Painel
Ontem foi Dia de Finados, quando é costume levar uma flor e a oração junto ao túmulo dos entes queridos que já estão do outro lado ou no andar superior. É como demonstrar à pessoa querida, que ela não foi esquecida e que permanece em nossa mente, tendo sido muito importante em nossa vida. Tudo bem, isso é válido, mas nessa ocasião, costumo me lembrar daquela canção muito bonita, do Nélson Cavaquinho, Quando eu me chamar Saudade, gravada pelo Nélson Gonçalves e o Noite Ilustrada, e que diz mais ou menos assim: ”Sei que amanhã, quando eu morrer, os meus amigos vão dizer que eu tinha um bom coração. E alguns até hão de chorar, e querer me homenagear, fazendo de ouro um violão. Mas, depois que o tempo passar, sei que ninguém vai se lembrar que eu fui embora, por isso é que eu penso assim, se alguém quiser fazer por mim, que faça agora. Me dê as flores em vida, o carinho, a mão amiga, para aliviar meus ais. Depois que eu me chamar saudade, não preciso de vaidade, quero preces e nada mais”! A letra dessa canção, inspiradíssima e verdadeira, já diz tudo. Não adianta estar todos os dias no cemitério, mandar construir um mausoléu para depositar ali o corpo inerte daquela pessoa, que muitas vezes em vida só fez sofrer e não deu a menor atenção. Que todas as homenagens e manifestações de carinho sejam feitas agora. Vamos pensar nisso, lembrando também das palavras de Jesus: ”Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”! Nós não somos seres humanos vivendo uma experiência espiritual; somos seres espirituais, vivendo uma experiência terrena! O projeto de Deus para o homem é um projeto de vida. A morte terrena não é o fim, mas a realização plena do homem, em comunhão com Deus!
Esta coluna é sempre lida pelo médico cardiologista Ulisses Gianecchini... também pelo Carlinhos, presidente da Câmara Municipal de Rifaina... pelo Ademir Pedro de Souza e Nena (agência de viagens), pelo Anderson Pereira, o Dr. Clésio e pelo Michel Aoude, dedicados dirigentes da A.A. Francana... E mais: quem também lê a gente é o Coronel Araújo, comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar... O casal, Coronel Brandão e Maria Lídia... pelo Conrado Neto, Secretário de Saúde... e ainda muitos mais...
Mudando de idade hoje o médico e professor Gualter Hughs Ferreira...amanhã, a Sâmia Hannouche, da equipe da Francal-Feiras... na terça-feira, o querido amigo Paulo Fernando Ewbank Seixas... na quarta-feira, o juiz de Direito Paulo Sérgio Jorge Filho... na quinta-feira, dona Biluca, mamãe do profeito Gíslon de Souza, do Nirley e do Carlinhos... a jovem Júlia Ribeiro Neves, completando 21 anos...e na sexta-feira, Antônio Andrade Filho...abraços.
Quem aniversariou ontem foi nossa amiga, Santa Finoto Moscardini, esposa do nosso amigo Paulo Célio Moscardini, residentes há muitos anos no Caetitu, onde exercem grande liderança A comemoração segue hoje, com os filhos, Cléber e Cleiton, as noras, Juliana e Elisa, e os netos, Marcelo e Isabela. Parabéns à Santa e um abraço a todos
Quem aniversariou ontem foi nossa amiga, Santa Finoto Moscardini, esposa do nosso amigo Paulo Célio Moscardini, residentes há muitos anos no Caetitu
Da esquerda para a direita: casal Cirilo Barcelos Filho e esposa, os saudosos médicos Cirilo Barcelos e Sebastião Figueiredo, Roberto Rached Sobrinho e esposa Márcia e ainda a Lúcia Guimarães