antigamente. Vejamos, por exemplo, algumas marchinhas de Carnaval que foram sucesso, mas agora talvez fossem criticadas por certos grupos de defesa disso e mais aquilo. Hoje estaria proibida aquela que fala “o teu cabelo não nega, mulata” seria criticada por racismo. Se cantasse “me dá um dinheiro aí”, estaria entre os suspeitos da Lava-Jato. Máscara Negra não seria permitida para não incentivar novos black blocs. Vou beijar-te agora, não me leve a mal, também não podia, por ser assédio sexual. Você tem que me dar seu coração seria incluídacomo crime passional. Segura a chupeta, meu bem, diriam ser uma clara pedofilia. Aquela outra, que o Sílvio Santos gravou, e que diz A pipa do vovô não sobe mais, também não seria recomendada por caracterizar um bullying com os idosos. Aquela do Chacrinha, “Maria Sapatão, de dia é Maria, de noite é João”, nem pensar, que seria apologia gay Feliciana. E não poderíamos cantar, de jeito nenhum, aquela marchinha tão gostosa e conhecida, cujo letra fala assim: “Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é?” Seria uma clara demonstração de homofobia. Principalmente com a turma no salão completando ao final do verso, “será que ele é, será que ele é”? E todo mundo gritasse “bicha, bicha”, como a gente fazia e era tão animado. Agora tudo é fobia. Ficou chato.
Mais leitores e alguns amigos que mudam de idade esta semana: Ana Emília P. Cordeiro, Eduardo Hilário de Oliveira, Mauro Aímoli, Sérgio Ewbank, , professora Lúcia Garcetti, dentista Sérgio Augusto de Paula, Maria Apparecida Moscardini Pimenta e o esposo Sebastião Pimenta. Quem também acompanha sempre estas linhas é o médico Enéas Andrade Cunha e esposa Marlí.
O Museu da Imagem e do Som completa este ano seu jubileu de prata, ou seja, os 25 anos desde que foi criado por lei municipal e denominado Bonaventura Cariolatto. Nazir Bittar e Bony estudam uma comemoração, contando agora com a direção do Luiz Cláudio Bassoteli, que retornou ao MIS, demonstrando muita vontade.
O prefeito Gílson de Souza precisa logo definir quem vai se encarregar de colocar a região central em ordem, fiscalizando e cobrando a infinidade de camelôs pelas praças e terminal de ônibus. E controlar também a poluição sonora, pois além de perturbar quem mora ou trabalha por ali, dá uma impressão negativa a quem chega como visitante. É preciso alguém de pulso firme nessa função.
Temos ouvido seguidas reclamações de exploração em prestação de serviços, principalmente envolvendo carros. A maior que me contaram foi quando o sujeito levou o carro para um determinado serviço e alegaram que seria preciso trocar o amortecedor. Se estava mesmo com defeito era para trocar. Só que na hora de pagar ele apresentou a nota de garantia da tal peça “com defeito.”
Cuidado ao estacionar o carro num lugar de aglomeração de pessoas, como por exemplo, estacionamento de shoppings. Ao acionar o alarme, não vire as costas em seguida, mas confirme se a porta ficou realmente trancada, e o alarme não foi bloqueado por algum malandro por perto.
É preciso uma união da Secretaria de Segurança, de Trânsito e Guarda Civil, para devolver os calçadões para os pedestres, já que em alguns trechos, carros, motos e bicicletas tomaram conta do espaço. O exemplo mais evidente fica entre a Praça Barão e a Saldanha Marinho, começando desde o Correio. Carros e motos, sem necessidade, passam buzinando e exigindo passagem. Absurdo.
Aniversaria hoje nossa amiga Vitória Fernandes...amanhã, Eduardo Sanches (torcedor apaixonado do Franca- Basquete)e o Walterzides Naves...na terça: Thales Hidalgo (Bar do Inécio), os irmãos Ticuba e Neuza Garcia Fernandes, Neto (Jardim Francano) e Carlos Mattar..na quarta: Marina P. Franchini, Cidinha, esposa do Prefeito Gílson de Souza e Riad Salloun... Segue ali na TUP...
Como hoje é domingo de Carnaval, mostramos esta colaboração do leitor e amigo, além de apaixonado por fotos antigas, o Dijalvo Braga Filho. É uma foto de carnaval de salão no ano de 1964, tendo por local o salão da antiga AEC-Centro. Mais uma vez a gente lamenta que as autoridades municipais, incluindo prefeito e vereadores da época, por lamentável descuido ou de propósito, tenham deixado de adquirir o histórico prédio, que foi palco dos saudosos bailes, brincadeiras-dançantes e Carnavais. Imperdoável.
O médico Aldo Fantini Neto estará mudando de idade dia 3, na próxima sexta-feira. Ele é casado com Marisa de Carvalho Fantini e tem os filhos Bruno, que também é médico, casado com a dermatologista Cilene, e a dentista Paula, casada com o Fábio. E ainda os netos, Laís, Lucas, Luíza e Fernando. Parabéns a ele e um abraço a todos.
Um político em Brasília foi citado numa delação e convidado a depor em Curitiba. Ficou bastante assustado ao ser colocado no avião, que até começou a passar mal durante o vôo. Chegando em Curitiba, ele foi perdendo os sentidos, sendo levado às pressas para um hospital. Depois de examiná-lo, o médico foi conversar com o político: -“Não chegou a ser um enfarte, mas o quadro é preocupante. Terei que fazer no senhor uma ponte de safena”. O camarada, ainda grogue com os medicamentos, puxou o médico e disse: -“Uma só, não, doutor...Faça logo três: Uma pra mim, outra pro meu partido e a terceira o senhor divide com sua equipe”...